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O MUSEU COMO PERFORMANCE
de 19 SET 2015 a 20 SET 2015
ALEX CECCHETTI, ANASTASIA AX & LARS SILTBERG, ISABEL CARVALHO, KOVÁCS/O’DOHERTY, LORETO MARTÍNEZ TRONCOSO, MARIA HASSABI, MUSA PARADISIACA, NEW NOVETA, VIVO.

Primeira edição de um novo eixo de programação do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, intitulado "O Museu como Performance”, e que consiste num programa de performances que acontecerá anualmente nos seus espaços.
Este programa vem reconhecer a importância crescente da performance na arte contemporânea e contribuir para sedimentar a história de Serralves enquanto museu pioneiro na transdisciplinaridade, caracterizado pelo constante cruzamento entre as artes visuais e as artes performativas, e pela presença regular de nomes aclamados internacionalmente nos domínios da dança, da performance e da música contemporâneas. O convite a artistas para ativarem os espaços do museu, também reflete o interesse de Serralves em trabalhar com artistas cujo trabalho responda ao seu contexto arquitetónico e ao seu entorno natural. 
Este programa pretende ser um espelho da diversidade de perspetivas atuais sobre aquilo que a performance significa hoje – desde o trabalho sobre a linguagem, a exploração da relação com o teatro (através da atenção à palavra dita, mas também da incorporação de adereços), as ligações e tensões entre a ação física e o desenho ou a escultura, o questionamento da autonomia dos despojos de uma performance enquanto instalação e memória e a construção duracional de relações com o espaço arquitetónico e acústico.

"O Museu como Performance” é comissariado por Cristina Grande, Ricardo Nicolau e Pedro Rocha, respetivamente programadores de dança e performance, artes visuais e música do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. 

Acesso: Bilhete do Museu

Actividades Relacionadas
19 SET (SÁB), 10h00-13h00 e 17h00-20h00, PARQUE: Alex Cecchetti - Walking Backwards

Walking Backwards convida os participantes a andar às arrecuas, "costas para o futuro e olhar posto no passado”. Enquanto caminham de costas, é-lhes sussurrada ao ouvido uma narrativa, relacionada com a história do local, e com as espécies vegetais que vão encontrando. A história segredada nesta performance é escrita pelo próprio artista a partir de relatos recolhidos junto dos jardineiros que garantem a sua manutenção.  

19 SET (SÁB), 11h00-16h00, Galerias do Museu: Kovács/O’Doherty - Increments

O duo constituído por Kata Kovács e Tom O’Doherty apresenta Increments, uma performance duracional que combina som, espaço e movimento.
Ao longo de várias horas, e executando uma série de ações repetitivas, os dois performers gravam e reproduzem a gravação do som de dois tambores. Alternam entre a adição de novos sons e a escuta, entre a ação e a contemplação. Com o passar do tempo vão se sedimentando camadas de gravações dos tambores e das reflexões acústicas dos seus sons na sala. As ações permanecem mínimas e minimais mas o som vai aumentando de intensidade e volume agregando ao longo das horas os fragmentos rítmicos e os vestígios acústicos e de feedback. 

19 SET (SÁB), 15h00-15h45, BIBLIOTECA: VIVO & Loreto Martínez Troncoso - Ao vivo

VIVO é uma colaboração entre a harpista Angélica Salvi e a massagista Emily King, que se conheceram no Porto em 2013.
A afinidade entre as duas nasceu da descoberta de analogias e convergências técnicas entre as duas artes, tal como um gosto comum pelas explorações livres. Começaram a explorar visões poéticas, a combinar gestos artísticos e intenções psico-corporais. Desta forma, vão criando composições (e situações) dedicadas ao bem-estar e à celebração da vida na sua complexidade. VIVO, peça para Harpa e Massagem, é uma composição original para 4 mãos e um recetor. Compõe-se de várias partes e narrativas de acordo com as zonas do corpo. Tem uma estrutura determinada, representada através de uma partitura gráfica, dando, no entanto, espaço à improvisação e adaptação às singularidades do recetor; as suas reações subtis em tempo real – o feedback físico – influem na realização da peça, em relação, por exemplo, ao tempo e/ou à intensidade.
VIVO tendo sido originalmente concebida para sessões individuais/privadas. Não obstante, esta peça já foi mostrada em público por duas ocasiões: num seminário de música contemporânea (enquanto proposta e objeto de estudo) e ainda no âmbito de uma performance com Loreto Martínez Troncoso em que o objetivo principal foi o procederem à exploração de dispositivos comuns e que em Serralves toma o título de Ao Vivo.

19 SET (SÁB), 16H30-17H15, Galerias do Museu: Maria Hassabi - Solo (2009)

Em Solo (2009), Maria Hassabi contracena com um tapete persa, construindo o seu movimento como a investigação de um processo escultórico fluido. O tapete – originalmente uma espécie de chão para esta dança – torna-se, alternadamente, um adereço, uma pele externa e uma arquitetura. Essas transformações traduzem a negociação do desejo numa figura de dança que vai adquirindo visibilidade no interior de um determinado enquadramento e interage com o material de um terreno escultórico definidor. Esse desejo manifesta-se na forma de um processo temporal variável, tão complexo e intrincado como os muitos padrões do tapete. 

19 SET (SÁB), 18H00-19H00, BIBLIOTECA: Loreto Martínez Troncoso - À espera

Loreto Martínez Troncoso faz uso, no seu trabalho performativo, essencialmente da palavra dita como meio de reflexão sobre a construção da identidade. Tirando partido da particular atmosfera do espaço do Museu de Serralves onde apresentará a sua performance, a biblioteca, a artista conjuga habilmente o silêncio e a palavra, para jogar com as nossas expectativas enquanto público e nos fazer refletir sobre os possíveis significados de estar À espera. Sobre este seu projeto, Troncoso escreveu:  

À ESPERA
" – Sim! Mas à espera de quê?”
Desde há algum tempo, bastante tempo já, que me pergunto: O que é que ansiamos? O que é que nos faz ansiar? O que é que nos move e nos comove? Nós, vocês, tu, eu…

Sí. Sinto muitas vezes que o tempo passa demasiado depressa. Outras… demasiado lentamente. (Tempo.)
Às vezes sinto medo. Medo de um dia me ouvir dizer: - Agora já é tarde! 

O que é que me, te, vos, nos faz adiar?

(Tempo.)
Esperar… (sentado, em pé, deitado ou a pé) que é também sperare.

(Continuará.)
19 SET (SÁB), 19H00-19H30, ÁTRIO DO MUSEU: Anastasia Ax & Lars Siltberg - Exile

Em colaboração com Lars Siltberg, Anastasia Ax apresenta uma nova iteração do projeto Exile. Tal como em vários projetos desta artista, ele implica fases de construção, desconstrução ou destruição e diferentes formas de remodelação do material usado, neste caso placas e vários elementos de gesso. A explosiva intervenção física de Ax implica ainda a utilização de tinta preta, um elemento que remete para o mundo do desenho mas que invoca também o veneno, a bílis e a melancolia. O som das ações de Ax é recolhido por microfones e processado por Siltberg que assim amplifica e transforma o ambiente acústico das ações.
Ax fala de paralelismos com a mandala e o seu simbolismo associado às forças naturais de construção e destruição ou do deus hindu Shiva que é simultaneamente associado à guerra e à fertilidade. No entanto, no caso de Anastasia Ax há um claro processo de feedback, de circulação entre estados passados, presentes e futuros e uma reflexão sobre a forma como é construída a história, nomeadamente com a reutilização quase totémica de alguns elementos em diferentes performances ou o convite a arqueólogos e profissionais do restauro a registarem as "ruínas” da performance, classificarem os vestígios e reconstituírem elementos.

19 SET (SÁB), 20H00-21H00, Galerias do Museu: Musa Paradisíaca - Cantina-Máquina

Musa paradisiaca, um projeto artístico de Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986), apresenta Cantina – Máquina, uma instalação composta por duas mesas sobre rodas onde serão apresentados dois objetos de cerâmica a serem, posteriormente, duplicados em pão e comidos, separadamente, em duas refeições, em ações que evocam rituais sacrificiais. 
Os dois objetos cerâmicos baseiam-se em componentes mecânicos da máquina a vapor de Joseph Farcot (modelo do final do século XIX) e a sua conversão em comida serve a proposta da Musa paradisiaca de ingerir o pensamento, a energia e o movimento que o animam.  

20 SET (DOM), 10h00-13h00 e 17h00-20h00, PARQUE: Alex Cecchetti - Walking Backwards

Walking Backwards convida os participantes a andar às arrecuas, "costas para o futuro e olhar posto no passado”. Enquanto caminham de costas, é-lhes sussurrada ao ouvido uma narrativa, relacionada com a história do local, e com as espécies vegetais que vão encontrando. A história segredada nesta performance é escrita pelo próprio artista a partir de relatos recolhidos junto dos jardineiros que garantem a sua manutenção.  

20 SET (DOM), 11h00-16h00, Galerias do Museu: Kovács/O’Doherty - Increments

O duo constituído por Kata Kovács e Tom O’Doherty apresenta Increments, uma performance duracional que combina som, espaço e movimento.
Ao longo de várias horas, e executando uma série de ações repetitivas, os dois performers gravam e reproduzem a gravação do som de dois tambores. Alternam entre a adição de novos sons e a escuta, entre a ação e a contemplação. Com o passar do tempo vão se sedimentando camadas de gravações dos tambores e das reflexões acústicas dos seus sons na sala. As ações permanecem mínimas e minimais mas o som vai aumentando de intensidade e volume agregando ao longo das horas os fragmentos rítmicos e os vestígios acústicos e de feedback. 
20 SET (DOM), 15H00-16H00, BIBLIOTECA: Alex Cecchetti - Mary & William

Mary & William é uma história que é contada enquanto se desenha numa parede a sua estrutura interna. A execução dos desenhos regista o movimento do performer. Os desenhos e a coreografia aumentam a complexidade semiótica da história, ao mesmo tempo que funcionam como artefactos mnemónicos. 

20 SET (DOM), 16H00-17H00, Galerias Museu: Isabel Carvalho - T-A-R-T-A-R-U-G-A

Em T-A-R-T-A-R-U-G-A, Isabel Carvalho (Porto, 1977) apresenta a leitura de um ensaio. O texto, escrito e lido pela própria artista, parte do conto A Festa de Babette, de Karen Blixen, mais especificamente da relação entre três das suas personagens, Babette, Martine e Philipa, para abordar temas relacionados com a atividade artística – segundo Carvalho, "os limites da imaginação, opções artísticas, banalidades e extravagâncias”. 

20 SET (DOM): New Noveta - CHVALIA ABUTAK AMETHYST

O trabalho do projeto New Noveta surge como reflexão sobre as conformidades a que o nosso corpo está sujeito no quotidiano e a forma como os nossos ciclos de trabalho e o nosso comportamento têm que se enquadrar nestas estruturas para ser aceites. As performances de New Noveta são criadas em reação a estas circunstâncias de restrição e comportamentos repetitivos. Criam ambientes temporários nos espaços recorrendo a adereços e materiais vários para construir estruturas. Propõem-se à tarefa de criar estas estruturas seguindo rituais específicos que forçam os seus corpos a um esforço aparentemente desnecessário, submetendo-se igualmente a um estado de angústia e tensão. 
Cada performance de New Noveta é diferente e adaptada ao contexto onde se realiza. No entanto, recorrem frequentemente à utilização de canas de bambu e alimentos perecíveis, que incorporam nos figurinos, e à utilização de luz música originais que desempenha um papel fundamental na narrativa do processo.   

20 SET (DOM), 18H00-18H45, Galerias do Museu: Maria Hassabi - Solo

Em Solo, Maria Hassabi contracena com um tapete persa, construindo o seu movimento como a investigação de um processo escultórico fluido. O tapete – originalmente uma espécie de chão para esta dança – torna-se, alternadamente, um adereço, uma pele externa e uma arquitetura. Essas transformações traduzem a negociação do desejo numa figura de dança que vai adquirindo visibilidade no interior de um determinado enquadramento e interage com o material de um terreno escultórico definidor. Esse desejo manifesta-se na forma de um processo temporal variável, tão complexo e intrincado como os muitos padrões do tapete. 

20 SET (DOM), 19H00-20H00, Galerias do Museu: Musa paradisiaca - Cantina-Máquina

Musa paradisiaca, um projeto artístico de Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986), apresenta Cantina – Máquina, uma instalação composta por duas mesas sobre rodas onde serão apresentados dois objetos de cerâmica a serem, posteriormente, duplicados em pão e comidos, separadamente, em duas refeições, em ações que evocam rituais sacrificiais. 
Os dois objetos cerâmicos baseiam-se em componentes mecânicos da máquina a vapor de Joseph Farcot (modelo do final do século XIX) e a sua conversão em comida serve a proposta da Musa paradisiaca de ingerir o pensamento, a energia e o movimento que o animam.  

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  • LocalMuseu de Serralves
  • Dias 19 SET 2015 - 20 SET 2015

O Museu como Performance

ALEX CECCHETTI 
Alex Cecchetti (Terri, Itália, 1977) é um artista, poeta e coreógrafo. A sua prática artística, que inclui coreografia, dança, escultura, vídeo, performance e pintura, é caracterizada pela produção de situações ou objetos que tanto podem existir fora como dentro das exposições tradicionais. Cechetti manipula simultaneamente objetos, ideias e linguagem. O seu trabalho foca-se na construção de narrativas que são experienciadas pelo público tanto mental como fisicamente. Entre os espaços que o apresentaram recentemente contam-se o Serpentine Pavillion, Londres (2015); o 49 Nord 6 Est – FRAC Lorraine (2014); o Centre Pompidou, Paris (2014); o Palais de Tokyo, Paris (2014); Nuvolari, Paris (2014); 15e Prix Fondation d'Entreprise Ricard, Paris(2013),o CAC Vilnius, Lituânia (2012) e o Jeu de Paumme, Paris (2011). 

ANASTASIA AX & LARS SILTBERG  
Anastasia Ax nasceu em Estocolmo em 1979 e trabalha e vive entre Estocolmo e Atenas. Estudou na Real Academia das Artes da Dinamarca em Copenhaga, na Escola de Fotografia da Universidade de Gotemburgo, no Departamento de Belas Artes da Escola Valand em Gotemburgo e na Universidade Real de Belas Artes em Estocolmo. Recentemente realizou exposições e performances no Am Art Space (Xangai), Göteborgs Konsthall (Gotemburgo), Moderna Museet (Estocolmo), Issue Project Room (Nova Iorque), Kunsthalle Athena (Atenas), entre vários outros centros de arte e museus. Anastasia Ax recebeu, em 2015, o Prémio Internacional de Desenho da Faber-Castell.
Lars Siltberg nasceu em 1968 em Estocolmo, cidade que tem como base. Os seus trabalhos em vídeo, instalações e trabalho com som tem sido exibidos em eventos e instituições como a 49ª Bienal de Veneza, Fundação Miró (Barcelona), Moderna Museet (Estocolmo), STUK Kunsthalle (Leuven), NGBK (Berlim), entre outros.

ISABEL CARVALHO 
A simples leitura dos seus textos, com um caráter cénico muito discreto e fazendo uso da sua própria voz, distante na colocação e no grão de vozes profissionais, treinadas para a leitura, tem constituído na prática artística de Isabel Carvalho – que também inclui desenho, pintura, escultura, instalação, edição de livros e organização de exposições – uma de forma muito pessoal de confrontar o público com assuntos comuns à produção artística: o valor do amadorismo, as relações entre arte e economia, a Amizade, a dialética entre rigor e imaginação. Alguns destes assuntos foram aliás abordados nas várias exposições organizadas por si num espaço do Porto chamado Navio Vazio, e que, paralelamente a uma vasta produção editorial – Carvalho fundou uma editora, a Braço de Ferro, que publicou entre 2008 e 2011 dezenas de livros, seus e de outros autores, entre artistas, designers e curadores – serviu à artista como um laboratório onde pôde ensaiar possíveis traduções de publicações em experiências tridimensionais. Entre as suas últimas exposições contam-se Plateau singers merge languages together, Künstlerhaus Bethanien, Berlim (2013), FIGUR, Kantine Aqua Carre, Berlim (2013), Disruptive Patterns, Plots and Movements (Prelude), Altes Finanzant, Berlim (2013) e O princípio da inércia, Pavilhão Branco, Museu da Cidade, Lisboa (2012).  

KOVÀCS/O’DOHERTY
Kata Kovács (Kecskemét, Hungria, 1981) e Tom O’Doherty (Dublin, Irlanda, 1978) trabalham em colaboração desde 2011 criando instalações performativas e vídeos. O seu trabalho combina duração, composição musical eletroacústica minimalista, movimento e vídeo. Este trabalho é frequentemente enformado por tentativas de aplicar processos rigorosos a fenómenos simples mas muitas vezes negligenciados. Interessam-se por processos, sons e movimentos que se aproximam da impercetibilidade e pela forma como este material pode ser transformado pela sobreposição, padrões, pelo ritmo e a repetição. Os seus trabalhos foram mostrados em locais como Sophiensæle (Berlim), Ausland (Berlim) e o Bakelit Multi Art Center (Budapeste), entre outros.

LORETO MARTÍNEZ TRONCOSO 
Loreto Martínez Troncoso nasce em Vigo, Espanha, em 1978, e vive e trabalha atualmente entre o Porto e Paris. Na sua prática artística utiliza essencialmente a escrita, a palavra dita e o silêncio concretizados em intervenções no espaço e na realização de peças sonoras. A sua obra foi apresentada nos Les Laboratoires d’Aubervilliers (París), Centro Georges Pompidou (París), Arteleku (San Sebastián), Fundação Serralves (Porto), Bétonsalon (Paris), La Casa Encendida (Madrid), Palais de Tokyo (Paris. 
Participou nas exposições coletivas "El grito/The Cry "(Musac, León), "Une exposition parlée” (Jeu de Paume, Paris) "Los Veraneantes” ( MARCO, Vigo) e realizou as  exposições individuais "Entrar en la obra  1”, (MARCO, Vigo), "Ent(r)e” (Centro de Arte Contemporáneo de La Ferme du Buisson, Paris), "There is water in my eyes and ire in my heart, do you want a drink or a spark?” (Galería PM8, Vigo) e "…desde el amor” (Paradise, Nantes).
A edição de livros e a escrita de textos para teatro são parte integrante do seu processo criativo. Representada pela Galeria PM8, Vigo.

MARIA HASSABI 
Maria Hassabi (Nicósia, Chipre, 1973) é uma artista e coreógrafa sediada em Nova Iorque. Ao longo dos anos, Hassabi desenvolveu uma prática coreográfica distinta, centrada na relação do corpo com a imagem e definida pela fisicalidade escultural e pela extensão temporal.
Em 2013, Hassabi representou Chipre, no Pavilhão de Chipre e da Lituânia, na 55ª Bienal de Veneza.
O seu trabalho já foi apresentado em espaços como The Kitchen (Nova Iorque), o PS1 MoMA (Nova Iorque), CCS Bard Galleries at Bard College (Hudson, Nova Iorque), Hammer Museum (Los Angeles), Ballroom Marfa (Texas), Portland Institute for Contemporary Art TBA Festival (Oregon), Museum of Contemporary Art Chicago, Herberger College of the Arts at Arizona State University, e no context de festivais como o Performa ’09 and ‘13, Fi:af’s Crossing the Line, em 2009 e 2011, e o LMCC’s River to River Festival em 2012 e 2014.

Musa paradisiaca 
Musa paradisiaca é um projeto artístico de Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986). Entre as recentes apresentações do seu trabalho destacam-se Der Leone Have Sept Cabeças, CRAC Alsace, Altkirch, França (2014); EDP Novos Artistas Prize, Galeria Fundação EDP, Porto (2013); How do you catch a fugitive? – Exhibition of conversable objects, CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (2013) e Impossible tasks (The Servant of the Cenacle), Palais de Tokyo, Paris (2013). 

NEW NOVETA
New Noveta é um projeto de colaboração entre a artista e performer sueca Ellen Freed e a artista de performance e música Keira Fox, esta última também conhecida como membro dos projetos Maria & The Mirrors e Ashkelon. As suas performances são multidisciplinares, combinando a produção de som, adereços e figurinos, construção de instalações efémeras e ações físicas e dança. Recentemente apresentaram-se no contexto da exposição coletiva "Apophenia” em Manchester, no ICA de Londres incluídas no programa Re Materializing Feminism e na abertura do projeto de Oreet Ashery para o programa fig-2.

VIVO & LORETO MARTÍNEZ TRONCOSO
Angélica Salvi nasceu em 1981 em Salamanca (Espanha) e vive atualmente no Porto. Completou os seus estudos de harpa clássica no Conservatório Superior de Madrid, estudou Jazz no Arizona (EUA) e realizou dois Masters no Conservatório de Haia (Holanda) especializando-se em música contemporânea e experimental. Tem estado envolvida em projetos de música contemporânea, experimental e improvisação. Dirige o projeto Female Effects e é membro do Vertixe Sonora Ensemble. 
Emily King vive entre o Porto e Paris. Estudou a arte da massagem na escola Biopulse em França, onde obteve o seu certificado profissional em 2008. Integra a equipa de formação da escola de massagem Biopulse em Paris e, presentemente, estuda medicina tradicional chinesa, mais especificamente, massagem e Qigong no Instituto Europeu de Estudos Tradicionais Chineses do Porto.  


Curadoria: Cristina Grande, Ricardo Nicolau e Pedro Rocha
Produção: Ana Conde, Cristina Grande, Pedro Rocha, Ricardo Nicolau
Apoio à Produção: Clara Gómez González
Coordenação técnica e Som: Nuno Aragão
Luz: Rui Barbosa
Vídeo e Cinema: Carla Pinto
Agradecimentos: Paulo Pimenta, Rita Castro Neves, Afonso Vieira

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