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MESA REDONDA - FOTOGRAFIA E ARQUITETURA
10 JAN 2015
Numa altura em que o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta duas exposições eminentemente  relacionadas com a fotografia, " SAAL: Arquitetura e Participação 1974–1976” e "NOVO BANCO REVELAÇÃO 2014”, organiza-se uma mesa-redonda em que se repensa a natureza do meio fotográfico e o seu alcance na atualidade. 
Fotografia, Modos de Usar pretende discutir a relação, obrigatoriamente diferente, de pessoas ligadas a vários campos profissionais e a diferentes áreas do saber com a fotografia especificamente e com a imagem num sentido mais lato. 
Galerista (Pedro Alfacinha), fotógrafo (André Cepeda), investigador, crítico de arte e curador (Nuno Crespo), artista (Ângela Ferreira) e antropóloga (Filomena Silvano) apresentarão visões distintas sobre aquilo que os faz interessar-se pela fotografia ? a ela recorrendo, apresentando-a,vendendo-a ou sobre ela refletindo.  

Com:
Pedro Alfacinha, galerista
André Cepeda, fotógrafo
Nuno Crespo, investigador, crítico de arte e curador
Ângela Ferreira, artista
Filomena Silvano, antropóloga, professora na FCSH da Universidade de Lisboa   

Moderação:
Liliana Coutinho, Coordenadora do Serviço Educativo
Ricardo Nicolau, Adjunto da Diretora do Museu

Lotação: 250 pessoas
Acesso: 5€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) 
André Cepeda nasceu em 1976, em Coimbra. Vive e trabalha no Porto. Frequentou o curso de fotografia na École des Art d’Ixelles de Bruxelas. Colaborou com diversas instituições como os Encontros de Fotografia, Centro Português de Fotografia e Fundação Ílidio Pinho, onde foi responsável pelo tratamento e digitalização de imagens do projecto www.anamnese.pt.
Expõe regularmente desde 1999, em Portugal e no estrangeiro. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para a residência de artista na Faap, São Paulo, 2012. Esteve na Shortlist do Paul Huf Award, Foam Fotografiemuseum Amsterdão, 2011, no Prémio BESPhoto, 2010 e nos Prémios EDP - Novos Artistas em 2007. Desde 1999 que faz várias Residências de Artista e recebe encomendas institucionais, da qual se destaca a Trienal de Arquitectura de Lisboa 2010.

Das suas recentes exposições individuais destacam-se: Explicação da Lâmpada, Galeria Pedro Oliveira, Porto 2014; Rien, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2014, Museu do Neo Realismo, vila Franca de Xira, 2013; Ontem, Gallery INVALIDEN, Berlim, Alemanha, 2012; Kanal, com Eduardo Matos, Espace Photographique Contretype, Bruxelas, 2012 e Standard Delux, Laussanne, Suiça; 2011, Centro de Artes Visuais, Coimbra, 2011; Untitled, Galeria Pedro Oliveira, Porto, 2010; Ontem, Espace Photographique Contretype, Bruxelas, Bélgica, 2010; BesPhoto 2010, Museu Berardo, CCB, Lisboa, 2010; River, Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2009; BesPhoto 2010, Museu Berardo, CCB, Lisboa, 2010. Das suas exposições colectivas, destacam-se: "Col.", CGAC - Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compustela, 2014; Lei de Ohm, Fundação EDP, European Photo Exhibition Award 02, Fundação Gulbenkian, Paris, 2014; Lisboa 2014; I Bienal de Fotografia do MASP/Coleção Pirelli, São Paulo, 2013; Alternativa 2012, Wyspa Institute of Art, Gdansk, Polonia, 2012; Wherever I Lay My Camera Down is Home, Photographic Festival in Rome, Roma, 2011; Ré-collection, Espace Photographique Contretype, Bruxelas, Bélgica, 2010; Impresiones Y comentários - Fotografia Contemporánea Portuguesa, na Fundació Foto Colectania, Barcelona, Espanha, 2010; Mostra de Video Arte e Fotografia Portuguesa no Centro de Artes Helio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil, 2010; Paraísos Indómitos, Marco Museu de Arte Contemporânea de Vigo, Espanha, 2008; Where are you from?, Faulconer Gallery, Iowa, EUA, 2008; Uma Extensão do Olhar (Colecção PLMJ), Centro de Artes Visuais, Coimbra, 2005.  
Está representado  em diversas colecções públicas e privadas.


Ângela Ferreira nasceu em 1958 em Maputo, Moçambique. Atualmente vive e trabalha em Lisboa. Estudou escultura (1983) na Cape Town University, África do Sul. Desde 2003, é professora assistente na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2007, foi convidada a representar Portugal na Bienal de Veneza, Itália. Também participou na Bienal de Istambul (1999), Turquia; Bienal de São Paulo (2008), Brasil; e Bienal de Bucareste (2010), Roménia.
Participou em diversas exposição individuais e coletivas em instituições públicas e privadas por todo o mundo, tais como: Galeria Filomena Soares, Lisboa; Haus de Kulturen der Welt, Berlim, Alemanha; Marborough Contemporary, Londres; Michael Stevenson Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; Frieze Art Fair, Londres; ARCO, Madrid, Espanha; Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto, Portugal; Chinati Foundation, Marfa, Texas, E.U.A.; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil; MARCO, Vigo, Espanha; MACBA, Barcelona, Espanha; Art Gallery NSW, Sydney, Austrália; De Appel Foundation, Amesterdão, Holanda; Parasol Unit (2008), Londres.
O seu trabalho está presente em diversas colecções públicas, tais como: CGAC, Santiago de Compostela, Espanha; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal; Fundação Serralves, Porto, Portugal; Market Gallery Foundation. Joanesburgo, África do Sul; South African National Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; The Johannesburg Art Gallery, Joanesburgo, África do Sul; MEIAC - Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Badajoz, Espanha; Museion - Museum of Modern and Contemporary Art, Bolzano, Itália; e The Walther Collection Neu-Ulm/Bulafingen, Alemanha.


Filomena Silvano é antropóloga, professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa e membro do Centro em Rede em Antropologia (CRIA).
No ano em que terminou a licenciatura em Antropologia (1982) foi selecionada para integrar a equipa de investigação do projeto "Espace et Développement : développement spatial et identités régionales au Portugal". Esse fato veio a determinar de forma significativa a sua carreira, por um lado, porque lhe permitiu integrar uma equipa de investigação internacional, num tempo em que essa possibilidade era, em Portugal, muito reduzida, e, por outro, porque determinou a sua área de especialização inicial: a Antropologia do Espaço. Os seus interesses, que relacionam as questões das identidades coletivas e individuais com o estudo do espaço, do habitat, dos objetos e, mais recentemente, da cultura expressiva e do consumo, mantiveram-se ao longo do tempo, e foram sendo objeto de trabalho no quadro de vários projetos de investigação. Colaborou em quatro documentários do realizador João Pedro Rodrigues. É autora dos livros: "Territórios da Identidade", "Antropologia do Espaço" e "De Casa em Casa: Sobre Um Encontro entre Etnografia e Cinema".


Nuno Crespo nasceu em Lisboa em 1975, cidade onde vive e trabalha. É licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciência Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e é investigador do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa.
Como curador foi responsável, entre outras,  pelas exposições "Fantasmas” de Nuno Cera no CCB (Lisboa) "Corpo Impossível” com Adriana Molder, Noé Sendas, Rui Chafes e Vasco Araujo no Palácio de Queluz, "Encontro Marcado” de Adriana Molder no Museu de Belas Artes de Oviedo (Espanha), pela exposição antológica de Pires Vieira no Museu da Cidade de Lisboa, "Imponderável” Miguel Ângelo Rocha, "Involucão” de Rui Chafes na Casa-Museu Teixeira Lopes (Vila Nova de Gaia), "Serralves” de João Luis Carrilho da Graça (AppletonSquare), "Fragmentos. Arte Contemporânea na Colecção Berardo” (Museu de Arte Contemporânea de Elvas), "Aires Mateus. Voids” (AppletonSquare), Riso (Museu da Electricidade) entre outras. Fez parte do colectivo de comissários do Prémio EDP – Novos Artistas (2006-2011) e BESPhoto (2007-2009).
É crítico de arte e membro do conselho editorial do Ípsilon (suplemento cultural do jornal Público). A sua actividade de investigação tem sido dedicada, principalmente, ao cruzamento entre arte, arquitectura e filosofia e a autores como Kant, Wittgenstein, Walter Benjamin, Peter Zumthor e Adolf Loos. Das suas publicações podem destacar-se trabalhos sobre Adriana Molder, Aires Mateus, Axel Hütte, Bernd e Hilla Becher, Candida Höffer, Carrilho da Graça, Daniel Blaufuks, Fassbinder, Gerhard Richter, Luisa Cunha, Miguel Ângelo Rocha, Nuno Cera, Paulo David, Pedro Costa, Rui Chafes, Vasco Araújo, entre outros, e os livros "Wittgenstein e a Estética” editado pela Assírio & Alvim e "Julião Sarmento. Olhar Animal.”


Pedro Alfacinha nasceu em 1985 em Lisboa, cidade onde vive e trabalha. Entre 2007 e 2010 estudou Fotografia no Camberwell College of Arts , em Londres. Da sua experiência profissional destacam-se os trabalhos como gestor de vendas na editora Steidl Verlag GmbH, Londres, entre 2007 e 2010; diretor de distribuição, gestor de projetos e editor na MACK Books Ltd., em Londres, entre 2010 e 2014 e professor convidado no curso de fotografia da NABA (Nuova Accademia di Belle Arti), em Milão, em 2014. Também em 2014, inaugura a galeria de que é director, a Galeria Pedro Alfacinha, em Lisboa.

  • LocalAuditório
  • Horário16h00 - 19h00
  • Dias10 JAN 2015

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