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EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS – ENTRE O JARDIM E A PAISAGEM URBANA: Do Palácio de Cristal do Porto (1865) à Exposição de Paris (1937)
de 01 FEV 2016 a 02 FEV 2016
Com esta Conferência pretende-se abordar o contributo das Exposições Internacionais para o desenho e construção do espaço exterior, da escala do jardim à escala da cidade, tomando como ponto de partida os jardins do Palácio de Cristal do Porto. Inaugurados há 150 anos para receber a Exposição Internacional de 1865, são, ainda hoje, um dos espaços de referência da cidade. A abordagem termina com a Exposição Internacional de Paris de 1937, planeada por Jacques Gréber, autor do projeto para o Parque de Serralves, espaço de incontornável interesse paisagístico e de importância central na vida contemporânea do Porto e do país. 
Se os jardins do Palácio de Cristal representam o primeiro, grande e moderno, espaço de recreio na cidade, o Parque de Serralves constitui a última grande quinta de recreio construída no Porto. Por razões distintas, as suas histórias cruzam-se com as das Exposições Internacionais, sobre cujo significado e representações importa refletir.
Entre 1865 e 1937 várias Exposições se foram realizando, revelando inquietações e convicções de cada tempo e lugar, com efeitos mais ou menos significativos do ponto de vista artístico, cultural e social. Nesta Conferência interessa olhar para aquelas que, dentro deste período, direta ou indiretamente mais contribuem para o entendimento dos jardins do Palácio de Cristal e dos espaços verdes públicos que, no Porto, se construíram nas décadas seguintes, influenciados pela novidade e dinâmica gerada pela construção daqueles jardins. Por outro lado, a história de Serralves está intimamente ligada às Exposições de Paris de 1925 – determinante nas opções estéticas presentes na construção da propriedade – e de 1937, na qual Gréber assumiu o papel de arquiteto-chefe. Pretende-se, assim, contribuir para aprofundar o conhecimento sobre esta personagem fundamental para o entendimento de Serralves em todas as suas dimensões, seguindo uma linha de investigação cedo iniciada pela Fundação de Serralves. 
A Conferência dirige-se a profissionais, investigadores e estudantes ligados ao desenho das cidades e dos jardins e ao público em geral, interessado na história do Porto e de Serralves.

Comissária: Teresa Marques 

Lotação esgotada
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  • LocalAuditório de Serralves
  • Dias 01 FEV 2016 - 02 FEV 2016
  • Preço€ 30,00

EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS – ENTRE O JARDIM E A PAISAGEM URBANA

Lotação esgotada

Prazo de inscrição: 27 janeiro

Inscrição: 30€
Inscrições realizadas até 15 janeiro (desconto 20%): 24€

Amigos de Serralves, Estudantes, Maiores 65 anos15€
Inscrições realizadas até 15 janeiro (desconto 20%): 12€

- Pode também fazer a sua inscrição por e-mail para bilheteira@serralves.pt, enviando os seus dados juntamente com o comprovativo de pagamento (nome, data de nascimento, morada, código postal, país, e-mail, profissão, caso seja Amigo de Serralves indicar nº de Amigo). Realizar transferência bancária à ordem de Fundação de Serralves (NIB: 0010.0000.86451970001.02).
- A inscrição só é válida após receção do comprovativo da transferência bancária.
- Não está disponível a venda para apenas um dia. O valor da participação na conferência corresponde a lugar para os dois dias da conferência.
- Também existe a possibilidade de comprar presencialmente na receção do Museu de Serralves.

Informações
Rua D. João de Castro, 210
4150-417 Porto
Tel. 226 156 510 
MANHÃ

9h00 
Receção

9h45 
Abertura
Ana Pinho (Presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves)
Filipe Araújo (Vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente, Câmara Municipal do Porto)

Apresentação da Conferência
Teresa Marques (Comissária da Conferência)

10h20 
À procura do progresso entre o Porto e a Europa: caminhos-de-ferro, fotografia e exposições
Filipa Lowndes Vicente (Investigadora, Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa, PT)

11h00 
Intervalo

11h20 
A Exposição Internacional: Plano, Pavilhão, Corolário
Marc Treib (Professor Emérito, University of California, Berkeley, USA)

12h00 
Dos Jardins aos Palácios de Vidro: Joseph Paxton e a Inspiração da Natureza
Kate Colquhoun (Escritora e Historiadora, UK)

12h40 
Debate
Moderação: João Almeida (Diretor do Parque de Serralves, PT)

TARDE

14h30 
O Porto em meados do século XIX. Progresso e tradição entre rutura e continuidade
Jorge Ricardo Pinto (Professor Coordenador, Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, PT)

15h10 
Jardins do Palácio de Cristal do Porto. Inovação, experimentação e influência
Teresa Marques (Professora Auxiliar, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto, PT)

15h50 
Intervalo

16h15 
Mesa Redonda "E o Porto 150 anos depois?”
Filipe Araújo (Vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente, Câmara Municipal do Porto, PT)
Helena Madureira (Professora Auxiliar, Faculdade de Letras, Universidade do Porto, PT)
Paulo Araújo (Professor Associado, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto, PT)
Nuno Grande (Professor Auxiliar, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade de Coimbra, PT
Jorge Ricardo Pinto (Professor Coordenador, Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, PT)
Moderação: Teresa Andresen (Arquiteta Paisagista, PT)

MANHÃ

09h30 
A Exposição de 1867, um marco para as cidades e os jardins franceses
Stéphanie de Courtois (Professora Auxiliar, École Nationale Supérieure d’architecture de Versailles, FR)

10h10 
O Jardim no Planeamento Urbano no contexto das Exposições Internacionais. O trabalho de JCN Forestier em Paris, Sevilha e Barcelona
Bénédicte Leclerc (Arquiteta e Historiadora, FR)

10h50 
Intervalo

11h10 
O fim de um estilo-tipo nas Exposições Internacionais: Jacques Gréber, arquiteto-chefe da Exposição Internacional de Paris de 1937
Danilo François Udovicki-Selb (Professor Associado, School of Architecture, University of Texas at Austin, USA)

11h50 
Os Jardins na Exposição de 1937: Entre a Horticultura e o Urbanismo. Rumo à Arquitetura Paisagista?
Bernadette Blanchon (Professora Associada, École Nationale Supérieure de Paysage, Versailles, FR)

12h30 
Debate
Moderação: 
Cristina Castel-Branco (Professora Associada, Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa, PT)
Nuno Grande (Professor Auxiliar, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade de Coimbra, PT)

13h00 
Encerramento
João Pedro Matos Fernandes (Ministro do Ambiente) 


TARDE

15h00
Visitas guiadas (sujeitas a lotação)
- Parque de Serralves - por João Almeida (Diretor do Parque de Serralves, PT)
Jardins do Palácio de Cristal - por Paulo Farinha Marques (Professor Associado, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto, PT)
Bénédicte Leclerc
Arquiteta dplg (diplomé par le gouvernement) e historiadora pela EHESS (École des Hautes Études en Sciences Sociales), investiga o desenho urbano europeu nos séculos XVIII, XIX e XX e a sua influência na América Latina. Coordena uma equipa internacional de arquitetos, historiadores e investigadores no âmbito destes temas. É autora de diversas publicações e artigos científicos neste campo de estudos. Foi consultora científica e coordenadora de diversas exposições e seminários, nomeadamente "Jean Claude Nicolas Forestier (1861-1930). Du jardin au paysage urbain” (Paris, 1990), e das atas resultantes deste seminário, em 1994. Tem tido presença assídua em diversas conferências dedicadas aos temas do desenho urbano, jardins e renovação urbana.

Bernadette Blanchon
Arquiteta, professora associada na École Nationale Supérieure de Paysage de Versailles e investigadora no LAREP (Laboratoire de Recherche de l‘École de Paysage). Colaborou com o Bureau des Paysages, dirigido pelo arquiteto paisagista Alexandre Chemetoff. O seu trabalho enquanto professora e investigadora desenvolve-se no âmbito das paisagens urbanas na era do pós-guerra. Contribuiu para várias publicações, incluindo Women, Modernity and Landscape architecture (2014), L’AUA une architecture de l’engagement (2015), Les espaces publics modernes (1997), Landscape Research (2011), Helvetica Topiaria (2016) e STRATES N°13 (2007). Lecionou em diversas universidades e conferências internacionais e é editora fundadora da revista académica JoLA, Journal of Landscape Architecture.

Cristina Castel-Branco
Arquiteta Paisagista pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA). Bolseira Fullbright–ITT, Master in Landscape Architecture pela Universidade de Massachusetts, prosseguindo estudos na Universidade de Harvard. Doutorou-se em 1993 e fez a Agregação no ISA em 2006, onde é Professora desde 1989 nas áreas de História de Arte de Jardins, Ecologia da Paisagem, Desenho e Projeto de espaços públicos. Foi diretora do Programa Doutoral em Arquitetura Paisagista e Ecologia Urbana- LINK de 2009 a 2015.
Investigadora e fundadora do Centro de Ecologia Aplicada Bolseira da Universidade de Técnica de Lisboa, e investigadora associada do Centro de História de Além Mar da Universidade Nova. Bolseira de investigação no Dumbarton Oaks Research Library na área de Garden and Landscapes Studies (2015) e na Universidade de Tóquio, Historiographical Institute como Visitor Scholar em 2015.
Membro Internacional do ICOMOS, conselheira do Comité Internacional de Paisagens Culturais (UNESCO), fundou e presidiu à Associação Portuguesa dos Jardins e Sítios Históricos, e como projetista (atelier ACB, desde 1990) tem obras premiadas, em Portugal e no estrangeiro. Foi condecorada Officier des Arts et des Lettres em 2013 pelo Governo Francês.

Danilo François Udovicki-Selb
Professor associado na School of Architecture da University of Texas at Austin, doutorado em História, Teoria e Crítica da Arquitetura pelo Massachusetts Institute of Technology. Tem vasta obra publicada sobre a década de 1930 na União Soviética e em França, especialmente sobre Charlotte Perriand, Le Corbusier e Jacques Gréber. O seu mais recente ensaio neste tema, Reinventing Paris: The Competitions for the 1937 Paris International Exposition, foi publicado no Journal of Architectural Historians (2015). O livro NARKOFMIN: Moisej Ginzburg and Ignatij Milinis (Ernst Wasmuth Verlag, Berlin) é seu trabalho mais recente. É o correspondente norte-americano e crítico de arquitetura para o Il Giornale dell’Architettura, de Turim, Itália.

Filipa Lowndes Vicente
Investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, doutorou-se na Universidade de Londres, em 2000, com uma tese que deu origem ao livro Viagens e Exposições: D. Pedro V na Europa do Século XIX (2003). É autora de vários artigos e livros, nomeadamente: Outros Orientalismos: A Índia entre Florença e Bombaim, 1860 1900, publicado em Portugal (2009) na Índia e em Itália (2012) e Arte Sem História: Mulheres e Cultura Artística, Séculos XVI XX (2012). Em 2014 editou um livro com a participação de trinta autores O Império da Visão: fotografia no contexto colonial português (1860-1960), resultado de um projeto de investigação que coordenou. 
Os seus temas de investigação centram-se nos séculos XIX e XX: a produção de conhecimento em contextos coloniais; a história da Índia Colonial; relações entre género e colonialismo; o lugar das mulheres enquanto autoras e criadoras; a história de coleções, museus, exposições, viagens, fotografia.

Filipe Araújo 
Licenciado em Engenharia Eletrotécnica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e mestre em Telecomunicações pela University of Manchester Institute of Science and Technology, no Reino Unido. Quadro superior de uma empresa multinacional de telecomunicações, foi professor convidado na Faculdade de Ciências do Porto entre 2007 e 2011. Membro do Conselho de Administração da Fundação da Juventude, foi deputado à Assembleia Municipal do Porto entre 2005 e 2009. Desde 2013 é vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente do executivo da Câmara Municipal do Porto liderado por Rui Moreira.

Helena Madureira
Licenciada em Geografia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Concluiu em 2001 o Mestrado em Planeamento e Projeto do Ambiente Urbano pelas Faculdades de Arquitetura e Engenharia da Universidade do Porto com uma dissertação sobre os processos de transformação da estrutura verde do Porto. Doutorou-se em Arquitetura Paisagista pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em 2008 com a dissertação «A infraestrutura verde da Bacia do Leça: uma estratégia para o desenvolvimento sustentável na Região Metropolitana do Porto», publicada pelas Edições Afrontamento em 2011.
É professora auxiliar no Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigadora do CEGOT (Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território), centrando-se em temas relacionados com o planeamento do território e da paisagem e com o planeamento urbano sustentável.

João Almeida
Licenciado em Planeamento Regional e Urbano, na Universidade de Aveiro em 2000, onde integrou até 2002 a equipa de investigação em Ordenamento do Território do Departamento de Ambiente e Ordenamento. Aí Participou em diversos projetos, entre os quais se destacam, o Estudo Paisagístico para a Candidatura do Alto Douro Vinhateiro a Património Mundial da UNESCO e decorrente desta classificação o Plano Intermunicipal de Ordenamento do Território do Alto Douro Vinhateiro.
Em 2005 obteve o grau de Mestre em Arquitetura Paisagista na Universidade de Massachusetts, integrando nesse ano a equipa de investigação em arquitetura paisagista, no Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, participando em projetos como a Proposta de Criação da Paisagem Protegida do Mindelo e o Plano Regional de Ordenamento para a Região Norte. Gestor do Parque de Serralves entre 2007 e 2011. Diretor do Parque desde 2012.

Jorge Ricardo Pinto
Licenciado, Mestre e Doutor em Geografia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP). É professor coordenador no Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, professor assistente na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e professor convidado no departamento de formação contínua da FLUP. Desenvolve investigação científica em temas como a morfologia e história urbana e a geografia social, no Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território, onde é membro integrado, e no Centro de Investigação Interdisciplinar e de Intervenção Comunitária onde é o investigador responsável pelo projeto CHIP. Tem apresentado comunicações em conferências internacionais e publicado artigos científicos, atas de congressos, capítulos de livros e quatro livros. Dois como autor, O Porto Oriental no final do século XIX e Bonfim – Território de Memórias e Destinos, e outros dois como coordenador, Turismo, património e inovação e O 285 da rua de Cedofeita. É subdiretor da revista científica Percursos e Ideias.

Kate Colquhoun
Autora de cinco livros incluindo o seu primeiro A Thing in Disguise: The Visionary Life of Joseph Paxton (HarperCollins, 2003), nomeado para vários prémios, nomeadamente o Duff Cooper Prize e o Samuel Johnson Prize, dois dos mais importantes prémios para obras não ficcionais atribuídos no Reino Unido. Foi também "Livro da Semana” da BBC Radio4. É escritora a tempo inteiro, revisora e historiadora. Vive em Londres com os seus dois filhos. Escreve com frequência para a imprensa nacional do Reino Unido, nomeadamente para o Sunday Times, o Finantial Times e o Telegraph e é presença assídua na televisão e rádio no Reino Unido.

Marc Treib
Professor Emeritus de arquitetura na University of California, Berkeley e historiador e crítico da arquitetura e paisagem. Tem vasta obra publicada em temas históricos e modernos, nomeadamente An Everyday Modernism: The Houses of William Wurster (1995); Space Calculated In Seconds: The Philips Pavilion, Le Corbusier, Edgard Varèse (1996); Thomas Church, Landscape Architect (2004); Settings and Stray Paths: Writings on Landscapes and Gardens (2005); Representing Landscape Architecture (2007); Drawing/Thinking (2008); Spatial Recall: Memory in Architecture and Landscape (2009); and Meaning in Landscape Architecture & Gardens (2011) e foi o coordenador editorial de Modern Landscape: a Critical Review (1993).

Nuno Grande
Arquiteto, curador e investigador em arquitetura. Professor Auxiliar do Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra (DARQ/FCTUC). Professor convidado da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, no curso de Mestrado e no programa de Doutoramento em Arquitetura. Licenciou-se em Arquitetura pela Universidade do Porto, em 1992, e doutorou-se pela Universidade de Coimbra, em 2009, onde é investigador do Centro de Estudos Sociais (CES). 
Foi responsável pela Programação cultural na área de Cidade e Arquitetura, do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. Foi curador de exposições na 1ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, na 7ªa Bienal de Arquitetura de São Paulo, ambas em 2007, e em Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura. Prepara exposições, em 2016, na Cité de L’Architecture at du Patrimoine, Palais de Chaillot, Paris, e para a Representação oficial portuguesa na 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza. É autor de diferentes livros e ensaios sobre Arquitetura Portuguesa, e escreve ocasionalmente para publicações da especialidade, dentro e fora de Portugal.

Paulo Ventura Araújo
Nascido em 1966, vive e trabalha no Porto. De 2005 a 2008 integrou a direção da Campo Aberto – Associação de Defesa do Ambiente. É coautor, com Maria Carvalho e Manuela Ramos, dos livros À sombra de árvores com história (Campo Aberto, 2004; reed. Gradiva, 2006 e 2008) e Um Porto de árvores (Campo Aberto, 2006; reed. 2013). É também autor do livro de crónicas A Árvore de Natal do Senhor Ministro (Afrontamento, 2009). Desde 2004, mantém com Maria Carvalho o blogue Dias com Árvores, dedicado à flora de Portugal Continental e dos Açores. 

Stéphanie de Courtois
Doutorada em História de Arte, investiga a história de parques e jardins e dos projetistas franceses e estrangeiros do século XIX. Leciona atualmente a disciplina de mestrado "Jardins Históricos, Património, Paisagem” na École Nationale Supérieure d’architecture de Versailles. É membro do Conselho Nacional de Parques e Jardins francês e Secretária do Comitê Científico Internacional para as Paisagens Culturais do ICOMOS-IFLA. Foi coeditora do livro Edouard André, un paysagiste botaniste sur les chemins du monde (2001) e contribuiu para a exposição J’ai descendu dans mon jardin (2011). A sua investigação desenvolve-se no âmbito das transferências culturais e técnicas entre a Alemanha e a França, tendo participado em diversas publicações e conferências, mais recentemente naquelas dedicadas às alterações climáticas nos jardins (Historische Gärten im Klimawandel, 2014) e, também em 2014, no livro Aperçus sur l’art des jardins paysagers, assortis d'une Description détaillée du parc de Muskau, Hermann von Pückler-Muskau (1785-1871). 

Teresa Andresen
Arquiteta Paisagista, doutorada em Ciências Aplicadas ao Ambiente pela Universidade de Aveiro. Lecionou durante 30 anos em três universidades portuguesas e em 2007 tornou-se Professora Catedrática na Universidade do Porto. É autora de diversas publicações, nomeadamente coautora do livro Jardins Históricos do Porto. Dos seus projetos de investigação mais recentes, destaca-se a proposta para uma Rede de Parques Metropolitanos para a Área Metropolitana do Porto. Foi diretora do Jardim Botânico do Porto e do Parque de Serralves e membro da Assembleia Municipal do Porto. Atualmente desenvolve atividade liberal como consultora e é membro do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, do Conselho Municipal de Ambiente do Porto e perita de Portugal na Comissão Permanente do Património Mundial da UNESCO. Comissariou a conferência ‘Jacques Gréber. Urbanista e Arquiteto de Jardins’ que teve lugar em 2011 na Fundação de Serralves.

Teresa Portela Marques
Arquiteta Paisagista, licenciada e doutorada pelo Instituto Superior de Agronomia (Universidade de Lisboa), é professora auxiliar nos cursos de Arquitetura Paisagista da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e investigadora no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO/INBIO) tendo também lecionado na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. A sua investigação desenvolve-se, fundamentalmente, no âmbito da história e crítica das paisagens de amenidade, particularmente das que foram desenhadas no século XIX e primeiras décadas do século XX, assim como no domínio da conservação e recuperação de jardins e paisagens de valor histórico. É coautora do livro Jardins du Maroc, d’ Espagne et du Portugal - Un art de vivre partagé e do livro Jardins Históricos do Porto. Foi diretora do Parque da Fundação de Serralves entre 1994 e 2000. 



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