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Há Vida no Parque!

O programa "Há vida no Parque!" oferece um conjunto de CONVERSAS, PERCURSOS NO PARQUE e OFICINAS que dão a conhecer a biodiversidade em Serralves. Investigadores especialistas a trabalhar em Portugal partilham as suas histórias e aventuras, desvendando pormenores fascinantes do mundo natural em momentos organizados à procura e descoberta de aves, insetos e aranhas, morcegos e micromamíferos, anfíbios, répteis e plantas (entre outros).
Um projeto realizado em parceria com o CIBIO-InBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos.

Conversas e debates
Com Ricardo Lopes (Investigador do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)As mais de 10 000 espécies de aves formam um grupo caracterizado pela diversidade, tanto em tamanho, co...
Com Angelica Crottini (Investigadora do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Os anfíbios e os répteis são muitas vezes estudados em conjunto, existindo até um ramo da...
Com João Tereso (Investigador do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Ao longo de milénios as plantas que cultivamos foram-se adaptando ao nosso clima e às nossas condiçõe...
Com Cristina Garcia (Investigadora do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)O mundo faz-se de interações. Não há nenhuma espécie, comunidade ou indivíduo que consiga viver...
Com José Manuel Grosso-Silva (Investigador do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Borboletas, joaninhas, formigas, moscas, mosquitos, gafanhotos, grilos, abelhas, libelinhas...
Com Joana Vicente e Ana Sofia Vaz (Investigadoras do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Espécies invasoras são animais e plantas que são introduzidas, acidental ou deliber...
Com Joana Paupério (Investigadora do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Os ratinhos e musaranhos inserem-se no grupo dos micromamíferos, que também inclui as toupeir...
Com Paulo Farinha Marques e Cláudia Oliveira (Investigadores do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)A paisagem é composta por mosaicos de habitats. Nos 18 hectares do Parque...
Carlos Vila-Viçosa (Investigador do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)O Parque de Serralves com os seus 8 000 exemplares de árvores e arbustos, pertencentes a cerca de 230 esp&e...
Com Filipa Filipe (Investigadora do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos).CONVERSA11h00-11h30Conceção e orientação: Investigadores do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Bi...
Com Cristiana Vieira e Helena Hespanhol (Investigadoras do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Devido às suas pequenas dimensões, as briófitas passam muitas vezes despercebidas, ...
Acesso família: 5€/ família (Válido até um máx. de dois adultos participantes acompanhados de crianças até aos 12 anos. Nº livre de crianças até aos 12 anos, sempre que acompanhadas pelos responsáveis).
Acesso individual: mediante aquisição de bilhete Museu ou Parque.

Domingos (*)

10h00-13h00
OFICINAS 
Conceção e orientação: Mundo Científico, Lda.
Local: Lagar (Quinta de Serralves)
Público-alvo: famílias

11h00-11h30 (**)
CONVERSAS
Conceção e orientação: Investigadores do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos
Local: Sala de Formação (Quinta de Serralves)
Público-alvo: jovens e adultos

11h30-12h30 (**)
PERCURSOS NO PARQUE
Conceção e orientação: Investigadores do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos
Ponto de encontro: Quinta de Serralves
Lotação: 25 participantes**
Público-alvo: famílias e público em geral


(*) são exceção os Percursos dedicados aos Morcegos que se realizam num sábado – por favor, ver programa.
(**) são exceção as Conversas e os Percursos dedicados às Aves e aos Morcegos que apresentam horários, lotação e ponto de encontro específicos – por favor, ver programa.

O CIBIO é um Centro de Investigação da Universidade do Porto em Ciências Biológicas que desenvolve investigação básica e aplicada nas três principais componentes da biodiversidade: genes, espécies e ecossistemas.

Este Centro de Investigação visa promover o avanço do conhecimento científico nos domínios explicitados, colaborar na definição de prioridades de conservação e medidas de gestão junto das autoridades nacionais e internacionais ligadas à conservação, formar estudantes aos mais diversos níveis, e melhorar a compreensão e apreciação pública pela biodiversidade.
Albano Beja-Pereira 
Licenciado em Engenharia Zootécnica, pela Universidade dos Açores, e doutorado pela Universidade do Porto, tem desenvolvido investigação na área da genética das populações de animais domésticos e seus congéneres selvagens. É autor de vários artigos científicos sobre origem e padrões de diversidade genética de espécies domésticas. 
Presentemente é Investigador e líder do grupo de investigação de genómica de populações, genes e fenótipos do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Os seus atuais interesses centram-se na compreensão dos mecanismos moleculares (genéticos) que, por seleção, contribuíram para adaptação das espécies ao meio ambiente ou a uma determinada função. Atualmente é Investigador responsável de vários projetos que visam a re-sequenciação dos exões (exoma) dos bovinos, suínos e ovinos.

Alexandra Sá Pinto
Alexandra Sá Pinto é licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, e actualmente é investigadora no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto (CIBIO/InBio).
Desde 2001, tem vindo a estudar os processos responsáveis pela evolução e formação de novas espécies em meio marinho.
Fascinada pela evolução é sócia fundadora da Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva e integra o Núcleo de Educação e Ensino da Evolução, que visa ensinar os princípios da evolução à sociedade e dar a conhecer as suas aplicações e implicações no nosso dia a dia. A par da investigação na área da evolução, organiza e participa em projetos de divulgação científica para alunos do primeiro ciclo e para o público em geral.

Angelica Crottini
Licenciada em Biologia pela Universidade de Milão (Itália) em 2004, completou o doutoramento em Biologia Animal em 2008, pela mesma instituição. Paralelamente ao seu doutoramento desenvolveu investigação sobre a evolução de anfíbios e répteis de Madagáscar. Desde então, trabalhou em vários projetos de biogeografia, taxonomia, filogenia e filogeografia. Em 2012, incorporou-se no CIBIO / InBIO onde aplica novas metodologias ao estudo das radiações evolutivas de Madagáscar. Encontra-se envolvida em diversas atividades de conservação e é um dos investigadores responsáveis pelo plano nacional de monitorização para a deteção precoce de quitridiomicose em Madagáscar, caso esta doença mortal venha a surgir na ilha. Desde 2013 é membro do Grupo de Especialistas de Anfíbios de Madagáscar da União Internacional para a Conservação da Natureza.

Cristiana Costa Vieira
Licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto é, desde 2009, investigadora de pós-doutoramento no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Após a licenciatura aprofundou os seus conhecimentos de taxonomia e ecologia de briófitas (musgos, hepáticas e antocerotas) e colaborou em vários trabalhos na área da conservação, monitorização e gestão de espécies e habitats portugueses. Desenvolve investigação na determinação ecológica das espécies e comunidades de briófitas e na caracterização corológica das espécies das Listas Vermelhas de Briófitas de Portugal, da Península Ibérica e Europa, com o fim de contribuir com a informação precisa para os planos de gestão e conservação. Simultaneamente estuda a relação entre as comunidades de briófitas aquáticas e os impactos antrópicos na geomorfologia, qualidade da água e regime hídrico, com o objetivo de obter conhecimento especializado para planos de gestão e requalificação ecológica dos cursos de água. É autora e co-autora de publicações sobre briófitas e ecologia vegetal em revistas científicas e de artigos de divulgação para o público em geral.

Cristina Garcia
Cristina Garcia tem investigado as consequências das interações animal-planta no funcionamento dos ecossistemas, de diferentes pontos de vista. 
Durante o seu doutoramento, na Estação Biológica de Doñana, estudou a importância dos polinizadores e dos vertebrados frugívoros para as espécies de árvores. Posteriormente mudou-se para os Estados Unidos da América para trabalhar em florestas desprovidas de fauna e, em 2010, integrou-se no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Universidade do Porto), onde combina diferentes ferramentas (ecologia, genética, genómica e Sistemas de Informação Geográfica) de maneira a predizer as hipóteses de sucesso da floresta Mediterrânica, altamente fragmentada, face a um mundo em rápida alteração.

Francisco Amorim
Licenciado em Engenharia do Ambiente pela Universidade Nova de Lisboa e Mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora. Colaborou durante quatro anos com variadas empresas do ramo da biologia na monitorização e avaliação de impacto de diversas estruturas (estradas, barragens, parques eólicos, etc.). Desde 2010 é investigador do CIBIO-InBIO (Centro de investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), onde desenvolve um estudo da comunidade de morcegos no vale do Sabor e sua envolvente, com particular destaque para a espécie Tadarida teniotis, colaborando ainda em diversos projetos desta instituição. Recentemente foi também responsável pela implementação da componente de morcegos do projeto SIMBioN - Sistema de Informação e Monitorização da Biodiversidade do Norte de Portugal. Paralelamente assumiu a função de Coordenador Regional para a zona norte do Atlas dos Morcegos de Portugal continental.

Helena Hespanhol
Licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, desenvolve desde 2002 atividade no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Os principais interesses de investigação centram-se no estudo da Biodiversidade, Ecologia e Conservação da Brioflora de Portugal. Durante o doutoramento dedicou-se ao estudo das comunidades briofíticas de afloramentos rochosos expostos no Noroeste de Portugal e influência de parâmetros ecológicos e ambientais na distribuição de espécies de briófitas. Desde outubro de 2010, é investigadora de pós-doutoramento no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto. 
No âmbito deste projeto, pretende investigar as respostas de espécies e comunidades saxícolas de briófitas face a cenários de alterações climáticas através de modelação da distribuição potencial de espécies que ocorrem em afloramentos rochosos de montanha. Outros interesses resumem-se a ecologia de comunidades e monitorização ambiental. Colabora em vários projetos com o objetivo de promover a divulgação da Brioflora.

Helena Santos
Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, completou o Mestrado em Ecologia, Ambiente e Território pela mesma Faculdade, iniciando-se assim na temática dos morcegos. Graças ao trabalho desenvolvido desde 2010, foi distinguida com o prémio Luís F. Bacardi Conservation Award e uma bolsa da Bat Conservation International, tendo prosseguido com bolseira de investigação no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). 
Atualmente realiza o doutoramento neste centro de investigação, em colaboração com a Estación Biológica de Doñana (CSIC), em Sevilha, focando-se em particular na espécie Plecotus auritus (Morcego-orelhudo-castanho), na Península Ibérica. Em paralelo é membro do conselho consultivo da associação FAPAS (Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens), participando ativamente na realização de ações de educação ambiental e conservação da natureza.

Hugo Oliveira 
Licenciado em Biologia Aplicada pela Universidade do Minho (2003) interessou-se pela combinação entre biologia molecular e arqueologia. Obteve um Mestrado e um Doutoramento em Arqueologia pela Universidade de Cambridge (Reino Unido), onde estudou a difusão do cultivo do trigo na pré-História usando marcadores genéticos. Na Universidade de Linköping (Suécia) estudou a domesticação do centeio e as alterações de agro-biodiversidade associadas à agricultura industrial. É desde 2013 investigador no CIBIO-InBio, Universidade do Porto, onde colabora em projectos ligados à evolução das espécies cultivadas e à identificação de genes responsáveis pela adaptação dos cereais a diferentes condições ambientais.

Hugo Rebelo
Concluiu a licenciatura em Biologia na Universidade de Lisboa e o Doutoramento na Universidade de Bristol (Inglaterra). Trabalhou durante quatro anos no Instituto da Conservação da Natureza, exercendo atualmente funções de Investigador no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Trabalha com este grupo faunístico desde 1997, tendo realizado trabalhos em mais de 11 países. Publicou uma dezena de artigos científicos e participou em diversos projetos de conservação e gestão das populações de morcegos, pelos quais já foi galardoado com alguns prémios: Bat Conservation International award for Research Excellence, National Geographic Explorer grant e BP Conservation Award. 

Joana Marques
Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, em 2004. Desde então tem vindo a aprofundar os seus conhecimentos sobre taxonomia liquénica, tendo colaborado em projetos na área da ecologia vegetal e co-orientado alunos de mestrado nas diversas áreas de aplicação do estudo dos líquenes, incluindo Bioindicação, Monitorização e Conservação de espécies e habitats. Em 2008 iniciou os seus estudos de doutoramento no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos) em parceria com as Universidades de Vigo e Santiago de Compostela, sobre a diversidade liquénica de superfícies rochosas expostas e respetivo efeito no processo de alteração de rochas com representações artísticas. 
Os seus atuais interesses de investigação centram-se no estudo da diversidade liquénica da Península Ibérica e dos padrões de distribuição destes organismos à escala local, com vista ao desenvolvimento de ferramentas de diagnóstico e conservação preventiva do património cultural. É membro da direção da Sociedad Española de Liquenologia (SEL) e da Associação Internacional de Liquenologia (IAL).

Joana Paupério
Licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, é atualmente investigadora do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Os seus principais interesses de investigação centram-se na área da ecologia de mamíferos, filogeografia e genética da conservação. Nos últimos anos dedicou-se sobretudo ao estudo dos micromamíferos, tendo o seu doutoramento abordado a história evolutiva do rato-de-campo-de-cauda-curta. Tem participado também em vários projetos relacionados com a monitorização e gestão de populações de mamíferos, avaliação de impacto ambiental e a conservação de espécies de micromamíferos.

João Torres
É licenciado e mestre em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, versando a sua dissertação de mestrado sobre a "Evolução da paisagem na região do Cantanhez (Guiné-Bissau) e sua influência na adequabilidade do habitat para Pan troglodytes”.
É investigador no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), integrando o grupo "Biodiversidade e Ecologia da Conservação”. É (co-) autor de alguns trabalhos científicos em revistas internacionais e nacionais, nos domínios da Fitossociologia e Ecologia da Vegetação, da Ecologia da Paisagem, da Modelação Ecológica e da Biologia da Conservação.
Entre outros temas, a sua investigação debruça-se sobre os padrões espácio-temporais dos incêndios e a sua relação com a componente física, a paisagem e a socioeconómica. Tem participado também em vários projetos relacionados com a monitorização a partir de deteção remota, avaliação de impacto ambiental e a conservação de espécies e habitats.

José Carlos Brito
Doutorado em Biologia pela Universidade de Lisboa, em 2003, é atualmente Investigador Auxiliar no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Leciona em cursos de pós-graduação da Universidade do Porto. Desde 2011 que é o Investigador responsável do grupo BIODESERTS: Biodiversity of Deserts and Arid Regions no CIBIO-InBIO, sendo responsável pelas atividades de investigação de pós-doutorandos, doutorandos e alunos de mestrado. As áreas principais em que desenvolve atividade científica são a Biogeografia e a Conservação Biológica. Neste âmbito, liderou vários projetos de investigação principalmente focados na conservação de répteis em Portugal e em diversos países africanos. Foi bolseiro da National Geographic Society por duas vezes, tendo desenvolvido mais de 20 missões científicas na Mauritânia, Mali, Marrocos, Niger, Argélia e Líbia. Até à atualidade proferiu 20 palestras e apresentou mais de 70 comunicações orais em congressos científicos. Publicou mais de 70 artigos em revistas científicas internacionais e mais de 10 capítulos em livros.

José Manuel Grosso-Silva
É licenciado em Biologia e mestre em Biodiversidade e Recursos Genéticos pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Dedica-se ao estudo da fauna de insetos de Portugal continental desde 1994, particularmente dos coleópteros e dos hemípteros, tendo realizado estudos em diversas áreas protegidas, como o Parque Natural da Serra da Estrela e o Parque Nacional da Peneda-Gerês. Publicou mais de 60 trabalhos científicos e de divulgação.

Paulo Alves
Licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. É investigador no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), desenvolvendo trabalho de investigação no domínio da Ecologia Vegetal Aplicada, Monitorização da Biodiversidade, Invasões Biológicas, Ecologia Funcional, Fitossociologia e Florística, sendo (co-) autor de aproximadamente duas dezenas de trabalhos publicados sob a forma de artigos científicos ou capítulos de livros. Participa como colaborador em outras áreas científicas, tais como a Botânica Forense, Ecologia Urbana, Flora Ornamental e Requalificação Ambiental de Habitats. Participou em vários projetos nos domínios de especialização indicados, incluindo estudos de caráter científico, projetos de ordenamento e planeamento, e estudos de avaliação de impacto ambiental relativos a diversos tipos de empreendimentos. Trabalhou no Jardim Botânico do Porto, realizando trabalho de identificação de exemplares vegetais no jardim e herbário.

Paulo Farinha Marques
Professor associado de Arquitetura Paisagista na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Formou-se em Arquitetura Paisagista no Instituto Superior de Agronomia – Universidade Técnica de Lisboa (1988) e doutorou-se na Universidade de Sheffield, Faculty of Architectural Studies (UK), também em Arquitetura Paisagista (1999). Desde 1996 tem combinado a docência com a elaboração de projetos de arquitetura paisagista a várias escalas. As suas principais áreas de interesse são o ordenamento e desenho de estruturas verdes do ponto de vista ecológico, social e estético (jardins, parques e matas de recreio) o estudo da vegetação na paisagem, o estudo da biodiversidade urbana e a avaliação do caráter da paisagem.

Ricardo Castilho
É licenciado em Biologia pela Universidade de Évora, e mestre pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em Biodiversidade, Genética e Evolução em parceria com o CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). A sua linha de investigação está profundamente relacionada com a Micologia, com particular ênfase no estudo de ectomicorrizas e macrofungos superiores. Desde 2009 que tem desenvolvido vários trabalhos em comunidades de macrofungos, na região biogeogŕfica do Mediterrâneo. 
Atualmente desenvolve a sua pesquisa em torno da genética populacional e filogeografia de macrofungos no CIBIO/InBio.

Ricardo Jorge Lopes 
Biólogo, com mestrado em Ecologia e doutoramento em Biologia pela Universidade de Coimbra. A sua atividade de investigação foi iniciada no Instituto do Mar, Universidade de Coimbra, onde estudou o papel das aves limícolas no fluxo energético dos estuários e a dinâmica da migração destas aves.
Atualmente é Investigador no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). A sua investigação tem-se centrado na conservação e genética de aves, nomeadamente de aves limícolas, aves da Macaronésia e aves aquáticas.
Adicionalmente tem experiência em comunicação da ciência, tendo participado e dirigido vários projetos de educação e sensibilização ambientais, nomeadamente de projetos Nónio, Ciência Viva e Biologia no Verão, desde a vertente experimental até à criação de portais na internet.
Também colabora assiduamente com a Sociedade Portuguesa de Estudos das Aves (SPEA), onde é vigilante da Important Bird Area (IBA) "Estuário do Mondego", tendo pertencido à comissão editorial do jornal científico de Ornitologia "Airo". Colaborou, na qualidade de autor, no Novo Livro Vermelho dos Vertebrados, editado pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), fazendo também parte da Direção da Associação Portuguesa de Anilhadores de Aves (APAA).

Vanessa Mata 
Licenciada em Biologia pela Universidade de Aveiro, completou o Mestrado em Biodiversidade, Genética e Evolução na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Desde 2013 é bolseira de investigação no CIBIO-InBio (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), no qual tem contribuído para um estudo de ecologia do Morcego-rabudo (Tadarida teniotis) no vale do Sabor. Recentemente o seu foco de investigação tem-se prendido na aplicação de novas ferramentas moleculares a estudos ecológicos, nomeadamente na utilização de DNA metabarcoding para o estudo da dieta alimentar do Morcego-rabudo.


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