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INSTALAÇÃO "HÁ LUZ NO PARQUE" 2017
de 07 JUL 2017 a 28 AGO 2017
No verão de 2017 volta o "Há Luz no Parque”, já na sua terceira edição. Os públicos de Serralves podem visitar o Parque à noite nos meses de julho e agosto e conhecer, ou revisitar, percursos, árvores e elementos construídos icónicos, decorativamente iluminados, que transformam o ambiente noturno do Parque numa experiência única de magia e luz.
Durante o período em que decorre a instalação "Há Luz no Parque”, o público poderá também assistir a concertos, sessões de cinema ao ar livre, performances, integrar as visitas noturnas orientadas que contam a história do Parque ou que levam a conhecer a vida que desperta no Parque à noite, participar em atividades lúdico-pedagógicas ou em workshops de fotografia noturna. 

Horários:
As luzes da instalação acendem às 21h00 e a entrada é pelo portão da Avenida Marechal Gomes da Costa: 
- dias de semana: 21h00-00h00 (durante a semana o Parque encerra entre as 19h00 e as 21h00);
- fins de semana: 20h00-00h00 (ao fim de semana o Parque está aberto em contínuo das 10h00 às 00h00).
Entrada: portão da Avenida do Marechal Gomes da Costa. 
Acesso: mediante aquisição de bilhete Parque (5€) ou Parque+Bienal (7€) - bilheteira aberta até às 23h00.
Acesso gratuito: exclusivo para Amigos de Serralves


Actividades Relacionadas
VISITAS NOTURNAS AO PARQUE

Visite o Parque à noite, livremente ou em visitas orientadas e redescubra o seu encanto, ou deixe-se encantar pela primeira vez com este jardim histórico singular da arte paisagista europeia.
Acesso: 5€ (entrada livre para crianças até aos 12 anos de idade)
Amigos de Serralves: 4,50€
Lotação: 35 adultos
Notas:
- as visitas orientadas têm uma lotação máxima de 35 participantes, mas não há reserva de bilhetes. Os bilhetes estão disponíveis para compra online ou na receção do Museu;
- as visitas orientadas podem assumir circuitos diferenciados mediante o público participante, de forma a incluir PMR (Pessoas com Mobilidade Reduzida).

VISITAS AO PARQUE
Nestas visitas noturnas ao Parque de Serralves, os participantes terão oportunidade de saber mais sobre a história e curiosidades do Parque enquanto partem à (re)descoberta dos seus espaços mais emblemáticos e das suas árvores mais notáveis, agora artisticamente iluminados. Uma experiência inesquecível a não perder.
Com Educadores do Serviço Educativo: André Rodrigues, Armando Alves, Marco Ramos 
Horário: 21h30-23h00
Datas:
08 JUL (SÁB) 
13 JUL (QUI), 14 JUL (SEX), 15 JUL (SÁB)
20 JUL (QUI), 21 JUL (SEX), 22 JUL (SÁB)
29 JUL (SÁB)
03 AGO (QUI), 04 AGO (SEX), 05 AGO (SÁB)
10 AGO (QUI), 11 AGO (SEX), 12 AGO (SÁB)
17 AGO (QUI), 18 AGO (SEX), 19 AGO (SÁB)
24 AGO (QUI), 25 AGO (SEX), 26 AGO (SÁB)

VISITAS À LUZ DA VIDA NO PARQUE
Quando a noite cai e a cidade se recolhe, há toda uma dinâmica de vida que desperta aproveitando o sossego para prosperar. Fenómenos naturais exclusivos do período noturno servirão de mote a estas visitas orientadas. 
Com Investigadoras do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos): Raquel Ribeiro, Sofia Viegas
Horário: 21h30-23h00
Datas: 12 JUL (QUA), 19 JUL (QUA), 26 JUL, 02 AGO (QUA), 09 AGO (QUA), 16 AGO (QUA), 23 AGO (QUA)

CICLO DE CINEMA DE JOSÉ ÁLVARO MORAIS

A primeira retrospetiva integral de José Álvaro Morais no Porto decorrerá ao ar livre, no Parque de Serralves, constituindo uma oportunidade única para redescobrir uma obra maior e ver projetadas a Norte imagens do Sul. Poucos foram os realizadores que terão conseguido interrogar o país de forma tão livre e luminosa. A mostra inicia-se com a estreia de Silêncios do Olhar, documentário de José Nascimento que propõe uma aproximação ao processo criativo do realizador e à singularidade do seu universo, seguindo-se uma apresentação cronológica dos filmes de José Álvaro Morais. A viagem e o exílio, as raízes culturais e o espírito do lugar, a tensão entre pertença e evasão, são alguns dos pontos de fuga que atravessam esta obra onde se pensa o magnetismo de um país que atrai tanto quanto repele.
Curadoria: António Preto
Local: Clareira das Bétulas
Horário: 22h00 
Acesso: 3€ ou mediante aquisição de bilhete Parque
Amigos de Serralves: 1,5€ 

17 JUL (SEG)
José Nascimento
Silêncios do Olhar | Portugal, 2017
2K | cor | 104 min.
Mais do que uma homenagem póstuma, Silêncios do Olhar, do realizador José Nascimento, é uma aproximação à intimidade do processo criativo de José Álvaro Morais e oferece um acesso privilegiado à obra do realizador. Nele se sondam temas e polaridades, ensaiando uma arqueologia das opções estéticas e afetivas que recolocam José Álvaro Morais no centro do seu próprio cinema.

18 JUL (TER)
Cantigamente n.º 3 | Portugal, 1976
16mm | cor | 85 min.
A obra de José Álvaro Morais, realizada toda ela já em democracia, inicia-se com duas encomendas para a televisão, Domus de Bragança (1975) e Cantigamente (1976), filmes que evidenciam o interesse do cineasta pela montagem visual e sonora.

19 JUL (QUA)
Ma Femme Chamada Bicho | Portugal, 1976
16mm | cor | 79 min.
A confirmação de uma linguagem própria, com filmagens enérgicas e rápidas, chega em Ma Femme Chamada Bicho (1976), retrato de Maria Helena Vieira da Silva rodado em apenas cinco dias.

24 JUL (SEG)
O Bobo | Portugal, 1987
16/35mm | cor | 123 min.
José Álvaro Morais trabalhou também processos de preparação e de escrita com uma longa maturação, como é o caso de O Bobo (1987), onde o texto de Alexandre Herculano sobre a fundação da nacionalidade serve para perspetivar historicamente as contradições do Portugal contemporâneo. Rodado quase integralmente em estúdio, o filme é uma das produções mais ambiciosas e atribuladas do cinema português (o negativo ficou guardado nas câmaras de
refrigeração da Tobis durante seis anos, por falta de financiamento) tendo sido milagrosamente concluído minutos antes de ganhar o Grande Prémio do Festival de Locarno.

25 JUL (TER)
Zéfiro | Portugal, 1994
35mm | cor | 52 min.
Margem Sul | Portugal, 1994
Vídeo | cor | 25 min.

27 JUL (QUI)
Peixe Lua | Portugal, 2000
35mm | cor | 123 min.
A fase final da obra de José Álvaro Morais afirma a sua intensidade solar como "cinema do sul”. Zéfiro (1994), Margem Sul (1994) e Peixe Lua (2000) são filmes-viagem que pensam o país meridional enquanto lugar de cruzamento de culturas, dotado, por isso mesmo e paradoxalmente, de uma identidade única. Vendo Lisboa como a última das cidades mediterrânicas, condenada ao Atlântico pelo vasto estuário do
Tejo que a separa da margem "africana”, é entre cacilheiros, touros e marinheiros
encalhados que o cineasta faz o reconhecimento de um território onde as fronteiras que separam o Alentejo da Andaluzia se resumem a uma placa de estrada.

30 JUL (DOM)
Quaresma | Portugal, 2003
35mm | cor | 95 min.
A viagem e o exílio, as raízes familiares enlaçadas com a memória e o espírito do lugar, a aceitação e a recusa da terra onde se nasceu, a tensão entre pertença e evasão são pontos de fuga a que José Álvaro Morais regressa em Quaresma (2003). Neste seu último filme, situado entre a casa dos avós, na Covilhã, e as frias paisagens da Dinamarca, enterra-se definitivamente e sem resposta a melancólica questão, pessoal e nacional, que atravessa toda a sua obra: o magnetismo de um país que atrai tanto quanto repele, as razões profundas que, como se vê no final de O Bobo, levam os portugueses a sair de Portugal para "ser caricatura desta terra noutra terra”.
CONCERTOS

Horário: 22h00
Local: Ténis (com exceção dos concertos de 7 e 8 JUL, que se realizam em frente à Casa de Serralves e 14 e 15 JUL que se realizam na Clareira das Bétulas) 
Acesso: mediante aquisição de bilhete Parque

7 e 8 JUL
DJUMBAI JAZZ
Fundado em Lisboa, em 1999, por Maio Coopé, o Djumbai Jazz explora sonoridades tradicionais da Guiné-Bissau misturando o intimismo e o espírito festivo. 
País formado por 43 etnias e com uma grande diversidade, a Guiné-Bissau é um caldeirão cultural de que Maio vem bebendo desde pequeno. Desde logo, a fogueira em redor da qual se juntam as crianças e os mais velhos, se contam histórias e se cantam canções antes dos mais novos irem dormir é um costume que desde cedo marcou a relação de Maio com a música. Sonoridades tradicionais guineenses como o Ngumbé, o Brocxa e o Djambadon, bem como outras sonoridades da África Ocidental estão no centro deste projeto que parte duma pesquisa e revisitação dos ritmos sonambulizados na história da Guiné-Bissau. 

14 e 15 JUL
MONTANHA MAGNÉTICA
Montanha Magnética é um trio composto por João Felgueiras Magalhães na sanfona e efeitos, João Pais Filipe na percussão e Mónica Baptista nas projeções em película 16mm. Música e imagens geram mapas sonoros e visuais que se sobrepõem em planos geográficos e mentais.

21 e 22 JUL
JOANA GUERRA
Joana Guerra é uma violoncelista, compositora e improvisadora cujo trabalho se vai entretecendo entre a canção e a experimentação. Em 2016, lançou o seu segundo álbum em nome próprio, "Cavalos Vapor”, onde explora novos trilhos levemente vislumbrados no seu primeiro álbum, "Gralha”. Numa narrativa entre o galopante e as lamúrias de cordas a rasgar, Guerra coloca a linguagem erudita, sabida ao detalhe, em confronto com um folclore familiarmente português, com um entendimento estabelecido no tom sorumbático e negro que pauta as oito peças que compõem este trabalho.

04 e 05 AGO
NEGRA BRANCA
Negra Branca é Marlene Ribeiro, conhecida enquanto membro atual do esquadrão psicadélico dos Gnod onde é responsável por muitas das paisagens oníricas mais melódicas e tonais. Igualmente no trabalho a solo se destaca a tendência para as harmonias pop sombrias e as linhas de baixo profundas, viajando entre o balançar de um Tricky no seu início, a pop coral e a profundidade das batidas da favela, tudo revestido por um verniz pegajoso de molho chili agridoce. O seu primeiro registo gravado foi uma cassete editada em 2013 pela Tesla Tapes dos Gnod. A excelente receção crítica mereceu comparações a artistas como Grouper ou Inga Copeland.

11 e 12 AGO
LIVE LOW
É com "Toada” como principal documento de identidade que Live Low chega aos registos de longa-duração, afirmando-se como um quarteto coeso depois de várias colaborações. A nova pele é vestida por Pedro Augusto, Miguel Ramos, Ece Canli e Gonçalo Duarte, cruzando-se nela ritmos de trabalho e um cancioneiro vasto, reinterpretado com texturas electrónicas e composições complexas. Live Low quebram as amarras da lavoura em busca do aspecto encantatório do seu ritmo, revitalizando o folclore e as suas possibilidades escapistas.

18 e 19 AGO
LUCA ARGEL
Luca Argel é um cantautor e poeta brasileiro sediado no Porto, onde trabalha como vocalista do grupo "Samba Sem Fronteiras”, além de escrever bandas sonoras para espetáculos e filmes. Tem publicados quatro livros de poesia e participações em diversas revistas, antologias e festivais no Brasil e em Portugal. Em 2016, lançou seu primeiro disco a solo, "tipos que tendem para o silêncio”, um conjunto de 10 canções que têm como base melodias simples executadas em instrumentos eletrónicos rudimentares e onde a voz de Argel encarna os desabafos de dez mulheres. Em Março deste ano lançou o seu segundo álbum, "Bandeira”. Aqui, munido apenas de guitarra e voz, explora as possibilidades mais líricas e poéticas do samba. 

25 e 26 AGO
IGNATZ
Ignatz é o nome de uma personagem de banda desenha criada pelo ilustrador George Herriman. Ele é o rato arqui-inimigo do gato Krazy Kat e o seu principal passatempo é atirar tijolos à cabeça do gato que, erradamente, interpreta estas ações como declarações de amor. O artista belga Bram Devens adotou o nome de Ignatz para seu alter-ego. No entanto, em vez de armado com tijolos, atira-nos antes com emotivas canções nascidas da condição humana, embrulhadas em efeitos e corroídas por fitas magnéticas, alimentadas pela improvisação e pela espontaneidade. As suas músicas surgem dum quadro familiar de despojamento lembrando o primitivismo de Henry Flynt. Lançadas à deriva elas destilam o vapor que se esconde por baixo duma superfície cool. Enquanto a sua guitarra é adornada com uma rudeza refinada, varrida por ritmos passageiras e se cruza com pequenos motivos de um teclado, a sua voz recua do coração da canção para se arrastar, deslocada e periclitante. 

ARTES PERFORMATIVAS

Local: Ténis do Parque de Serralves
Acesso: mediante a aquisição bilhete Parque

TEATRO/DANÇA
29, 30, 31 JUL e 1, 2, 3, 8, 9,10 AGO
CATABRISA
Joana Providência, Gémeo Luís, Eugénio Roda e Manuel Cruz
Uma encomenda do Maria Matos Teatro Municipal em co-produção com Centro Cultural de Vila Flor, Cine-Teatro Joaquim d’Almeida, Comédias do Minho, Companhia Instável, Fundação Casa da Música, Fundação Lapa do Lobo.
Um menino, em tudo igual a todos os meninos, vive as maiores aventuras de sempre: a aventura da curiosidade, do desejo, da descoberta, do espanto, da invenção, a aventura de quem nasce e cresce com o corpo e a mente aos rodopios. Do livro Catavento (Eterogémeas), nasceu um espetáculo: Joana Providência encenou e coreografou, Manuel Cruz musicou, Luís Mendonça desenhou cenografia e figurino, Emílio Remelhe escreveu e Filipe Caldeira interpretou. Juntos criaram um espaço de ideias em forma de sensação, um lugar de sensações em forma de gesto, um sítio de gestos em forma de som, um mapa de sons em forma de sombra, um mundo de sombras em forma de história para todos. Para todos verem, ouvirem, sentirem e pensarem com a forma de ver, ouvir, sentir e pensar de cada um.
Duração: 50’
Público-alvo: crianças dos 6 aos 10 anos
Lotação: 50 crianças

TEATRO FÍSICO VISUAL E FORMAS ANIMADAS
28 AGO
OS TRANSPORTADORES 
Companhia Radar 360º
A sua história é construída a partir dos seus percursos efémeros. O seu património é material e imaterial. Deixam as suas marcas: histórias, objetos, sons, memórias e emoções. Pelo caminho, vão encontrando e acumulando. Os personagens transformam e são transformados. Passam uma noite mas a viagem continua numa deambulação contínua….
"Os Transportadores” são "nómadas contemporâneos” que, nas suas viagens, encontram, acumulam e criam narrativas poéticas para questionar os excessos consumistas da sociedade contemporânea. 
O projeto da companhia Radar 360, dirigido por António Oliveira e Julieta Rodrigues, nasceu em 2005 e está sediada no Porto, dedicando-se à pesquisa e escrita no domínio das artes de rua, do circo contemporâneo e do teatro físico.
Duração: 60’

WORKSHOPS DE FOTOGRAFIA NOTURNA

As paisagens noturnas são encantadoras e misteriosas, potenciando a criatividade ao fotógrafo numa das vertentes mais espetaculares da fotografia. 
Tirando partido da instalação de luz "Há Luz no Parque”, esta é uma oportunidade imperdível para fotografar a paisagem única do Parque de Serralves iluminado. Uma proposta desafiante para uma saída noturna diferente! Neste workshop propomos que os participantes aumentem os seus conhecimentos técnicos e possam desta forma fazer ainda melhores fotografias noturnas.
Os participantes devem estar munidos de uma câmara fotográfica digital que permita o controlo manual da exposição, da focagem, da sensibilidade e da temperatura de cor e um tripé. Não sendo obrigatório, recomenda-se o uso de um cabo disparador ou disparador remoto e as baterias carregadas.
Geral: 20€
Amigos de Serralves: 18€ 
Ponto de encontro: receção do Museu 
Lotação: 15 adultos 
Mínimo de participantes para realização: 

20 JUL (QUI), 21h00 - Com Filipe Braga
Geral: Não é possível efectuar a sua inscrição.
Amigos de Serralves: Não é possível efectuar a sua inscrição.

29 JUL (SAB), 21h00 - Com Pedro Figueiredo
Amigos de Serralves: Inscreva-se aqui

10 AGO (QUI), 21h00 - Com Filipe Braga
Amigos de Serralves: Inscreva-se aqui

OFICINAS LÚDICO-CIENTÍFICAS

Faça-se Luz! Através de experiências simples e de algumas brincadeiras, miúdos e graúdos são envolvidos ativamente na exploração e descoberta de diversos princípios e fenómenos que, mais direta ou indiretamente, estão relacionados com os fenómenos da Luz.
Local: Clareira dos Teixos 
Acesso: mediante a aquisição do bilhete Parque (entrada livre para crianças até aos 12 anos de idade)
Lotação: funcionamento contínuo 

15 JUL (SÁB), 12 AGO (SÁB), 21h00-22h30
EXPERIMENTAR COM A LUZ!
O que é a Luz? Nada como responder experimentando! Discos de Newton, prismas, espelhos e lentes, permitirão simular arco-íris, construir espetroscópios ou compreender por que vemos a cores. 
Orientação: Mundo Científico

16 JUL (DOM), 21h00-22h00
NAVEGANTES DA LUZ
De pé ante pé, bem devagar e sem fazer barulho, vamos partir à descoberta das luzes noturnas que habitam Serralves. Serão mágicas? Serão coloridas? Por entre as árvores, arbustos e clareiras, a iluminação servirá de inspiração para criarmos uma lanterna florescente!
Orientação: Catavento

22 JUL (SÁB), 19 AGO (SÁB), 21h00-22h30
EFEITOS ÓTICOS DIVERTIDOS
Filtros, hologramas e anamorfismos são propostas lúdicas de criação de efeitos óticos fascinantes. Utilizando as propriedades da luz como ingrediente principal, vamos criar imagens distorcidas manipulando ângulos, dividindo feixes de luz, filtrando cores. 
Qual será a mais original? 
Orientação: Mundo Científico

23 JUL (DOM), 21h00-22h00
PLASTICINA MÁGICA
Plasticina caseira que brilha no escuro é a nossa matéria-prima! Para a trabalhar há que por as mãos na massa e misturar, amassar, moldar e, por fim, dar cor! Desafiamos-te a dar asas à tua imaginação e realizar pequenas esculturas florescentes.
Orientação: Catavento

29 JUL (SÁB), 26 AGO (SÁB), 21h00-22h30
PIGMENTOS LUMINOSOS
Fosforescência, fluorescência, bioluminescência...Apesar de processos quimicamente diferentes, todos se baseiam na emissão de luz por uma substância quando submetida a um estímulo. 
Vamos produzir soluções luminescentes com materiais comuns e deixarmo-nos encantar com os seus efeitos, recorrendo a luz negra.
Orientação: Mundo Científico

05 AGO (SÁB), 21h00-22h30
VAMOS CRIAR LUZ
Com fios, casquinhos, microcontroladores, LEDs e lasers, conseguiremos criar efeitos luminosos? Vem experimentar tocar uma harpa laser, construir circuitos elétricos ou aprender a programar.
Orientação: Mundo Científico

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  • LocalParque de Serralves
  • Horário21h00 - 00h00
  • Dias 07 JUL 2017 - 28 AGO 2017

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