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UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: TACITA DEAN
06 APR 2019
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias, com o objetivo de aproximá-la do público em geral.
No âmbito deste programa, o encenador Nuno Carinhas realizará uma conversa a partir do filme Antigone patente na exposição da artista Tacita Dean.
A reflexão deslocar-se-á entre a permanência e a repercussão dos clássicos nos nossos dias e o novo trabalho de encenação desenvolvido por Nuno Carinhas e Fernando Mora Ramos para o Teatro Nacional São João: O Resto Já Devem Conhecer do Cinema, que fará parte desta conversa realizada nas galerias do Museu de Serralves, uma vez que a peça – obra da dramaturgia de Martin Crimp – é baseada no relato das Fenícias de Eurípides. 

Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia)
Lotação: 25 pessoas

Pintor, cenógrafo, figurinista e encenador. Foi diretor artístico do TNSJ entre março de 2009 e dezembro de 2018. Como encenador, destaca-se o trabalho realizado com o TNSJ e com estruturas e companhias como Cão Solteiro, ASSéDIO, Ensemble – Sociedade de Atores, Escola de Mulheres e Novo Grupo/Teatro Aberto. Como cenógrafo e figurinista, trabalhou com os encenadores Ricardo Pais, Fernanda Lapa, João Lourenço, Fernanda Alves, Jorge Listopad, João Reis e Nuno M Cardoso, os coreógrafos Paula Massano, Vasco Wellenkamp, Olga Roriz e Paulo Ribeiro, e o realizador Joaquim Leitão, entre outros. Em 2000, realizou a curta-metragem Retrato em Fuga (Menção Especial do Júri do Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente, 2001). Escreveu Uma Casa Contra o Mundo, texto encenado por João Paulo Costa (Ensemble, 2001). Dos espetáculos encenados para o TNSJ, refiram-se os seguintes: O Grande Teatro do Mundo, de Calderón de la Barca (1996); A Ilusão Cómica, de Corneille (1999); O Tio Vânia, de Tchékhov (2005); Todos os Que Falam, quatro dramatículos de Samuel Beckett (2006); Breve Sumário da História de Deus, de Gil Vicente (2009); Antígona, de Sófocles (2010); Exatamente Antunes, de Jacinto Lucas Pires, a partir de Almada Negreiros, coencenado por Cristina Carvalhal (2011); Alma, de Gil Vicente (2012); Casas Pardas, de Maria Velho da Costa, com dramaturgia de Luísa Costa Gomes (2012); Ah, os dias felizes, de Samuel Beckett (2013); O Fim das Possibilidades, de Jean-Pierre Sarrazac, coencenado por Fernando Mora Ramos (2015); Os Últimos Dias da Humanidade, de Karl Kraus, coencenado por Nuno M Cardoso (2016); Fã, um musical dos Clã; Macbeth (2017) e Otelo (2018), de William Shakespeare, e Uma Noite no Futuro, a partir de textos de Samuel Beckett e Gil Vicente (2018). A convite da Casa da Música, encenou Quartett, ópera de Luca Francesconi, adaptação do texto de Heiner Müller (2013), e A Viagem de Inverno, reinterpretação de Hans Zender do ciclo de canções de Schubert (2016). Encenou ainda textos de autores como Federico García Lorca, Brian Friel, Tom Murphy, Frank McGuinness, Wallace Shawn, Jean Cocteau, Luigi Pirandello, António José da Silva, Luísa Costa Gomes, entre outros.
  • Schedule17h00 - 18h00
  • Days06 APR 2019

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