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12 CONTEMPORÂNEOS: ESTADOS PRESENTES
de 15 FEV 2014 a 11 MAI 2014
Gabriel Abrantes, Sónia Almeida, Pedro Barateiro, Sérgio Carronha, Mauro Cerqueira, Priscila Fernandes, Carla Filipe, Pedro Lagoa, Nuno da Luz, Ana Santos, André Sousa, !Von Calhau!

A mostra reúne trabalhos de 12 artistas portugueses emergentes cujas práticas refletem as mudanças nas condições da produção artística registadas ao longo da última década. Resultado de uma pesquisa desenvolvida em Portugal, no Reino Unido, na Alemanha e nos EUA onde atualmente vivem e trabalham muitos dos artistas selecionados, a exposição aborda a receção crítica e a relevância da prática artística em Portugal e no contexto expandido da realidade contemporânea global.

No início dos anos 1990, o Museu de Arte Contemporânea organizou uma série de exposições coletivas emblemáticas que mapearam o estado da arte contemporânea em Portugal. "10 Contemporâneos”, comissariada por Alexandre Melo em 1992, constituiu um levantamento do trabalho de uma geração de artistas ativos na década de 1980. Com curadoria de Fernando Pernes "Imagens para os Anos 90”, apresentada em 1993, constituiu uma resposta à nova década, que se desenrolou no rescaldo da queda do Muro de Berlim, do fim do apartheid na África do Sul e da consolidação do modelo económico neoliberal.

Na segunda década do século XXI, em que a comunicação digital, a globalização e as realidades pós-coloniais se impuseram como vetores dominantes, a produção artística é desafiada por novas condições e conjunturas sociais, económicas, políticas e tecnológicas. Os artistas portugueses de hoje fazem parte de um contexto artístico volátil, mas localmente distinto, no âmbito do qual a história, a linguagem e a política definem um campo comum de investigação e indagação. Enformados pela exploração crítica de uma variedade de meios da pintura, à escultura, ao cinema, à música, ao teatro e à performance, os trabalhos destes 12 Contemporâneos propõem abordagens diversas no âmbito da criação artística dos nossos dias, sugerindo do mesmo golpe uma perspetiva coletiva sobre a contemporaneidade.

Curadoria: Suzanne Cotter e Bruno Marchand
Produção: Fundação de Serralves

Actividades Relacionadas
INAUGURAÇÃO

14 fev (sex), 22h00-24:00, entrada livre
ENCONTROS NA EXPOSIÇÃO

15 FEV (16h00)
Com os artistas Priscila Fernandes, André Sousa, Pedro Lagoa

20 FEV (18h30)
Com Ricardo Nicolau, Adjunto da Diretora do Museu de Serralves

08 MAR (16h00)
Com os artistas Pedro Barateiro, Mauro Cerqueira, Ana Santos

09 MAI (21h30)
Com Filipa Oliveira (curadora independente)
Mais informação aqui
VISITAS GUIADAS

16 FEV (DOM), 12h−13h, gratuita
Por Matilde Seabra, monitora do Serviço Educativo

22 FEV (15h00)
Visita à exposição exclusiva para Amigos de Serralves por Bruno Marchand (co-curador)

09 MAR (DOM), 12h−13h, gratuita
Por Joana Mendonça, monitora do Serviço Educativo

21 MAR (SEX), 21h30-22h30, gratuita
Por Matilde Seabra, monitora do Serviço Educativo
Mais informação aqui

06 ABR (DOM), 12h−13h, gratuita
Por Matilde Seabra, monitora do Serviço Educativo
Mais informação aqui
PERFORMANCE

14 FEV (23h00)
Performance de Von Calhau!: A Condução Cega ((Paraporta Desfasada((
Mais informação aqui

15 FEV (17h30)
Nuno da Luz: Um diaporama anotado sobre Zetética
Performance de Nuno da Luz: Um diaporama anotado sobre Zetética
Mais informação aqui

SIMPÓSIO

14-15 mar
Simpósio "Exposições coletivas: Uma reflexão crítica"
Mais informação aqui
CINEMA
Acesso: mediante levantamento de bilhete gratuito na Receção do Museu

22 MAR (17h30)
Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt: "Palácios de Pena"
Mais informação aqui

23 MAR (17h30)
Gabriel Abrantes: "Ennui Ennui"
Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt: "A History of Mutual Respect"
Mais informação aqui

Mecenas Exclusivo do Museu
Apoio
Mecenas Exclusivo de uma Grande Exposição
Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
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  • LocalMuseu de Serralves
  • Publico AlvoGeral
  • Dias 15 FEV 2014 - 11 MAI 2014
Gabriel Abrantes (1984, Carolina do Norte, EUA) vive e trabalha em Lisboa. Em 2006 completou a licenciatura em Cinema e Artes Visuais na The Cooper Union for the Advancement of Science and Art, em Nova Iorque.

Estudou também na École nationale supérieure des Beaux-Arts, Paris, em 2005?06, e no Le Fresnoy ? Studio national des arts contemporains, Tourcoing, França, em 2007. Em 2010 co-fundou a produtora de filmes A Mutual Respect.

A sua filmografia tem sido mostrada em exposições como "List Projects: Gabriel Abrantes”, MIT List Visual Arts Center (Cambridge, Massachusetts, 2013), "Dinasty”, Palais de Tokyo (Paris, 2010) e "Reset”, Fondation d’Enterprise Ricard (Paris, 2010).

Em 2010, o Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) dedicou-lhe uma exposição retrospetiva.

Vencedor, entre outros, do Prémio EDP 2009, do Prémio FNAC Novos Talentos (Festival Indie Lisboa, 2009) e Leopardo de Ouro para Melhor Curta-Metragem (Festival de Cinema de Locarno, 2010).
André Sousa (1980, Porto) vive e trabalha no Porto.

Em 2003 concluiu a licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Partilhou, com Mafalda Santos e Miguel Carneiro, a gestão do espaço independente PêssegoPráSemana, no Porto, e foi responsável pelo project room Mad Woman in the Attic, Porto, em 2005-09.

Coordena, desde 2008 e com Mauro Cerqueira, o projeto e o espaço artístico Uma Certa Falta de Coerência, Porto.

Realizou diversas residências artísticas, as últimas das quais na Künstlerhaus Bethanien, Berlim, em 2009, e na Spike Island, Bristol, em 2007. As suas exposições mais recentes incluem "Satekpunkts”, Kim? Contemporary Art Centre (Riga, Lituânia, 2012), "Primeira Avenida: Rua de Sentido Único”, Espaço Montepio/Fundação de Serralves (Porto, 2012), "Friso Freezing”, The Barber Shop (Lisboa, 2011), "Jenseits”, Enblanco Projektraum (Berlim, 2009), "Império”, Chiado 8 - Arte Contemporânea (Lisboa, 2007) e "Prémio EDP Jovens Artistas”, CACE Cultural do Porto (2007).
Ana Santos (1982, Espinho) vive e trabalha em Lisboa. Estudou Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e realizou o Mestrado em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias na Universidade Nova de Lisboa, o Projeto Individual do Ar.Co, Lisboa, e o curso de Artes Visuais do programa Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

Realizou a residência artística no International Studio and Curatorial Program, Nova Iorque.

Apresentou o seu trabalho em diversas exposições, das quais se destacam, "Prémio EDP Novos Artistas”, Fundação EDP (Porto, 2013), "Forma Conceptual e Ações Materiais”, Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto, 2013), "Primeira Avenida: Rua de Sentido Único”, Espaço Montepio/Fundação de Serralves (Porto, 2012), "Trabalho”, Chiado 8 Arte Contemporânea (Lisboa, 2012) e "Open Studio - O Sítio das Artes”, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2007).
Nuno da Luz (1984, Lisboa) vive e trabalha em Berlim.

Desenvolve atividade como artista, designer gráfico e editor, estando ligado à editora Atlas Projectos (com André Romão e Gonçalo Sena) e à editora discográfica Palmario Records (com Joana Escoval).

Projetos e exposições recentes incluem "Laissez Vibrer”, Enblanco Projektraum (Berlim, 2013) e CAVE/Solar -
Galeria de Arte Cinemática (Vila do Conde, 2013), "Resonant Chamber - Cycle of Performances on Aural Spectrality”, Contemporary Art Centre e RIXC Media Space (Riga, Lituânia, 2013), "Der Geist im Vakuum”, 267 Quartiere für zeitgenössische Kunst und Fotografie (Braunschweig, Alemanha, 2013), "AVANTE!”, SP-Arte (São Paulo, 2012), "Como proteger-se do tigre”, XVI Bienal de Cerveira (Vila Nova de Cerveira, 2011) e "Prémio EDP Novos Artistas 2011”, Museu da Eletricidade (Lisboa, 2011).
Pedro Lagoa (1975, Leiria) vive e trabalha em Lisboa.

Frequentou o Curso Avançado de Artes Visuais da Maumaus Escola de Artes Visuais, Lisboa, e completou os seus estudos na Staatliche Hochschule für Bildende Künste - Städelschule, Frankfurt am Main.

Encontra-se atualmente em residência artística na Gasworks, Londres. Exposições recentes incluem "Record Breaking Party”, Cabaret Voltaire (Zurique, 2013), "When I Look at the Clouds I See Clouds”, Galeria Boavista (Lisboa, 2012), "Random Access/Conjunctures Within Breach”, Nam June Paik Art Center (Gyeonggi-do, Coreia do Sul, 2010), "Record breaking”, Ve.Sch - Verein für Raum und Form in der bildenden Kunst (Viena, 2008), "I Will Not Throw Rocks”, Form Content (Londres, 2007).

Carla Filipe (1973, Vila Nova da Barquinha) vive e trabalha no Porto.

Estudou Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e é Mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição.

Foi uma das co-organizadoras do espaço expositivo Salão Olímpico, Porto, em 2003-05.

Realizou residências artísticas em AIR Antwerpen, Antuérpia, em 2013, e nos ACME Studios, Londres, em 2009-10.

As suas exposições mais recentes incluem "Modernitat Amagada”, Casa Capell (Mataró, Barcelona, 2013), 13ª Bienal de Istambul (2013), "Gravity and Disgrace”, Centro Galego de Arte Contemporánea (Santiago de Compostela, 2013), "As primas da Bulgária”, Kunstverein Milano (Milão, 2012), "Um olhar periférico sobre uma cultura (London UK)”, Der vierte Raum (Bremen, Alemanha, 2012), "Prémio EDP Novos Artistas”, Museu da Eletricidade (Lisboa, 2011) e "O povo reunido jamais será - representações gráficas” , Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira, 2010).
Priscila Fernandes (1981, Coimbra) concluiu estudos de Pintura no National College of Art & Design, Dublin, e o MFA no Piet Zwart Institute, Roterdão.

Tem realizado diversas residências artísticas, a última das quais no Künstlerhaus Bethanien, Berlim, em 2013-14.

Vencedora do Prémio EDP Novos Artistas 2011 e do holandês Basicprijzen Prix de Rome 2011.

Exposições recentes incluem "Abstract Possible: Stockholm Synergies”, Tensta Konsthall (Estocolmo, 2012), "Eva International - After the Future, Biennial of Visual Art” (Limerick City, Irlanda, 2012), "Prix de Rome”, Smart Project Space (Amesterdão, 2011) e "Prémio EDP Novos Artistas”, Museu da Eletricidade (Lisboa, 2011).
Mauro Cerqueira (1982, Guimarães) vive e trabalha no Porto.

Estudou Artes/Desenho na Escola Superior Artística do Porto (extensão de Guimarães).

É responsável, desde 2008 e com André Sousa, pelo projeto e pelo espaço artístico Uma Certa Falta de Coerência, Porto.

Realizou diversas residências artísticas, as mais recentes das quais a Rauschenberg Residency, Captiva Island, Florida, em 2013, e na Künstlerhaus Bethanien, Berlim, em 2012.

De entre as exposições realizadas, destacam-se "Expedição”, Maus Hábitos (Porto, 2013), "Visões do desterro”, Centro Cultural do Rio de Janeiro (2013), "O mundo dos cegos”, Künstlerhaus Bethanien (Berlim, 2012), "89 km. Colección CGAC”, Marco - Museo de Arte Contemporánea de Vigo (2010), "Serin e as trepadeiras”, Laboratório das Artes (Guimarães, 2009) e "Sua boca, aberta para gritar, estava cheia de terra”, Kunsthalle Lissabon (Lisboa, 2009).
Sergio Carronha (1984, Cascais) estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em 2003-09 e completou o Programa Erasmus na Accademia di Belle Arti di Carrara, em 2006-07.

Participou na 5ª edição das Residências de Artes Visuais da ZDB, Lisboa, em 2013.

Realizou as exposições individuais "Apanha uma pedra. Atribui-lhe um valor”, Espaço Arte Tranquilidade (Lisboa, 2013) e "Os seres sensíveis nos mundos da forma e no mundo do desejo”, Espaço Parkour (Lisboa, 2012), tendo participado em coletivas como "Jazz aqui, na pequena praia extrema”, ZDB (Lisboa, 2013) e "Play!”, Espaço Fábrica Features (Lisboa, 2010).
Pedro Barateiro (1979, Almada) vive e trabalha em Lisboa.

Completou o MFA na Malmö Art Academy, Lund University, Suécia, o Programa Independente de Estudos Visuais na Maumaus Escola de Artes Visuais, Lisboa, e o curso de Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design, Caldas da Rainha.

Realizou residências artísticas em Air Antwerpen, Antuérpia, em 2012-13, Pavillon - Palais de Tokyo, Paris, em 2008-09, International Studio and Curatorial Program, Nova Iorque, em 2007?08, Spike Island Artspace, Bristol, em 2005 e ZDB, Lisboa, em 2003-05.

Das suas exposições individuais destacam-se "We Belong to Other People When We're Outside”, Kettle's Yard (Cambridge, Reino Unido, 2013), "Today Our Eyes are Closed”, Kunsthalle Lissabon (Lisboa, 2010), "Theatre of Hunters”, Kunsthalle Basel (Basileia, 2010), "Teoria da Fala”, Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto, 2009). Integrou ainda a 29ª Bienal de São Paulo (2010), a 16ª Bienal de Sidney e a 5ª Bienal de Berlim (ambas em 2008).
Sónia Almeida (1978, Lisboa) vive e trabalha em Boston, EUA.

Estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e completou o MFA na Slade School of Fine Art, Londres, em 2006.

As suas exposições individuais mais recentes incluem "Foward/Play/Pause”, MIT List Visual Art Center (Cambridge, Massachusetts, 2014) e "To Be Abstract”, Chiado 8 Arte Contemporânea (Lisboa, 2009).

Participou nas exposições coletivas "DeCordova Biennial”, DeCordova Sculpture Park and Museum (Boston, Massachusetts, 2013); "Modern Talking”, Muzeul National de Arta Cluj-Napoca (Cluj-Napoca, Roménia, 2012); "Painting Overall”, 5ª Bienal de Praga (República Checa, 2011); "Four Rooms”, Centrum Sztuki Wspó?czesnej
Zamek Ujazdowski (Varsóvia, 2011); "EDP Novos Artistas” (Lisboa, 2009) e "The Elementary Particles (Paperback Edition)”, Standard (Oslo) (Oslo, 2006).
!Von Calhau! (2006, Porto) é o nome pelo qual Marta Baptista e João Alves desenvolvem um corpo de trabalho transdisciplinar em artes visuais, filme e música.

São também co-fundadores do estúdio de artes gráficas Oficina Arara, Porto.

Os seus projetos expositivos e performativos incluem a participação na Residência de Artes Visuais da Galeria ZDB (Lisboa, 2009), na residência artística do Atelier MTK (Grenoble), na 10ª edição do Prémio União Latina (2011) e "Discurso Visual”, Instituto Araújo Porto/Fundação de Serralves (Porto, 2011).

Em 2012 lançaram o seu primeiro LP, Quadrologia Pentacónica, na editora nacional Rafflesia.

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