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OUTROS LIVROS

Imagem: Livros e Edições de Artista. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Foto Filipe Braga, © Fundação de Serralves, Porto.



"Concepto Incerto”, E. M. de Melo e Castro, 1974

"Nós fomos confrontados com uma necessidade de nos extravasarmos… Estabelecer relações não só interdisciplinares mas transnacionais… Nós descobrimos uma coisa… Escrever dum modo diferente era uma atitude política. Incorporar a dimensão visual era uma atitude política…”.

Nascido na Covilhã em 1932, Ernesto Manuel Geraldes de Melo e Castro, é engenheiro, escritor, poeta experimental, critico, ensaísta, artista plástico. Ficou a dever-se à sua iniciativa a publicação, no Jornal do Fundão e no Notícias de Luanda, de páginas especiais dedicadas à poesia experimental, área em que teve um papel fundamental nos anos sessenta em Portugal. É autor de um "manifesto" da poesia experimental, a Proposição 2.01 - Poesia Experimental e também de várias obras no domínio do Design e da Engenharia Têxtil.
Concepto Incerto apresenta-se na forma de um envelope com 32 folhas no seu interior, cada uma com desenhos geométricos e um comentário do autor. Melo e Castro aposta na não equivalência conceptual entre os códigos visual e escrito, cada um a poder ser entendido como o ponto de partida para o outro. Juntos resultam em informação estética.
A obra reporta à exposição feita na Galeria Buchholz em dezembro de 1974, em Lisboa.
Medidas do envelope : 22,5x15,5 cm    

Entrelinhas – Eugénio de Mello e Castro (11 de maio de 2010). 
Recuperado em 4 de dezembro de 2013 http://www.youtube.com/watch?v=VQl7_sFAerw 


Imagem: "Concepto Incerto”, E. M. de Melo e Castro, 1974. Livros e Edições de Artista. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Foto © Fundação de Serralves, Porto.




Nascido em março de 1938, francês de nacionalidade, Buren formou-se na École Nationale Supérieure des Métiers d'Art, de Paris, em 1960. Desde 1965, porém, que o uso regular de listras contrastantes em superfícies e espaços arquitetónicos o tornaram bem conhecido.

Tanto nas intervenções destinadas a um espaço específico, como nos seus livros, Daniel Buren cria obras in situ. Usa tiras coloridas, alternando entre o branco e uma cor, de 8,7cm de largura, unidade a que chama a sua "ferramenta”. Os seus livros, obras completamente independentes, podem conter textos ou "fotografias-recordações”. Nos catálogos para exposições coletivas, tende a optar por uma intervenção concebida especificamente para a exposição em causa.

"Passages” apresenta-se em 7 volumes, num estojo branco de cartão com 55,5x55x6,5 cm.
Cada volume tem uma cor diferente e é composto por placas de compensação impressas com faixas da mesma cor. Vol. I: Blue: 32 plates; Vol. I: Azul: 32 placas; vol. II: Yellow: 39 plates; Vol. II: Amarelo: 39 placas; vol. III: Black: 25 plates; Vol. III: Preto: 25 placas; vol. IV: Orange: 29 plates; Vol. IV: Laranja: 29 placas; vol. V: Red: 26 plates; Vol. V: Vermelho: 26 placas; vol. VI: Green: 31 plates; Vol. VI: Verde: 31 placas; vol. VII: Violet: 33 plates. VII: Violeta: 33 placas. Artestudio, Macerata, Italy, 1972.

« L’ennemi du créateur n’est donc pas seulement le Musée, la Galerie, ni même le critique, ce parasite, ce qu’en un mot d’aucuns appellent le "système", mais bien la horde des suiveurs de modes, des eunuques de la pensée, des réactionnaires patentés : les artistes, qui à leur niveau représentent dans le pouvoir la force qui le perpétue». (Bruxelles, avril 1977).

Daniel Buren - Les Écrits (1965-1990). Recuperado em 18 setembro, 2012 de http://www.secret-wound.org/spip/spip.php?article6 


Imagem: "Passages”, Daniel Buren, 1972. Livros e Edições de Artista. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Foto Filipe Braga, © Fundação de Serralves, Porto.



 


A obra "Twentysix Gasoline Stations”, de Ed Ruscha, é constituída por fotografias a preto e branco de 26 estações de serviço, com legendas de uma linha indicando o nome e a localização de cada uma. O formato do livro é o convencional num tipo de papel comum, o layout da página varia: umas vezes uma fotografia preenche duas páginas, outras uma página, outras ainda meia página. Ruscha tirou essas fotografias, de postos de abastecimento, na lendária Route 66 Highway, que liga Oklahoma a Los Angeles. As imagens são registadas não com a intenção de mostrar fotografias artísticas mas sim, segundo Ruscha, do ponto de vista da estética tradicional, quase instantâneas, fazendo referência ao conceito da "não fotografia”.


Referência: Edward Ruscha : Twentysix Gasoline Stations . - 2ª ed. (cop. 1967). - Alhambra : Cunningham Press, 1962 . - 48 p. : il., p&b ; 18 cm. Livros e Edições de Artista. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Foto © Fundação de Serralves, Porto.


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