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BIODIVERSIDADE NA CIDADE

Nas últimas décadas a ação humana sobre os ecossistemas naturais tem vindo a afetar cada vez mais espécies da fauna e flora do planeta.
As principais causas para a extinção das espécies são as profundas alterações, ou mesmo a destruição dos habitats. Esta destruição tem-se intensificado devido a vários fatores de pressão exercida pelo Homem, como a crescente erosão e desertificação dos solos, o sobre pastoreio, a poluição da água, do solo e da atmosfera por substâncias químicas, a introdução de espécies exóticas pelo Homem, entre outros. A menor diversidade de espécies na Terra coloca a própria sobrevivência do Homem em questão, pois este depende da Biodiversidade para tudo: alimento, vestuário, medicamentos, abrigo, energia, etc.. Concentrando-se a população em aglomerados urbanos, os espaços verdes nas cidades tornam-se o palco de transmissão de importantes conhecimentos e desenvolvimento de empatia e compreensão face à Natureza e seus mecanismos de equilíbrio.
Promover o contacto com a Biodiversidade urbana é fundamental na educação das crianças e jovens para uma das mais graves problemáticas que envolve o planeta que irão herdar.
As componentes laboratorial e ao ar livre desenvolvidas em Serralves, permitem aos alunos inventariar a fauna e aflora urbanas e treinar competências metodológicas de recolha e tratamento de dados.

TEMAS: Os Animais; Plantas e Líquenes; A Natureza através dos sentidos

Orientação: Mundo Científico – Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: ensinos pré-escolar e básico
Funcionamento: 1h30 duração (pré-escolar), 2h (ensino básico)
Lotação: 15 crianças (mínimo)/30 crianças (máximo)

ANIMAIS POR DENTRO – ANATOMIA COMPARADA
Quantos corações tem uma minhoca? Viverá uma formiga sem pulmões? Conseguirão os morcegos orientar-se através de ecos de vocalizações? Estarão os herbívoros adaptados a comer qualquer alimento? Vamos observar corações e pulmões e analisar diferentes órgãos do sistema digestivo de ruminantes e granívoras.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 6º ano: Processos vitais dos seres vivos - Trocas nutricionais entre o organismo e o meio

INDÍCIOS DE PRESENÇA DOS ANIMAIS
Onde se escondem os pequenos animais silvestres que habitam Serralves? Os indícios, ou vestígios, de presença são fundamentais para o estudo da biodiversidade na natureza. Vamos dedicar esta aula de campo à recolha e identificação de vestígios de animais ao longo de um trilho. Regurgitações, pegadas, penas, pelos, ninhos, tocas, conseguiremos deduzir a quem pertencerão? 
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: pré-escolar; 2ºano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

EM BUSCA DE TRITÕES, SALAMANDRAS E LAGARTOS
Nesta aula de campo propõe-se a descoberta de répteis e de anfíbios, percorrendo os seus esconderijos no Parque. Ao longo da visita aprendem-se técnicas de observação, de captura e de identificação recorrendo a padrões visuais e a vocalizações.
Orientação: Mundo Científico
Articulação curricular: 2ºano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

ORNITÓLOGOS NO PARQUE
Nesta visita de campo vamos assumir o papel de ornitólogos, observando e identificando as espécies de aves mais comumente avistadas no Parque de Serralves. Serão fornecidos binóculos, guias de campo e gravador para registo dos sons das aves para posterior análise das suas vocalizações.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: pré-escolar; 2ºano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

BORBOLETAS NO PARQUE
O estudo das borboletas na cidade reveste-se de grande importância, pois estes pequenos seres são insetos polinizadores por excelência. A partir de um percurso definido no Parque vamos capturar, identificar e fotografar as borboletas que formos avistando.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: pré-escolar; 2ºano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas

O MUNDO FASCINANTE DOS INSETOS E DAS ARANHAS 
Os insetos e as aranhas constituem dois dos grupos animais mais diversos na natureza, contribuindo decisivamente para o equilíbrio dos ecossistemas. Nesta aula de campo observam-se os pequenos artrópodes nos seus micro-habitats e recolhem-se amostras de solo para a sua identificação, com recurso a lupas e outros materiais utilizados pelos investigadores no seu trabalho de campo.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: pré-escolar; 2ºano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8ºano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

BIOINDICADORES NA NATUREZA – DESVENDAR O MUNDO DOS LÍQUENES E DOS MUSGOS
Os líquenes e os musgos são seres vivos com histórias interessantes para contar. Os líquenes porque, não sendo plantas, também não são propriamente fungos, mas antes uma mistura dos dois que resulta em perfeita simbiose num organismo só. Os musgos porque, não tendo propriamente raízes, caules ou folhas, são organismos pioneiros a colonizar áreas desprovidas ainda de vida. Num percurso no Parque, vamos recolher alguns exemplares e analisar a sua constituição microscópica.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica 
Articulação curricular: 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nas plantas; 8ºano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

COMO SE REPRODUZEM AS PLANTAS 
Vamos partir à descoberta de árvores, arbustos e plantas herbáceas e identificar as suas estruturas reprodutoras. Plantas com semente, plantas sem semente, como se multiplicam? Que diversidade de sementes conseguimos encontrar? Depois do nosso percurso botânico, vamos experimentar técnicas de multiplicação vegetativa (estacaria e enxertia) na estufa da Quinta.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local

O METABOLISMO DAS PLANTAS
Respiração, transpiração, fotossíntese, que processos ocorrem diariamente dentro de uma planta? Vamos observar vasos condutores e estomas ao microscópio, testar a taxa de transpiração foliar, fazendo variar a temperatura e a humidade e aprender a extrair a clorofila de folhas de plantas do Parque.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: 6º ano: Processos vitais dos seres vivos - Trocas nutricionais entre o organismo e o meio

SIMBIOSES E ADAPTAÇÕES DAS PLANTAS
Plantas aéreas, aquáticas, subterrâneas, aromáticas, espinhosas, resinosas e simbióticas. O Parque alberga uma diversidade imensa de espécies que evoluíram no sentido de se adaptarem aos diferentes habitats. Num trilho pelo Parque, e num formato de peddy-paper temático, vamos descobrir e registar algumas dessas adaptações. Quem conseguirá superar todos os desafios?
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica 
Articulação curricular: 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nas plantas; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

COLEÇÕES CIENTÍFICAS
Ciência está repleta de grandes naturalistas cujas explorações nos chegam através de histórias bem guardadas em vitrinas, caixotes, cadernos e envelopes. Vamos realizar uma expedição científica pelo Parque e recolher materiais naturais que servirão de base a uma coleção científica. Herbários, coleções de rochas, de sementes ou de folhas, o que encontraremos pelo caminho? 
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica 
Articulação curricular: pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nas plantas

AS ÁRVORES-MONUMENTO DE SERRALVES
Por entre os 18 hectares do Parque de Serralves, encontram-se algumas árvores verdadeiramente especiais. Seja pela sua antiguidade, seja pela sua imponência, seja pela sua história, são dignas de uma paragem atenta. De caderno de campo na mão e com alguns instrumentos de medição, vamos visitar a faia-de-folhas-vermelhas do Bosque das Faias, o castanheiro-da-Índia, o cedro-do-Atlas-de-folhas-azuis ou a sequoia-gigante do Arboreto.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural -Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - Floresta; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

EXPLORAR O MICROBIOMA DO SOLO
Debaixo dos nossos pés há um mundo vivo a fervilhar, responsável por grande parte do que cresce nas nossas hortas e jardins. Vamos recolher amostras de solo, preparar meios nutritivos e colocar os nossos pequenos seres (bactérias e fungos) a crescer. Que Biodiversidade encontraremos?
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: pré-escolar; 3ºano: À descoberta do ambiente natural - Aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade; 5º ano: A qualidade do ambiente - A água, o ar, as rochas e o solo; 6º ano: Agressões do meio e integridade do organismo - Os microrganismos

TEIAS ECOLÓGICAS URBANAS
Produtores, consumidores, decompositores organizam-se na natureza numa teia ecológica que vai evoluindo e permanentemente reequilibrando. Nesta aula de campo, vamos capturar seres vivos de vários habitats do Parque e tentaremos organizá-los em cadeias, teias e pirâmides ecológicas como verdadeiros ecólogos.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

MAPA SONORO DO PARQUE 
Percecionar os sons da Natureza pode ser um infindável exercício de descoberta dos seres vivos na cidade. Munidos de microfone, vamos partir para o Parque e registar os sons das aves, dos animais da Quinta, do vento ou da água na Mina.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica 
Articulação curricular: pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Aspetos físicos do meio local

BIOACÚSTICA 
Os sons são formas de comunicação importantes entre espécies na Natureza. Aves, morcegos, anfíbios, insetos, que significados têm os sons emitidos? Alertas de perigo, chamamento reprodutor, socialização, como se distinguem? Como permitem distinguir diferentes espécies? Vamos registar sons no Parque e vamos analisar sonogramas de várias espécies, aprendendo os atributos básicos para a sua caracterização.
Orientação: Mundo Científico
Articulação curricular: 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - 
A qualidade do ambiente; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

A LUZ E OS RITMOS BIOLÓGICOS
Os seres vivos são regulados pela luz que têm disponível na Natureza. Como se possuíssem relógios biológicos internos, vão coordenando os seus ciclos de atividade com as estações do ano. Dormência, queda da folha, mudança de cor, fototropismo, vamos identificar manifestações dos ciclos biológicos em plantas e animais do Parque.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: pré-escolar; 2ª ano: À descoberta do ambiente natural - Aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta do ambiente natural - Os astros; 5º ano: A água, o ar, as rochas e o solo - A importância da água para os seres vivos; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas; 7º ano: Sustentabilidade na Terra - Luz

SOM E RUÍDO AMBIENTE
Os parques verdes urbanos desempenham uma importante função não só como reservatórios de biodiversidade mas também como cortinas naturais que mitigam o ruído urbano. Nesta aula de campo vamos registar os níveis sonoros no Parque e nos espaços envolventes e identificar as fontes sonoras mais frequentes locais.
Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica
Articulação curricular: 5º ano: Compreender que o solo é um material terrestre de suporte de vida; 8º ano: O som


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