Quinta do Mata-Sete + Francisco Tropa

A Quinta do Mata-Sete anuncia-se a partir do Passeio da Levada, situado a uma cota elevada, com um exposição única à luz (Sul/Poente), que abre sobre o Lameiro e o Prado Grande rodeados por uma cortina de vegetação e bosques, tendo como ponto focal, dentro da propriedade, o Assento Agrícola à distância.

Pertença da família de Carlos Alberto Cabral antes de 1932, a Quinta do Mata-Sete, apesar de não se encontrar incluída no projecto de Gréber para o Conde de Vizela, foi objecto de intervenção na sequência daquele.

Uma longa alameda de Castanheiros-da-Índia atravessa os prados de cultivo e pastoreio, desenhando o eixo que formalmente prolonga o Parterre Central até à extremidade Sul da propriedade e culminando num tanque, removido na década de 1980, estilisticamente consonante com os existentes na extremidade Norte.

Originalmente pontuada por ciprestes e delimitada por sebes, esta alameda prolongava o jardim por entre uma paisagem codificada por princípios pitorescos e bucólicos de uma ruralidade encenada aparente nos edifícios que compõem o Assento Agrícola.

Hoje a Quinta cumpre uma função pedagógica, nomeadamente pela manutenção de um efectivo pecuário composto por espécies autóctones do Norte e Centro de Portugal, entre as quais a Barrosã, a Arouquesa e a Marinhoa.

Neste ponto do Passeio da Levada encontra-se instalada a obra “Monte Falso”, de Francisco Tropa.


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