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MARWAN: Primeiras obras 1962-1972
de 11 JUL 2014 a 12 OUT 2014
"Marwan: Primeiras obras 1962-1972” apresenta mais de 140 pinturas e obras em papel produzidas pelo reconhecido pintor sírio Marwan entre 1962 e 1972.
A exposição reflete a aspiração do programa do Museu de Arte Contemporânea de Serralves de apresentar novas perspetivas sobre produção artística e as suas histórias.

Mohamed Marouan Kassab-Bachi, conhecido simplesmente como Marwan, é internacionalmente reconhecido como um dos mais significativos artistas árabes. Nascido em Damasco em 1934, estabeleceu-se em 1957 Berlim, cidade onde ainda vive e trabalha. Foi em Berlim do pós-guerra, enquanto estudante da Hochschule für Bildende Künste que contactou em primeira mão com a pintura europeia e com uma geração mais recente de artistas, incluindo o seu contemporâneo Georg Baselitz com quem está associado à chamada Nova Figuração.

As obras realizadas entre 1962 e 1972 apresentadas nesta exposição são um conjunto exemplar da originalidade formal e temática de uma obra que vai buscar elementos a outro tempo e a outro lugar. Grande parte destes trabalhos - sobretudo as obras sobre papel - tem sido pouco mostrada fora da Alemanha e permanece ainda na posse do artista. Neste conjunto de obras encontramos ainda temas recorrentes na obra de Marwan, como uma grande diversidade de retratos e autorretratos, as "cabeças-paisagem”, as silhuetas cobertas com véus e de rosto coberto e as figuras de jovens, sós ou em grupos, que representam figuras coletivas e anónimas. Estas pinturas, aguarelas e desenhos testemunham uma experiência de pintura obstinadamente individual, na qual introspeção e obsessões íntimas se encontram na expressão da inquietação e da frustração partilhadas por uma geração de artistas e intelectuais árabes à qual Marwan pertence.

Comissariado: Catherine David, Diretora Adjunta do Musée National d’art Moderne do Centre Georges Pompidou (Paris)
Organização: Museu de Arte Contemporânea de Serralves


Imagem: Marwan, Selbstbildnis [Autorretrato], 1964. Óleo sobre tela, 100 x 81 cm. Coleção privada. Foto: Jörg von Bruchhausen
Actividades Relacionadas
INAUGURAÇÃO

10 JUL (QUI), 22H00-24H00, ENTRADA LIVRE
ENCONTROS NA EXPOSIÇÃO

11 JUL (SEX), 19h00, Galerias do Museu
Encontro na exposição com Marwan e Catherine David (curadora da exposição)

12 JUL (SAB), 15h00, Galerias do Museu - para Amigos de Serralves
Por Catherine David (curadora da exposição)

25 SET (QUI), 21h00, Galerias do Museu 
Leitura da peça "A Aventura da Cabeça do Escravo Jaber" de Saadallah Wannous
Em parceria com o programa "Leituras no Mosteiro”, Teatro Nacional de São João, Porto.
A peça "A Aventura da Cabeça do Escravo Jaber" (1969) do dramaturgo sírio Saadallah Wannous foi concebida para ser lida fora da sala de teatro com a participação do público. O que fará a leitura partilhada deste texto à experiência de ver as pinturas de Marwan? 

VISITAS GUIADAS POR MONITORES DO SERVIÇO EDUCATIVO

20 JUL (DOM), 12h00–13h00, Galerias do Museu
Por Raquel Correia

17 AGO (DOM), 12h00–13h00, Galerias do Museu
Por Sónia Borges 

14 SET (DOM), 12h00–13h00, Galerias do Museu
Por Raquel Correia

12 OUT (DOM), 12h00–13h00, Galerias do Museu
Por Sónia Borges
OFICINA: RETRATO PAISAGEM

06 SET  (SAB), 15h00–18h00, Sala Multiusos
Por Raquel Correia e Sónia Borges 
O que é um retrato? O que é que vemos num retrato para além das feições? Como podem a cor, a textura e o traço revelar mais do que aquilo que os olhos vêem? Partindo do trabalho de Marwan, vamos explorar o retrato-paisagem, brincando com o tamanho, a forma e a cor, deformando, transformando e alterando o rosto. 

OFICINA DE DRAMATURGIA

04-05 OUT (SAB-DOM), 10h00–13h00, Sala Multiusos 
Oficina de dramaturgia orientado pelo encenador Rui Catalão a partir de temas da obra Marwan e da prática dramatúrgica de Rui Catalão.  

CINEMA

01 OUT (QUA), 21h30, Auditório
Omar Amiralay: There are so many things still to say (1997), 50’
Documentário baseado numa entrevista com o dramaturgo sírio Saadallah Wannous em que este apresenta as suas reflexões, sombrias e implacáveis sobre o conflito israelo-árabe, fonte de desilusão para a sua geração.
Omar Amiralay foi um realizador sírio de cinema documental e um proeminente ativista e desempenhou um papel importante nos eventos de Damasco na Primavera Árabe de 2000.

02 OUT (QUI) , 21h30, Auditório 
Hala Al-Abdallah: I am the one who brings flowers to her grave (2006), 105’
Exilada ao longo de 25 anos, a realizadora síria Hala Al-Abdallah reflete sobre a perda e a resiliência humana numa viagem exploratória à sua terra natal. Entre a resignação e a esperança silenciosa, este filme desvenda uma imagem da Síria e das pessoas que optaram por viver no exílio, pessoal e geográfico. 
Venceu o Prémio para melhor documentário no Festival Internacional de Cinema de Veneza em 2006. 

DANÇA E TEATRO

TEATRO | 03 out (sex, 22h00) e 04 out (sáb, 18h00), Auditório de Serralves
"Av. dos Bons Amigos" de Rui Catalão 
Através de memórias pessoais, geracionais e da história recente do país, Rui Catalão incorre numa excursão imaginária a temas que nos são comuns, mas que nos habituámos a remeter para a privacidade: o pânico da morte, e como as inibições a que sujeitamos o nosso corpo geram a relação de medo que estabelecemos com o desconhecido.

DANÇA | 05 out (sáb), 22h00, Auditório de Serralves
"Síncopa" de Tânia Carvalho
Concebida a partir de um texto de Walter Hugo Mãe, Síncopa é uma obra reflexiva sobre a existência humana e a sua condição. A peça assinala o retorno da coreógrafa e intérprete Tânia Carvalho ao formato solo.  


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  • Dias 11 JUL 2014 - 12 OUT 2014

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