Facebook Linkedin Twitter

BIODIVERSIDADE NA CIDADE

Nas últimas décadas a ação humana sobre os ecossistemas naturais tem vindo a afetar cada vez mais espécies da fauna e flora do planeta.
As principais causas para a extinção das espécies são as profundas alterações, ou mesmo a destruição dos habitats. Esta destruição tem-se intensificado devido a vários fatores de pressão exercida pelo Homem, como a crescente erosão e desertificação dos solos, o sobrepastoreio, a poluição da água, do solo e da atmosfera por substâncias químicas, a introdução de espécies exóticas pelo Homem, entre outros. 
A menor diversidade de espécies na Terra coloca a própria sobrevivência do Homem em questão, pois este depende da Biodiversidade para tudo: alimento, vestuário, medicamentos, abrigo, energia, outros... 
Concentrando-se a população em aglomerados urbanos, os espaços verdes nas cidades tornam-se o palco de transmissão de importantes conhecimentos e desenvolvimento de empatia e compreensão face à Natureza e seus mecanismos de equilíbrio.
Promover o contacto com a Biodiversidade urbana é fundamental na educação das crianças e jovens para uma das mais graves problemáticas que envolve o planeta que irão herdar.


TEMAS: Fauna; Flora; Habitats

Articulação curricular: ensinos pré-escolar e básico
  •  Todas as oficinas propostas são adaptadas e orientadas segundo critérios diferenciadores mediante o nível de ensino a que se dirigem.
Duração das Oficinas: 1h30 (pré-escolar), 2h (ensino básico)
Lotação: 15 crianças (mínimo/30 crianças (máximo)”

1.OS ANIMAIS E SEUS INDÍCIOS DE PRESENÇA
Onde se escondem os pequenos animais silvestres que habitam Serralves? Os indícios ou vestígios de presença são fundamentais para o estudo da Biodiversidade na Natureza. Vamos dedicar esta aula de campo à recolha e identificação de vestígios de animais ao longo de um trilho. Regurgitações, pegadas, penas, pelos, ninhos, tocas, conseguiremos deduzir a quem pertencerão? 
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

2.EM BUSCA DE TRITÕES, SALAMANDRAS E LAGARTOS
Propõe-se uma aula de campo que potencie a descoberta de répteis e de anfíbios, e/ou dos seus vestígios de presença, percorrendo os seus esconderijos no Parque de Serralves. Ao longo da visita serão apresentadas técnicas de observação, de captura e de identificação, recorrendo a padrões visuais e a vocalizações.
Articulação curricular (preferencialmente): 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8ºano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

3.ORNITÓLOGOS NO PARQUE
Nesta visita de campo iremos assumir o papel de ornitólogos, observando e identificando as espécies de aves mais comumente avistadas no Parque de Serralves. Para registo dos sons das aves e posterior análise das suas vocalizações, será disponibilizado o material pedagógico e científico necessário: binóculos, guias de campo e gravador.
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Ecossistemas

4.BORBOLETAS NO PARQUE
O estudo das borboletas na cidade reveste-se de grande importância, pois estes pequenos seres são insetos polinizadores por excelência. A partir de um percurso definido no Parque, iremos observar, identificar e fotografar as borboletas que formos avistando.
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

5.O MUNDO FASCINANTE DOS INSETOS E DAS ARANHAS 
Os insetos e as aranhas constituem dois dos grupos animais mais diversos na Natureza, contribuindo decisivamente para o equilíbrio dos ecossistemas. Nesta aula de campo observam-se os pequenos artrópodes nos seus micro-habitats e recolhem-se amostras de solo para a sua identificação, com recurso a lupas e outros materiais utilizados pelos investigadores no seu trabalho de campo.
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nos animais; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

6.BIOACÚSTICA 
Os sons são formas de comunicação importantes entre espécies na Natureza. Aves, morcegos, anfíbios, insetos, que significados têm os sons emitidos? Alertas de perigo, chamamento reprodutor, socialização, como se distinguem? Como permitem distinguir diferentes espécies? Vamos registar sons no Parque e analisar sonogramas de várias espécies, aprendendo os atributos básicos para a sua caracterização.
Articulação curricular (preferencialmente): 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - 
A qualidade do ambiente; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

1.COMO SE REPRODUZEM AS PLANTAS 
Vamos partir à descoberta de árvores, arbustos e plantas herbáceas e identificar as suas estruturas reprodutoras. Plantas com semente, plantas sem semente, como se multiplicam? Que diversidade de sementes conseguimos encontrar? Depois do nosso percurso botânico, vamos experimentar técnicas de multiplicação vegetativa (estacaria e enxertia) na estufa da Quinta.
Articulação curricular (preferencialmente): 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local.

2.O METABOLISMO DAS PLANTAS
Respiração, transpiração, fotossíntese, que processos ocorrem diariamente dentro de uma planta? Vamos observar vasos condutores e estomas ao microscópio, testar a taxa de transpiração foliar, fazendo variar a temperatura e a humidade, e aprender a extrair a clorofila de plantas do Parque.
Articulação curricular (preferencialmente): 6º ano: Processos vitais dos seres vivos - Trocas nutricionais entre o organismo e o meio.

3.SIMBIOSES E ADAPTAÇÕES DAS PLANTAS
Plantas aéreas, aquáticas, subterrâneas, aromáticas, espinhosas, resinosas e simbióticas. O Parque alberga uma diversidade imensa de espécies que evoluíram no sentido de se adaptarem aos diferentes habitats. Num trilho pelo Parque, e, num formato de peddy-paper temático, vamos descobrir e registar algumas dessas adaptações. Quem conseguirá superar todos os desafios?
Articulação curricular (preferencialmente): 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nas plantas; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

4.COLEÇÕES CIENTÍFICAS
Ciência está repleta de grandes naturalistas cujas explorações nos chegam através de histórias bem guardadas em vitrinas, caixotes, cadernos e envelopes. Vamos realizar uma expedição científica pelo Parque de Serralves e recolher materiais naturais que servirão de base a uma coleção científica. Herbários, coleções de rochas, de sementes ou de folhas, o que encontraremos pelo caminho? 
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nas plantas.

5.AS ÁRVORES-MONUMENTO DE SERRALVES
Por entre os 18 hectares do Parque de Serralves, encontram-se algumas árvores verdadeiramente especiais. Seja pela sua antiguidade, seja pela sua imponência, seja pela sua história, são dignas de uma paragem atenta. De caderno de campo na mão e com alguns instrumentos de medição, vamos visitar a faia-de-folhas-vermelhas do Bosque das Faias, o castanheiro-da-Índia, o cedro-do-Atlas-de-folhas-azuis e a sequoia-gigante do Arboreto.
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural -Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - Floresta; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

6.A FORMAÇÃO DO SOLO 
O solo é o suporte de vida terrestre. Analisar um perfil de solo no Parque de Serralves e aprender a caracterizar os vários horizontes, através de testes simples de permeabilidade, temperatura, acidez e humidade são os nossos objetivos. Adicionalmente, e, utilizando uma chave dicotómica, identificaremos as rochas presentes, terminando com a construção de uma coleção de rochas.
Articulação curricular (preferencialmente): 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Aspetos físicos do meio local; 5º ano: A água, o ar, as rochas e o solo - A importância da água para os seres vivos.
1.VIDA NA ÁGUA
Os seres vivos aquáticos microscópicos (macroinvertebrados) são importantes indicadores biológicos da qualidade da água na Natureza. Recorrendo a frascos de recolha, guias de identificação, pipetas e lupas, analisaremos a qualidade biológica dos lagos do Parque através do estudo da sua comunidade biótica.
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 1º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: A água, o ar, as rochas e o solo - A importância da água para os seres vivos; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra - Gestão sustentável dos recursos.

2.TEIAS ECOLÓGICAS URBANAS
Produtores, consumidores e decompositores organizam-se na Natureza numa teia ecológica que vai evoluindo e permanentemente reequilibrando. Nesta aula de campo, vamos capturar seres vivos de vários habitats do Parque de Serralves e tentaremos organizá-los em cadeias, teias e pirâmides ecológicas como verdadeiros ecólogos.
Articulação curricular (preferencialmente): 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

3.MAPA SONORO DO PARQUE 
Percecionar os sons da Natureza pode ser um infindável exercício de descoberta dos seres vivos na cidade. Munidos de microfone, vamos partir para o Parque de Serralves e registar os sons das aves, dos animais da Quinta, do vento ou da água na Mina. 
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Aspetos físicos do meio local.

4.CICLOS NA NATUREZA
A transformação anual das plantas e dos animais marca as estações do ano no Parque. Borboletas, escaravelhos, sapos e rãs, árvores e pequenas herbáceas contam-nos infindáveis histórias de metamorfoses, folhas caducas, bolbos ou estolhos. Como funcionam estes relógios biológicos que trabalham cada estação do ano? Será o frio? Será o sol? Vem experimentar, observar e desvendar os ritmos biológicos do Parque.
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano À descoberta do ambiente natural - Aspetos físicos do meio local.

5.BIOINDICADORES NA NATUREZA – DESVENDAR O MUNDO DOS LÍQUENES E DOS MUSGOS
Os líquenes e os musgos são seres vivos com histórias interessantes para contar. Os líquenes porque, não sendo plantas, também não são propriamente fungos, mas antes uma mistura dos dois que resulta em perfeita simbiose num organismo só. Os musgos porque, não tendo propriamente raízes, caules ou folhas, são organismos pioneiros a colonizar áreas desprovidas ainda de vida. Num percurso no Parque de Serralves, vamos recolher alguns exemplares e analisar a sua constituição microscópica.
Articulação curricular (preferencialmente): 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: Diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio - Diversidade nas plantas; 8º ano: Terra - Sustentabilidade na Terra – Ecossistemas.

6.CICLO URBANO DA ÁGUA
O ciclo da água na Natureza incorpora, como não podia deixar de ser, as atividades humanas que advêm de um modo de vida urbano. O tratamento de água, através das ETAs e das ETARs, permitem que as suas propriedades se mantenham dentro de parâmetros de qualidade que não comprometam o equilíbrio ecológico e a saúde humana. Vamos visitar a mina de água do Parque de Serralves, construir um miniciclo da água e realizar testes simples que reproduzem o processo de tratamento numa Estação de Tratamento de Água.
Articulação curricular (preferencialmente): 1ºano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: A água, o ar, as rochas e o solo - A importância da água para os seres vivos; 8ª ano: Terra - Sustentabilidade na terra - Gestão sustentável dos recursos

7.MONITORIZAR A QUALIDADE DA ÁGUA E DO AR
Numa verdadeira aula de campo vamos percorrer pontos de água no Parque de Serralves e aprender a recolher, registar e analisar parâmetros físico-químicos, como o pH, a turbidez, a temperatura ou o oxigénio dissolvido. De igual forma, vamos visitar as Estações Meteorológicas existentes e aprender a registar alguns parâmetros meteorológicos atmosféricos, como o ozono troposférico, as partículas atmosféricas, a humidade relativa e a temperatura. 
Os dados recolhidos serão inseridos na plataforma de "Biodiversidade e Ambiente”, da Fundação de Serralves, para que, com os registos acumulados, se possa monitorizar variações ao longo do tempo.
Articulação curricular (preferencialmente): 4º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade - A qualidade do ambiente; 5º ano: A água, o ar, as rochas e o solo - A importância da água para os seres vivos.

8.ABRIGOS E ALIMENTADORES
Onde vive um escaravelho ou um bicho da conta? Onde se escondem as lagartixas? O que comem os piscos e os melros? Partindo da descoberta dos animais que habitam a Horta, construiremos pequenos abrigos e alimentadores, como hotéis de insetos, para instalar nos seus habitats. 
Articulação curricular (preferencialmente): pré-escolar; 2º ano: À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; 3º ano: À descoberta das inter-relações Natureza/Sociedade – A agricultura do meio local.


Ser Amigo faz a diferença.
Junte-se a nós! 

MoradaRua D. João de Castro, 210
4150-417 Porto Portugal
Latitude 41º 9'35.40"N
Longitude 8º39'35.35ºW
CONTACTE-NOS 226156500
SIGA-NOS
Serralves