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FESTA DE OUTONO 2013
06 OUT 2013
Esta festa, na sua 5ª edição, oferece um conjunto de atividades gratuitas para todas as idades. A Festa tem como tema o outono, o ritmo das estações, as colheitas, os saberes e as práticas ancestrais ligadas à tradição rural, a produção de alimentos em modo biológico, as dietas alimentares alternativas, o consumo responsável, entre outras temáticas associadas à proteção do meio ambiente. 
  • LocalPARQUE DE SERRALVES
  • Horário10h00 - 19h00
  • Dias06 OUT 2013
Músico nascido em Lisboa no ano de 1982, Norberto Lobo é já uma das figuras principais da música portuguesa deste arranque de século. Dono de um percurso aparte de qualquer meio de ensino académico especializado, Norberto edificou o seu trajeto através de uma aprendizagem riquíssima e independente, tanto individual quanto generosa e comunal, por uma panóplia vastíssima de música. Tem colaborado com artistas como os München, Chullage ou Lula Pena, para além de ser co-fundador dos projetos Norman, Colectivo Páscoa e Tigrala. Já partilhou palcos ou digressões com variadíssimos músicos internacionais, como é o caso Lhasa de Sela, Devendra Banhart, Larkin Grimm, Naná Vasconcelos ou Rhys Chatham. Regularmente tem empreendido séries de datas na Europa, com destaque para aparições ao vivo no celebrado Café Oto em Londres ou na Fundação Calouste Gulbenkian da capital inglesa, bem como tours sucessivas na Escandinávia, onde se lhe conhece um culto assinalável. É versado em várias guitarras, com particular dedicação nos últimos anos à acústica, à elétrica, e, mais recentemente, à tambura, que tem sido o seu principal instrumento no projeto Tigrala, e que foi feita à mão e oferecida de surpresa por um admirador seu na Dinamarca.
Uma das causas fundamentais de extinção do lobo (Canis Lupus) é a perseguição que lhes é movida pelo Homem. Poucos animais inspiram simultaneamente tanto receio e tanto respeito como o lobo. Mas o que se sabe realmente sobre este animal e do modo como o Homem o vê?
O Grupo Lobo dá a conhecer, através desta exposição itinerante, o verdadeiro lobo, procurando responder a estas questões, informando, sensibilizando e alertando para a problemática da conservação do lobo, e simultaneamente para a necessidade de compreender a importância da biodiversidade em geral.
Vão também realizar atividades para crianças relacionadas com pintura e escrita, dedicadas ao lobo.

Fotografia:  "Lobo Ibérico" / Artur V. Oliveira, Grupo Lobo
Feira de Produtos Biológicos
Muitas propostas saborosas e saudáveis de produtos frescos ligados a um modo de vida mais consciente e saudável, com grande diversidade de bancas, incluindo a presença do Berdinho. 

Feira da Festa
A Loja de Serralves vai até ao Pátio da Nogueira não só com propostas para crianças (jogos didáticos e Merchandising Serralves, entre outros) mas também com livros de diversas categorias com descontos especiais de outono - até 50%.
FESTA DA LÃ
Oficina de Feltro
Artistas: Diana Regal e grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo

Oficina do Feltro é um projeto implementado em Viana do Alentejo desde 2007, que visa a reabilitação do trabalho artesanal com as lãs locais, sobretudo a partir de técnicas de produção têxtil, como a feltragem, mas também a fiação e a tecelagem.
Na Festa da Lã pisa-se e feltra-se um têxtil, ao som dos cantares do Alentejo. Uma Festa coletiva que conta com o Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo. Com a lã que resulta da tosquia recuperamos e reinventamos formas tradicionais de fazer feltro como uma prática coletiva, com cantares alentejanos à mistura. Este processo, que segue as práticas ancestrais de produção de tecido sem fio, distingue-se das formas mais atuais de fazer feltro, sobretudo pela utilização mais imediata da lã, sem a sua transformação.
35 CONTOS DOS IRMÃOS GRIMM
António Fontinha, Cristina Taquelim, Maria Morais, Rodolfo Castro e Thomas Bakk
11h00-12h00, Encosta das Aromáticas
Apoio: IELT - FCSH - FCT | TSF

Recolhidos da tradição oral pelos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm há mais de 200 anos, os contos agora reunidos em audiolivro pela editora Boca apresentam-se pela primeira vez na Festa de Outono de Serralves, com a participação dos contadores Maria Morais, Rodolfo Castro e Thomas Bakk.


SESSÃO DE CONTOS
Joaninha Duarte de Cabeção - Oficina de Feltro
15h00-16h00, Passeio da Levada

A partir do livro Era uma vez um tapete e Arca de Noé, da autoria de Regina Guimarães, editado pela Colecção B – Oficina do Feltro, contam-se histórias, uma que descreve a produção de um tapete de feltro artesanal e outra que recorre ao mito de Noé e da sua Arca.
CÃO DE CASTRO LABOREIRO
Das 10h às 19h, Cabana

Considerada como uma das mais antigas da Península Ibérica, esta é uma raça portuguesa que vale a pena conhecer! Esta raça considerada rara, originária da Vila de Castro Laboreiro, no Noroeste de Portugal, foi selecionada para proteger os rebanhos dos ataques dos lobos, que ainda hoje abundam na região. Apesar do seu grande porte, é um excelente cão de companhia que estabelece uma forte ligação com a família, mostrando grande docilidade com crianças. É um cão inteligente e saudável que não requer cuidados especiais, apenas necessita de exercício regular. O Clube do Cão de Castro Laboreiro, fundado em 1989 e reconhecido pelo Clube Português de Canicultura, é constituído por proprietários, criadores e amigos da raça, cuja principal missão é preservar e dar a conhecer este magnífico cão.

Fotografia: Cão de Castro Laboreiro / Pedro Alarcão

OVINOS DA RAÇA BORDALEIRA DE ENTRE DOURO E MINHO
Das 10h às 19h, Picadeiro
Parceiro: Associação de Criadores de Bovinos da Raça Barrosã (AMIBA)

A raça de ovelhas Bordaleira de Entre Douro e Minho encontra-se atualmente em franco declínio. Esta raça, para além de dar origem a uma carne de excelente qualidade, produz estrume para fertilização das hortas e contribui para a limpeza e manutenção dos campos, permitindo a promoção da biodiversidade e conservação da paisagem típica da região minhota. A presença destes ovinos visa dar a conhecer o património genético nacional e divulgar o trabalho desenvolvido pela Associação de Criadores AMIBA, que representa, para além desta raça autóctone de ovinos, a raça bovina Barrosã e as quatro raças de galináceos nacionais.
A par da exposição de rebanho de ovelhas, haverá demonstração de tosquia de ovelhas e informação ao público, prestada por técnicos da Associação AMIBA.
"MULHERES DE BUCOS” APRESENTAM O CICLO DA LÃ DA OVELHA ATÉ AO FIO
10h às 12h30 e das 14h30 às 19h

Na Casa da Lã de Bucos – Museu de Cabeceiras de Basto, a lã ainda é processada de forma artesanal por um grupo de mulheres que, da ovelha até ao fio, completa o ciclo e transforma as fibras da lã. A intenção é salvaguardar uma valiosa sabedoria resultante de séculos de evolução e de anos de aprendizagem e aperfeiçoamento por parte de quem, hoje em dia, ainda o sabe praticar. A lã utilizada na Casa da Lã é, na sua maioria, proveniente de rebanhos locais de ovelhas Bordaleiras de Entre Douro e Minho, a raça autóctone em destaque nesta Festa do Outono. Venha aprender a esgadelhar, cardar ou fiar a lã, enquanto ouve cantar as "Mulheres de Bucos”.

Fotografia: Ciclo da Lã da Ovelha até ao Fio, Mulheres de Bucos / Alice Bernardo
"Há Vida em Serralves!” é uma série documental que pretende dar a conhecer o património natural do Parque, nomeadamente a sua riqueza em biodiversidade, tendo sido exibida no 1º semestre de 2013, na RTP Informação.
Morcegos, aves, anfíbios, répteis, e borboletas, são alguns dos animais que visitamos a cada episódio e que nos mostram que há mais vida na cidade, além de nós. Na exibição dos documentários na Festa do Outono, estarão presentes investigadores do CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, que participaram na realização dos documentários.
Participação: Sem marcação prévia, sujeito à lotação do espaço. 

Episódio AVES (00:20:27)
11h30, com a participação do investigador Pedro Andrade

Episódio MORCEGOS (00:19:23)
15h30, com a participação dos investigadores Hugo Rebelo e Francisco Amorim

Episódio INSETOS & BORBOLETAS (00:19:17)
16h30, com a participação do investigador José Manuel Grosso-Silva

Episódio ANFÍBIOS E RÉPTEIS (00:18:29)
18h00 com a participação do investigador José Teixeira


Parceiro
: CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos/Universidade do Porto
Percursos exploratórios para todas as idades. Encaminhados por investigadores especializados, miúdos e graúdos vão descobrir e observar vestígios e conhecer múltiplas curiosidades e factos sobre micromamíferos, morcegos, aves, insetos, anfíbios e répteis, e ainda sobre a flora do Parque de Serralves.
Lotação: grupos com um máximo de 25 participantes
Ponto de encontro: Cantinho dos Investigadores (Prado Milaneza)
Parceiro: CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos do ICETA/Universidade do Porto

OS ANFÍBIOS E RÉPTEIS DE SERRALVES
10h00 e 17h00, Orientação de Armando Alves e José Teixeira

AS AVES DE SERRALVES: MUITO MAIS QUE PARDAIS E MELROS
10h30 e 17h30, Orientação de Pedro Andrade

ANIMAIS DA QUINTA
11h00 e 15h30, Orientação de Fernando Teles e Joana Mexia de Almeida

ONDE DORMEM OS MORCEGOS EM SERRALVES?
11h30 e 14h40, Orientação de Hugo Rebelo e Francisco Amorim

OS INSETOS DO OUTONO NO PARQUE
12h00 e 15h00, Orientação de José Manuel Grosso-Silva

OS COGUMELOS DO OUTONO EM SERRALVES
12h00 e 15h00, Orientação de Ricardo Castilho

A ÁGUA NA FLORESTA
16h00, orientação de Cláudia Carvalho Santos

ONDE VIVEM OS MICROMAMÍFEROS NAS CIDADES?
16h30, orientação de Joana Paupério

FOGO E FLORESTA
16h30, Orientação de João Torres
Atividades para todas as idades. Sem marcação prévia, em funcionamento contínuo, sujeito à lotação em cada momento.

PEQUENOS MAMÍFEROS NA CIDADE
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
Os pequenos ratinhos e morcegos urbanos fazem do Parque o seu habitat. Peludos, atentos e muito curiosos, serão os protagonistas nesta oficina de grandes descobertas. Membranas alares, ultrassons, tocas e pegadas desvendarão um pouco do seu mundo.
Orientação: Mundo Científico, Lda.

O UNIVERSO FANTÁSTICO DA HERPETOFAUNA
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
Tantos mitos rodeiam os sapos, os lagartos e as serpentes! Será pelas suas cores vivas? Pela sua pele viscosa? Ou pelo veneno que inoculam nas suas presas? Vamos contar histórias de verdade sem deixar fugir a magia do universo fantástico dos anfíbios e répteis que vivem em Serralves.
Orientação: Mundo Científico, Lda.

INSETÁRIO
Das 10h às 19h, Celeiro
Nas asas de uma borboleta começa a aventura para a nossa oficina transformada num Insetário. Bichas cadela, escaravelhos, joaninhas ou pulgões, a confusão mistura-se com o entusiasmo no meio de lupas, tabuleiros, pinças e redes.
Orientação: Mundo Científico, Lda.

LABORATORIUM BOTANICUM
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
Flores que se comem, árvores que se adaptam ao fogo, plantas sem semente ou algas que vivem nos troncos. Tudo será analisado num laboratório de campo onde os porquês são o ponto de partida e experimentar é obrigatório.
Orientação: Mundo Científico, Lda.

NO TRILHO DOS ANIMAIS DA QUINTA
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
Galinha, burros, ovelhas e abelhas, nada faltará nesta festa! E nesta oficina dedicada às raças domésticas autóctones, viajamos à descoberta do ciclo da lã ou ao interior de uma colmeia. Penas, ovos, bicos e patas, pequenas curiosidades que farão as delícias das famílias.
Orientação: Mundo Científico, Lda.

AVENTURAS NO JARDIM
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
De cabeça no ar e olhos bem abertos, vamos ver, ouvir e descobrir quantas aves diferentes habitam o Parque. Pisco, melro, carriça e pardal, qual é qual nesta aventura da biodiversidade? Pequenos truques de identificação ajudarão na tarefa.
Orientação: Mundo Científico, Lda.

JOGOS DO AMBIENTE
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
Divertidos jogos inspirados na temática do ambiente: quem poupa mais água - o pai ou a mãe? Quem salva os ovos que caíram do ninho da andorinha? Andar de bicicleta é saudável e amigo do ambiente - vamos experimentar! Estas e outras propostas vão desafiar as famílias para o saber e para a brincadeira.
Orientação: Mundo Científico, Lda.
Participação: 
alunos da Licenciatura em Educação Básica da Escola Superior de Educação do Intituto Politécnico do Porto

O OUTONO NA CABEÇA
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
Há sol e chuviscos no Outono e é preciso resguardar a cabeça. O que vamos inventar para cumprir aquela função?
Orientação: C. Camargo - Oficinas de artes, Lda., Carla Alves, Joana Nascimento, Sofia Santos

SEGREDOS DO OUTONO
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
Haverá sentimentos especiais no Outono? E segredos, mensagens? Numa caixinha que se guarda na carteira vamos dar resposta às perguntas iniciais.
Orientação: André Rodrigues, C. Camargo - Oficinas de Artes, Lda., Filipa Mora, Sónia Borges
Apoio: Milaneza

PINTURAS DE OUTONO
Das 10h às 19h, Prado Milaneza
Ao ar livre e em cavaletes, vamos pintar com tintas coloridas e fazer desenhos com formas reais e imaginárias. Podes imitar o que vês à tua volta, criar garatujas com riscos ou até fazer borrões, mas vamos todos marcar no papel a chegada do Outono!
Orientação: Ana Martins, Carlos Carvalho, Dina Marques, Marco Ramos

AULA DO BURRO
10h30, 11h30, 12h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, Passeio da Levada
Esta será uma aula singular, pois não é todos os dias que podemos aprender mais sobre o ciclo de vida do Burro de Miranda: o que come, quanta água bebe, que cuidados necessita para o seu bem-estar, as suas caraterísticas e os seus usos.
Todas as famílias estão convidadas a ver e ouvir falar desta raça asinina que está atualmente ameaçada de extinção. Conhecer para defender!
Lotação: em cada momento é determinada pelas dinâmicas geradas entre o público e os burros, e definida pelos monitores responsáveis pelas aulas.
Parceiro: AEPGA - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino

APANHA E DESFOLHADA DO MILHO
10h00-11h00 e 16h00-17h00, Prado das Abelhas
Esta atividade convida as famílias a apanharem as espigas de milho do milheiral de Serralves e a realizarem a desfolhada: separação da espiga do folhelho. O milho recolhido servirá para plantar novo milheiral no próximo ano e para alimentar as galinhas da Quinta com esta variedade regional e antiga de milho. Desta forma, para além de vivenciarem uma atividade ancestral e se divertirem, as famílias contribuem para a sustentabilidade alimentar da Quinta.
Coordenação: Serviço Educativo
Lotação: 100 pessoas por horário
Teatro
Graeme Pulleyn
10h30-12h30 e 16h30-18h30
Presa

O Teatro Mais Pequeno do Mundo apresenta MicroFénix , cinco "curtas” teatrais e musicais que convidam o público a experienciar a Caravana Penélope, espaço/palco deste projeto, de diversas perspetivas e formatos. Renascer, reinventar, reciclar, repensar, recriar, refilar, ressonar, refogar são alguns dos verbos que povoam a narrativa deste espetáculo, que apresenta mensagens do passado, que se revêem no presente, deixando ideias para o futuro.  Co-criação de atores, músicos e escritores, os espetáculos miniatura de MicroFénix têm como fio condutor uma delicadeza absurda, uma visão surrealista e uma conceção insólita. Adão e Eva, A Escola ao Contrário, A Casa no Meio da Estrada, O Telemóvel que Caiu na Sanita, Dinheiro Debaixo do Colchão, são algumas das pérolas preciosas que se podem encontrar dentro, à volta e por cima da Penélope A Caravana.
Criação coletiva de Ana Bento, Fernando Giestas, Graeme Pulleyn, Sónia Barbosa
Coordenação do TMPM: Graeme Pulleyn
Apoio: TSF
Teatro
Duas sessões: 14h00 e 17h00 
Parceiro: AEPGA - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino
Coprodução: AEPGA e Rei sem Roupa

Duas personagens aparentadas a um D. Quixote e um Sancho Pança, um misto de mendigos e jograis, viajam por um país aparentado ao nosso, um país sem tempo.
Neste périplo, acompanham-nas dois burros, os verdadeiros senhores da viagem. Os quatro vêm ao burgo prestar uma visita de fingida cortesia à sua população, trazendo antigas histórias e parábolas. Ou talvez tão atuais que inquietem as gentes.
ARRE! Peça para dois burros e dois atores é uma exploração teatral de pendor cómico que cruza, num espetáculo de rua, três pontos de partida: o Burro de Miranda, uma pesquisa sobre a linguagem teatral do Bufão e um imaginário inspirado na obra "D. Quixote de la Mancha”. A questão da idiossincrasia, como resistência à ordem (social, de poder, cultural, estética e mesmo moral) é o ponto unificador desta tríade.

Ficha artística:
Interpretação: Alexandre Sá, Janela Magalhães e dois burros da AEPGA
Encenação: Pedro Fabião
Figurinos: Janela Magalhães, Alexandre Sá, Anymamundy
Fotografia: Pedro Santos
Co-produção: Rei Sem Roupa e AEPGA

Fotografia: Cláudia Costa
Teatro físico, visual, clown e burlesco
Luciano Amarelo e Olivier Luppens
Duas sessões: às 11h30 e às 15h00
"Victor, empreiteiro de segunda geração! A obra, o seu universo singular, é um legado do seu avô. Por vezes, sonha com Buenos Aires. Certo dia, bate-lhe à porta um estranho. Impossível ver-se livre dele. Chama-se Max.
Estes dois homens não parecem ter sido feitos um para o outro... mas... Max, uma ave migratória, adapta-se a qualquer situação, sempre de forma muito pessoal. Esta é uma história para ser lida como uma banda desenhada. Quando as palavras são quase supérfluas, a imagem arrebata-nos. Uma história contemporânea, divertida e tocante.

Encenação: Tom Roos
Interpretação: Luciano Amarelo e Olivier Luppens
Co-produção: Terra na Boca / En Chantier(s) / Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura
Créditos: Vincent d'EAUBONNE
 
Victor Gama apresenta em concerto uma série de composições recentes para Acrux, Toha e Dino, instrumentos da série Pangeia Instrumentos, criados e desenvolvidos por si ao longo dos últimos vinte anos. Algumas das peças tiveram a sua apresentação mais mediática no Carnegie Hall em Nova Iorque a 12 de Março de 2010 a convite de David Harrington dos Kronos Quartet.
Na sua música, Victor Gama revela uma paleta sonora construída a partir de elementos percussivos e arpejos de cordas que fecham um círculo entre a música de gamelão indonésio e compositores contemporâneos como Francis Bebey, Steve Reich ou Erik Satie. Tocando os instrumentos acústicos que constrói, os Pangeia Instrumentos, nome do album editado por Aphex Twin na Rephlex Records que o levou a apresentar-se em palcos de todo o mundo, Gama explora as fronteiras entre elementos folk tradicionais, electrónica e música improvisada.


Biografia
Músico, compositor e criador de instrumentos contemporâneos, explora a intercecção entre o virtual e o físico, o digital e o analógico, e a forma como esta se manifesta como um novo território musical e sonoro. Mestrado em tecnologia da música e organologia pela Sir John Cass Faculty of Art,Architecture and Design de Londres, o seu trabalho de permanente pesquisa faz uso de elementos dinâmicos num processo de composição que inclui a concepção, design e construção dos instrumentos com que a obra é executada, dando assim origem ao instrumentário e instalações da série Pangeia Instrumentos. Como resultado tem vindo a atraír encomendas por parte de alguns dos ensembles e instituições de prestígio mundial como a Chicago Symphony Orchestra, a Kronos Performing Arts Association, o National Museums of Scotland, o Tenement Museum de Nova Iorque, a Prince Claus Fonds da Holanda ou a Royal Opera House de Londres. Uma das sua obras mais recentes para quarteto de cordas e três dos seus instrumentos foi estreada pelo Kronos Quartet no Carnegie Hall em Nova Iorque em Março de 2010 e apresentada ao público português no CCB em Novembro de 2010. A obra ""Rio Cubango"" encomendada pelo Amsterdam Fund for the Arts e a Prince Claus Fund estreou no Concertgebouw em Amesterdão a Novembro de 2011 e a sua mais recente encomenda feita pela Orquestra Sinfónica de Chicago estreou em Março de 2012 em Chicago.
Braima Galissa é um tocador de kora e cantor originário da Guiné-Bissau. Nasceu no seio de uma família de djidius - músicos hereditários - sendo Galissa o nome de uma das famílias que tradicionalmente toca kora. Começou a aprender a tocar este instrumento com 5 anos de idade pela mão do pai, Abudo Galissa, e também da mãe e do tio materno, todos eles pertencentes a esta tradição de músicos. Reside em Portugal desde 1998, onde tem continuado a executar vários projetos culturais e a dar concertos por todo o país. A nível internacional, tocou em Espanha, Brasil, S. Tomé, e toda a Costa Ocidental Africana. Participou em trabalhos discográficos de João Afonso, Amélia Muje, Herménio Meno, na colectânea ""Mon na mon"", Blasted Mechanism, Sara Tavares e vários artistas guineenses.

Kora é um instrumento associado à recitação de histórias, e significa no dialecto Mandinga "o instrumento que abrange tudo”. Tendo-se apercebido do peso cultural do kora, Braima Galissa procura preservar a sua simbologia. A sua pedagogia tradicional – que dura cerca de 15 anos – envolve canto, afinação, e construção do instrumento, formação em história africana, linguística e relações internacionais. Constituído originalmente por uma cabaça, metal, madeira, pele e 21 cordas de pele de gazela, o kora foi evoluindo a partir de vários instrumentos como o tonkoron e o bolonbata, desde os meados do século XIII. Por influência dos Europeus, as cordas foram substituídas por fios de nylon e a sua sonoridade harmoniosa assemelha-se à de uma harpa.
A segunda edição do projeto Intergeracional, uma parceria entre a Câmara Municipal do Porto/Fundação Porto Social e o Serviço Educativo da Fundação de Serralves, tem como principal objetivo o cruzamento do presente, do passado e do futuro, criando elos de ligação entre várias gerações. 
À semelhança da edição anterior, este projeto envolveu um grupo de adolescentes do Centro António Cândido e um grupo de adultos na terceira idade do Centro de Dia do Santíssimo Sacramento, ao qual se juntou outro grupo do Centro de Dia do Bom Pastor — Cruz Vermelha Portuguesa. 
Nos espaços das instituições envolvidas, bem como no Museu e no Parque de Serralves, foram realizados encontros, convívios e oficinas com o propósito de criar ligações de afeto e cruzar experiências de vida, valorizar o imaginário, estimular capacidades e comunicar através da expressão plástica e da escrita criativa. 
A presente exposição pretende dar a conhecer o trabalho desenvolvido e partilhar registos de todo o processo.  

Dia de encerramento da exposição
06 out, dom, Festa do Outono: das 10h00 às 19h00

Horários de visita da exposição de 20 setembro a 5 de outubro
Ter-Sex: das 10h00-13h00 e 14h00-17h00
Sáb e dom: das 10h00 às 18h00 

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Serralves