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NOVAS PERSPETIVAS: CONVERSAS ENTRE ARTE E ARQUITETURA (2017/11/30)
30 NOV 2017
"Os dois arquitetos [ao construir Brasília] não pensaram em construir beleza, seria fácil: eles ergueram o espanto inexplicado. A criação não é uma compreensão, é um novo mistério."
Clarice Lispector

Com moderação de Anabela Mota Ribeiro, o arquiteto Manuel Aires Mateus, a artista Ângela Ferreira e o dramaturgo José Maria Vieira Mendes vão partir das noções de beleza, espanto, criação e mistério.

O ciclo ‘Novas Perspetivas’ desenvolvido pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves em 2017 centra-se na relação entre arte e arquitetura e juntará proeminentes arquitetos, artistas, filósofos, escritores e curadores de Portugal e de várias partes do mundo. 
"Conversas entre arte e arquitetura” tem curadoria da jornalista Anabela Mota Ribeiro em colaboração com Suzanne Cotter e Carles Muro do Museu de Arte Contemporânea de Serralves.

Lotação: 250 pessoas
Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto)

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  • LocalAuditório de Serralves
  • Horário18h30 - 20h00
  • Dias30 NOV 2017
  • Preço€ 3,00
Nasceu em 1958 em Maputo, Moçambique
Atualmente, vive e trabalha em Lisboa
 
Ângela Ferreira nasceu em 1958, Maputo, Moçambique. Atualmente vive e trabalha em Lisboa. Estudou escultura (1983) na Cape Town University, África do Sul. Desde 2003, é professora assistente na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2007, foi convidada a representar Portugal na Bienal de Veneza, Itália.  In 2007 she was invited to represent Portugal at the Venice Biennale. Também participou na Bienal de Istambul (1999), Turquia; Bienal de São Paulo (2008), Brasil; e Bienal de Bucareste (2010), Roménia.

Participou em diversas exposição individuais e coletivas em instituições públicas e privadas por todo o mundo, tais como: Galeria Filomena Soares, Lisboa; Haus de Kulturen der Welt, Berlim, Alemanha; Marborough Contemporary, Londres; Michael Stevenson Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; Frieze Art Fair, Londres; ARCO, Madrid, Espanha; Museu Serralves, Porto, Portugal; Chinati Foundation, Marfa, Texas, E.U.A.; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil; MARCO, Vigo, Espanha; MACBA, Barcelona, Espanha; Art Gallery NSW, Sydney, Austrália; De Appel Foundation, Amesterdão, Holanda; Parasol Unit (2008), Londres.

O seu trabalho está presente em diversas coleções públicas, tais como: CGAC, Santiago de Compostela, Espanha; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal; Fundação Serralves, Porto, Portugal; Market Gallery Foundation. Joanesburgo, África do Sul; South African National Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; The Johannesburg Art Gallery, Joanesburgo, África do Sul; MEIAC - Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Badajoz, Espanha; Museion - Museum of Modern and Contemporary Art, Bolzano, Itália; e The Walther Collection Neu-Ulm/Bulafingen, Alemanha.

Manuel Aires Mateus nasceu em Lisboa em 1963 e formou-se na Faculdade de Arquitectura /U.T.L. em 1986. Começou a colaborar com o Arqº Gonçalo Byrne em 1983 e começou a desenvolver projectos com o seu irmão Francisco em 1988. O atelier Aires Mateus é fundado nessa altura pelos dois irmãos, embora ocupando ainda um espaço dentro do atelier do Arq. Gonçalo Byrne. A crescente escala de projectos fez com que se estabelecessem num espaço maior e autónomo para responder às solicitações de trabalho. Desde essa altura a dimensão e quantidade de trabalho tem sido prolífica resultando em diversos prémios de arquitectura nacionais e internacionais. A visibilidade do seu trabalho originou convites para realizar conferências e leccionar em várias instituições internacionais como a Graduate School of Design em Harvard, a Accademia de Arquitectura de Mendrisío entre outras em Portugal. Neste momento, a estrutura abrange dois escritórios, ambos em Lisboa, e estabelece diversas parcerias com ateliers locais para o desenvolvimento de projetos internacionais.
José Maria Vieira Mendes escreve maioritariamente peças de teatro, mas também publicou ensaios e textos curtos de ficção. Faz traduções ocasionais e escreveu dois libretos para ópera. É membro do Teatro Praga desde 2008. As suas peças foram traduzidas em mais de uma dezena de línguas. Para além de edições de peças nos Livrinhos de Teatro Artistas Unidos, publicou Teatro em 2008 (Livros Cotovia), Arroios, Diário de um diário em 2015 (edição Duas páginas) e, em 2016, um ensaio (Uma coisa não é outra coisa) e uma compilação de peças (Uma coisa), ambos pelos Livros Cotovia. 

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