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BIOBLITZ SERRALVES 2015 - ESCOLAS
24 ABR 2015
Um Bioblitz tem como objetivo encontrar e identificar o maior número possível de espécies (fauna e flora) numa área específica, ao longo de um curto período de tempo, funcionando como uma inventariação biológica. Um Bioblitz difere de outro inventário científico na medida em que no mesmo podem participar - além de cientistas - voluntários, famílias, alunos, professores e outros membros da comunidade.
Na sexta o programa é dedicado à participação das escolas, e no sábado (25 abr, 08h00-24h00) para o público em geral

O Bioblitz Serralves Escolas 2015 convida a conhecer melhor a fauna e flora do Parque de Serralves, participando em:

- Saídas de campo: 
conduzidas por investigadores especializados do CIBIO (2º e 3º ciclo EB e secundário) – são uma oportunidade única para experienciar em primeira mão o trabalho realizado por cientistas no âmbito da inventariação de biodiversidade;
- Oficinas educativas (ensino pré-escolar, 1º ciclo e 2º ciclo EB):
para enquadrar e explorar de forma lúdico-pedagógica os temas;
- Sessões de monitorização em autonomia (3º ciclo EB e secundário): 
apoiadas pelos monitores do Serviço Educativo com o recurso a Kits de monitorização e inserção de dados na plataforma online «Biodiversidade e Ambiente». Esta plataforma acolhe o projeto de Citizen Science de Serralves, disponibilizando vários recursos educativos online de forma gratuita, como protocolos de amostragem, guias de campo, folhetos informativos, cadernos de atividades para famílias e para as escolas, assim como documentários audiovisuais para cada grupo faunístico e ambiental em estudo;
- Bioquiz (1º, 2º e 3º ciclo)
um jogo animado de perguntas sobre biodiversidade, para testar conhecimentos prévios ou adquiridos!

Acesso: A participação é gratuita mediante marcação prévia (sujeita a lotação).
Inscrição: Deve ser utilizada uma ficha de pré-marcação Bioblitz Serralves Escolas 2015 por grupo de alunos a inscrever, remetendo a(s) mesma(s) ao Serviço Educativo da Fundação de Serralves por e-mail ou correio a/c Anabela Silva; e-mail: a.silva@serralves.pt; morada: Rua D. João de Castro 210, 4150-417 Porto. As inscrições serão aceites por ordem de chegada. 

Entrada: Rua D. João de Castro, 210 (entrada do Museu). Para facilitar o acesso dos grupos, pedimos o favor de deixarem os sacos e mochilas no transporte utilizado. A chegada do grupo deve realizar-se com 10 minutos de antecedência, para facilitar a receção e o cumprimento do horário. 


Imagem: Tritão-de-ventre-laranja (Lissotriton boscai), Albano Soares

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  • LocalParque de Serralves
  • Horário10h00 - 17h00
  • Dias24 ABR 2015

plataforma BioWeb

Centro de recursos sobre biodiversidade em contexto urbano
Participe! 
O que significa BioBlitz?
"Bio” significa vida e "Blitz” fazer algo rápido e intensivamente.
Tem como objetivo encontrar e identificar o maior número possível de espécies, numa área específica, ao longo de um curto período de tempo, funcionando como uma inventariação biológica.
    
Como funciona?
As espécies são classificadas em diferentes grupos biológicos, de que são exemplo: as plantas, líquenes, cogumelos, répteis, anfíbios, invertebrados, aves, micromamíferos. O resultado final de um BioBlitz é a contagem das espécies encontradas em cada um destes grupos.

Em que difere de outro inventário científico?
Um inventário científico é normalmente limitado a biólogos e outros investigadores. No BioBlitz participam, além de cientistas voluntários, famílias, alunos, professores e outros membros da comunidade.

Porquê um BioBlitz em Serralves?
O Parque de Serralves constitui-se como parte fundamental da estrutura ecológica do Porto, contribuindo para a diversidade potencial de habitats que ocorrem no espaço urbano. O BioBlitz contribui para aumentar o conhecimento existente e para o partilhar com o público.
AVES    
Local: Clareira das Azinheiras 
As cerca de 10 000 espécies de aves que habitam o nosso planeta possuem uma capacidade de adaptação ambiental fascinante, marcando presença em praticamente todos os ecossistemas terrestres, inclusive em ambiente urbano. No Parque de Serralves já foram observadas mais de 90 espécies. Melros, gaios, chapins e piscos-de-peito-ruivo são algumas das espécies que se observam com mais facilidade em qualquer altura do ano, no Parque.

ANFÍBIOS E RÉPTEIS    
Local: Espelho de Água
Em Portugal ocorrem 17 espécies de anfíbios. Os anfíbios encontram—se numa situação muito delicada em termos de conservação: uma em cada três espécies de anfíbios do mundo apresenta estatuto de conservação preocupante. No Parque de Serralves conhecem-se quatro espécies diferentes de anfíbios: rã-verde; tritão-de-ventre-laranja; sapo-parteiro-comum e salamandra-de-pintas-amarelas. Os répteis são dos animais mais incompreendidos, em grande parte devido ao desconhecimento da sua biologia e ecologia. A maioria das espécies que ocorrem em Portugal é totalmente inofensiva e todas optam primordialmente pela fuga quando se sentem ameaçadas. O seu comportamento esquivo e discreto permite-lhes passar despercebidos, tornando a sua observação um desafio. No Parque de Serralves ocorrem pelo menos duas espécies de répteis: lagartixa-de-Bocage e licranço.

MICROMAMÍFEROS E MORCEGOS
Local: Clareira dos Teixos
Apesar de serem muitas vezes considerados como pestes e vetores de doenças, os micromamíferos são, na realidade, uma peça chave para o equilíbrio dos ecossistemas, já que são a base da dieta de muitas espécies como mamíferos carnívoros, aves de rapina e répteis, dispersores de sementes e predadores de grande quantidade e diversidade de invertebrados. No Parque de Serralves podem observar-se duas espécies: o rato-das-hortas e o musaranho-de-dentes-brancos. Os morcegos são seres misteriosos para a maioria das pessoas, nomeadamente devido aos seus hábitos noturnos. Possuem a capacidade de se movimentarem no escuro utilizando um sistema de ecos de ultrassons. As espécies descritas em Portugal alimentam-se principalmente de insetos, funcionando como controlo das populações de insetos. Enfrentam graves problemas de conservação associados à perda e alteração do habitat. O Parque de Serralves oferece abrigo e/ou alimento a pelo menos duas espécies de morcegos: o morcego-anão e o morcego-hortelão.

INSETOS E ARANHAS 
Local: junto à escultura de Maria Nordman
Os insetos, artrópodes com 3 pares de patas e o corpo dividido em 3 segmentos, representam cerca de 90% de todas as espécies animais conhecidas. Herbívoros, predadores, polinizadores e decompositores, são elementos fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas. São também a principal fonte de alimento para muitos outros grupos animais como anfíbios, répteis, aves e mamíferos. As aranhas, artrópodes com 4 pares de patas e corpo organizado em 2 segmentos, contam com mais de 40 000 espécies, na sua grande maioria predadores de outros artrópodes, incluindo muitos insetos. A mais conhecida forma de caça destes animais é através do auxílio de teias que tecem com fios de seda.

PLANTAS: FLORA VASCULAR E BRIÓFITAS
Local: Passeio da Levada
O Parque de Serralves é reconhecido pela diversidade do seu património arbóreo e arbustivo, composto por cerca de 8000 exemplares, pertencentes a sensivelmente 230 espécies e variedades, nativas e exóticas. Para além disso, também as plantas herbáceas têm uma importante presença no Parque, especialmente nos prados e clareiras. As briófitas, vulgarmente designadas por musgos, são plantas essencialmente terrestres, com diversas formas, texturas e até cores. Desempenham papéis essenciais em muitos ecossistemas, tais como retenção de água, contribuição para a formação de solos como pioneiros na colonização de habitats, reciclagem de nutrientes, produção de biomassa e fixação de carbono. Os tapetes de musgos são também o habitat de muitos invertebrados. 

LÍQUENES E COGUMELOS
Local: Clareira da Presa
Os líquenes são seres que resultam da simbiose entre um fungo e uma alga ou cianobactéria. Podem assumir diferentes formas, cores e tamanhos, e colonizam os mais diversos habitats, como troncos de árvores ou rochas. As cerca de 19 000 espécies atualmente conhecidas em todo o mundo atestam o sucesso desta união. Pela sensibilidade de algumas espécies à poluição, são muitas vezes utilizados como bioindicadores da qualidade do ar. O reino dos fungos, do qual fazem parte os cogumelos, apesar de um dos maiores e mais diversos, é ainda pouco conhecido. Estimativas recentes apontam para 1,5 milhões de espécies, das quais apenas cerca de 55 000 produzirão cogumelos. Os cogumelos são as estruturas dos fungos envolvidos na reprodução destas espécies. Os fungos são peças fundamentais no equilíbrio de todos os ecossistemas, podendo ser encontrados desde as regiões polares até aos trópicos, desempenhando importantes funções como a reciclagem de nutrientes ou a associação com outros seres vivos (plantas ou animais).


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