Filmografia Manoel de Oliveira

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Duração: 18 minutos e 17 minutos / Imagem: 35 mm, preto e branco / Realização, argumento, sequência, montagem e produção: Manoel de Oliveira / Direção de fotografia: António Mendes / Estreia mundial (versão muda): Salão Central, 19 de setembro de 1931, no V Congresso Internacional da Crítica / Estreia (versão sonora, com música de Luís de Freitas Branco): Tivoli (Lisboa) e S. João (Porto), 8 de agosto de 1934 / Primeira apresentação em Portugal (da "versão 2” produzida e realizada por Manoel de Oliveira, com nova montagem e música de Emmanuel Nunes, Litanies du Feu et de la Mer): 18 de junho de 1996, Cinemateca Portuguesa, no programa comemorativo do Centenário das Primeiras Sessões de Cinema em Portugal.

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Duração: 8 minutos (a 20 imagens por segundo) / Imagem: 35 mm, preto e branco / mudo / Realização, argumento e montagem: Cândido Pinto (Manoel de Oliveira) / Direção de fotografia: António Mendes / Produção: Hidro-Eléctrica de Portugal / Produção executiva: Cândido Pinto (Manoel de Oliveira) / Estreia mundial: Retrospectiva – Manoel de Oliveira: 90 anos, Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, 18 de dezembro de 1998.

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Duração: 9 minutos / Imagem: 35 mm, preto e branco / Só subsiste banda imagem / Realização, argumento, sequência e montagem: Manoel de Oliveira / Direção de fotografia: António Mendes / Som: F. A. Quintela / Música: Carlos Calderón / Locução: Fernando Pessa / Produção: Lisboa Filmes (Portugal, 1938) / Produção executiva: Manoel de Oliveira / Distribuição: Lisboa Filme / Estreia: Trindade, 3 de fevereiro de 1938, acompanhando a estreia de A Rosa do Adro de Chianca de Garcia.

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Duração: 10 minutos / Imagem: 35mm, preto e branco / Realização, argumento, planificação e sequência, montagem: Manoel de Oliveira / Direção de fotografia: António Mendes / Música: Carlos Calderón / Locução: Fernando Pessa / Produção: Lisboa Filme / Produtor executivo: Manoel de Oliveira / Estreia mundial: Lisboa, Odeon, 22 de junho de 1938.

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Duração: 23 minutos / Imagem: 35 mm, preto e branco / Realização, argumento, sequência, montagem e produção: Manoel de Oliveira / Direção de fotografia: António Mendes / Música: Jaime Silva (Filho) / Comentário dito por Vasco Santana / Ante-estreia: S. João (Porto), 1940 / Estreia: Tivoli (Lisboa) e Rivoli (Porto), acompanhando a estreia de Porto de Abrigo, de Adolfo Coelho – 27 de julho de 1941.

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Duração: 68 minutos / Imagem: 35mm, preto e branco / Realização, argumento, planificação e diálogos: Manoel de Oliveira, baseado no conto Meninos Milionários de Rodrigues de Freitas / Poema: de Alberto Serpa / Direção de fotografia: António Mendes / Assistentes de fotografia: Perdigão Queiroga e Cândido Silva / Cenários: José Porto / Caracterização: António Vilar / Som: Luís Sousa Santos / Assistente de som: Francisco Mesquita e Mário Malveira / Música: Jaime Silva Filho / Assistente geral: Manuel Guimarães / Fotógrafo de cena: João Martins / Montagem: Vieira de Sousa / Intérpretes: Nascimento Fernandes (lojista), Fernanda Matos (Teresinha), Horácio Silva (Carlitos), António Santos (Eduardinho), António Morais Soares (Pistarim), Feliciano David (Pompa), Manuel Sousa (o "Filósofo”), António Pereira (o "Batatinhas”), Américo Botelho (o "Estrelas”), Rafael Mota (Rafael), Vital dos Santos (Professor), Manuel de Azevedo (cantor de rua) / Produtor: António Lopes Ribeiro / Assistente de produção: Fernando Garcia / Estúdios: Tobis Portuguesa  / Laboratório: Lisboa Filme / Estreia: Éden, 18 de dezembro de 1942.

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Duração: 27 minutos / Imagem: 35mm, cor (agfacolor) / Produção, argumento, sequência, direção de fotografia, montagem e realização: Manoel de Oliveira / Música: Padre Luís Rodrigues / Coro misto e madrigalistas, com motivos escolhidos por Rebelo Bonito / Colaboração do Órfeão do Porto, sob a direção do maestro Virgílio Pereira / Som: Alfredo Pimentel e Joaquim Amaral / Gravuras do Século XIX e pinturas: pintor António Cruz / Estreia: São Luís, 27 de novembro de 1956.

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Duração: 24 minutos e 59 minutos / Imagem: 35mm, cor (Eastmancolor) / Realização e montagem: Manoel de Oliveira / Argumento, sequência e fotografia: Manoel de Oliveira / Assistentes de realização: Lopes Fernandes e Sebastião de Almeida / Assistentes de som: António Ribeiro / Chefe eletricista: Augusto Camilo / Transcrição do magnético para ótico: Enrique Dominguez / Produção: Manoel de Oliveira, para a Federação Nacional dos Industriais de Moagem (FNIM) / Laboratórios: Tobis Portuguesa e Ulyssea Filme / Estreia mundial(versão de 59 minutos): Sala do Pavilhão da Feira Industrial de Lisboa, novembro de 1959 / Estreia mundial (versão de 24 minutos): 19 de abril de 1966.

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Duração: 90 minutos / Imagem: 35mm, cor / Realização, sequência, direção de fotografia, som, montagem e produção: Manoel de Oliveira / Argumento: Inspirado no auto de Francisco de Vaz de Guimarães / Consultores: Padre José Carvalhais, S.J. e José Régio / Assistentes: António Reis, António Soares e Domingos Carneiro / Seleção de atualidades: Paulo Rocha / Guarda-roupa: Jayme Valverde / Intérpretes: Nicolau da Silva (Jesus Cristo), Ermelinda Pires (Virgem Maria), Maria Madalena (Madalena), Amélia Chaves (Verónica), Luís de Sousa (Acusador), Francisco Luís (Pilatos), Renato Palhares (Caífas), Germano Carneiro (Judas), José Fonseca (Espia), Justiniano Alves (Herodes), João Miranda (São Pedro), João Luís (São João), Manuel Criado (Diabo) e o povo da Curalha (Trás-os-Montes) / Produção: Manoel de Oliveira / Estreia Mundial: Cinema Império, 2 de outubro de 1963.

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Duração: 21 minutos / Imagem: 35mm, cor / Realização, argumento, sequência, diálogos, fotografia (Eastmancolor) e montagem: Manoel de Oliveira / Música: Joly Braga Santos / Som: Manoel de Oliveira, Fernando Jorge, Manuel Fortes / Assistente de realização: Domingos Carneiro / Colaboração especial: Paulo Rocha / Operador de imagem: António Lopes Fernandes / Interpretação: António Rodrigues dos Santos (José), João da Rocha e Almeida (Roberto), Albino Freitas (sapateiro), Manuel de Sá (maneta) / Produção: Tóbis Portuguesa / Produção executiva: Manoel de Oliveira / Estreia mundial (versão censurada): 20 de janeiro de 1964, I Festival Internacional de Arte Cinematográfica, cinema S. Luiz (Lisboa) / Estreia comercial: 23 de setembro de 1970, sala Estúdio do cinema Império (Lisboa) / Primeira Apresentação Mundial da versão remontada: Mostra de Cinema Português no Festival de Pesaro, 1988 / Primeira Apresentação em Portugal da versão remontada: Cinemateca Portuguesa (Ciclo "Oliveira, o Culto e o Oculto”), 13 de outubro de 1993.

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Duração: 21 minutos / Realização: Manoel de Oliveira / Estreia mundial: Fundação de Serralves, 1 de novembro 2010.

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Duração: 16 minutos / Imagem: 16mm, cor / Realização, sequência, fotografia e montagem: Manoel de Oliveira / Assistente de realização: António Lopes Fernandes / Versos e comentários: José Régio / Som: Abreu e Oliveira / Música: Carlos Paredes / Produção: Manoel de Oliveira.

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Duração: 115 minutos / Imagem: 35mm, cor / Realização: Manoel de Oliveira / Argumento: Manoel de Oliveira, baseado na peça teatral O Passado e o Presente de Vicente Sanches / Direção de fotografia: Acácio de Almeida / Música: Excertos dos quadros sinfónicos de O Sonho de Uma Noite de Verão de Mendelssohn / Consultor musical: João Paes / Montagem: Manoel de Oliveira / Decoração: Zeni d’Ovar / Caracterização: Conceição Madureira / Interpretação: Maria de Saisset (Wanda), Manuela de Freitas (Noémia), Bárbara Vieira (Angélica), Alberto Inácio (Ricardo/Daniel), Pedro Pinheiro (Firmino), António Machado (Maurício), Duarte de Almeida (Honório), José Martinho (Fernando), Alberto Branco (o médico), Guilhermina Pereira (a criada), Agostinho Alves (o jardineiro), Pedro Efe (o "chauffeur”), Carlos de Sousa (o padre), Cândida Lacerda (a mulher do cemitério), António Beringel (o cangalheiro) / Produção: Centro Português de Cinema / Diretor de produção: Ernesto de Oliveira / Assistente de produção: José Manuel de Oliveira / Secretário de produção: Manuel Guanilho / Estreia mundial: Cinemas Condes e Apolo 70, 26 de fevereiro de 1972 / Ante-estreia no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, 25 de fevereiro de 1972. 

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Duração: 106 minutos / Imagem: 35mm, cor / Realização: Manoel de Oliveira / Argumento: Manoel de Oliveira, segundo a peça homónima de José Régio / Direção de fotografia: Elso Roque / Direção artística e décors: António Casimiro / Música: João Paes / Montagem: Manoel de Oliveira / Interpretação: Maria Amélia Aranda (Benilde), Jorge Rolla (Eduardo), Varela Silva (Melo Canto), Glória de Matos (Etelvina), Maria Barroso (Genoveva, a criada), Augusto Figueiredo (Padre Cristovão), Jacinto Ramos (Dr. Fabrício) / Produção: Henrique Espírito Santo para Tobis Portuguesa e Centro Português de Cinema, com assistência financeira da Fundação Calouste Gulbenkian / Estreia: Cinema Apolo 70, 21 de novembro de 1975.

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Duração: 261 minutos / Imagem: 16mm (ampliado para 35mm), cor (Eastmancolor) / Realização: Manoel de Oliveira / Planificação e sequência: Manoel de Oliveira a partir do romance homónimo de Camilo Castelo Branco / Música original: João Paes / Música: Georg Händel / Direção de fotografia: Manuel Costa e Silva / Som: Carlos Alberto Lopes, João Diogo, José de Carvalho / Montagem: Solveig Nordlund / Décors e guarda-roupa: António Casimiro / Caracterização: Luís de Matos / Interpretação: António Sequeira Lopes (Simão Botelho), Cristina Hauser (Teresa de Albuquerque), Elsa Wallencamp (Mariana), António Costa (João da Cruz), Ricardo Pais (Baltasar Coutinho), Ruy Furtado (Domingos Botelho), Maria Dulce (Rita Caldeirão), Maria Barroso (Madre Superiora, Tia de Teresa), Henrique Viana (Tadeu de Albuquerque), Adelaide João, Lia Gama, Manuela de Freitas (Freiras), Duarte de Almeida (Comandante do navio), Agostinho Alves, Ana Colares Pereira, Ângela Costa Laura Soveral. / Vozes: Pedro Pinheiro (o Delator), Manuela de Melo (a Providência), Manoel de Oliveira (voz off – Memórias do Cárcere) / Produção: Instituto Português de Cinema (IPC), Centro Português de Cinema (CPC), Cinequipa, Radiotelevisão Portuguesa, Tóbis Portuguesa e a participação da Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal, 1978) / Diretores de produção: Henrique Espírito Santo, Marcílio Krieger, António Lagrifa / Estreia da versão televisiva (seis episódios): 19 de novembro de 1978, na RTP1 / Estreia comercial em Portugal: 24 de novembro de 1979, no cinema Quarteto (Lisboa).

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Duração: 167 minutos / Imagem: 35mm, cor / Realização: Manoel de Oliveira / Argumento: Manoel de Oliveira, baseado no romance Fanny Owen de Agustina Bessa-Luís / Direção de fotografia: Elso Roque / Cenografia: António Casimiro / Guarda-roupa: Rita Azevedo Gomes / Música: João Paes / Som: Jean-Paul Mugel / Montagem: Monique Rutler / Interpretação: Teresa Meneses (Fanny/Francisca), Diogo Dória (José Augusto), Mário Barroso (Camilo Castelo Branco), Manuela de Freitas (Raquel), Rui Mendes (Manuel Negrão), Glória de Matos (Rita Owen), Lia Gama (D. Josefa), Teresa Madruga (Franzina), António Caldeira Pires (José de Melo), Alexandre Brandão e Melo (Raimundo), Cecília Guimarães (Judite), José Wallenstein (Hugo Owen), Nuno Carinhas (Marcelino de Matos), Isabel de Castro (a Senhora Rocha Pinto), João Guedes (Marques), Adelaide João (Clotilde), Paulo Rocha (médico), Duarte de Almeida (o Barão) / Produção: Paulo Branco para V. O. Filmes / Estreia Mundial: Festival de Cannes, Quinzena dos Realizadores, maio de 1981 / Estreia comercial em Portugal: Cinemas S. Jorge e AB Cine, 3 de dezembro de 1981.

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Duração: 68 minutos / Imagem: 35mm, cor / Realização: Manoel de Oliveira / Argumento: Manoel de Oliveira / Diálogos: Agustina Bessa-Luís / Direção de fotografia: Elso Roque / Música: Ludwig Van Beethoven / Som: Joaquim Pinto e Vasco Pimentel / Montagem: Ana Luísa Guimarães e Manoel de Oliveira / Anotação: Júlia Buisel / Interpretação: Diogo Dória (Voz off), Manoel de Oliveira (ele próprio), Maria Isabel Oliveira (ela própria), Teresa Madruga (voz off), Urbano Tavares Rodrigues (ele próprio) / Produção: Cineastas Associados com o patrocínio do Ministério da Cultura de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian / Direção de produção: Manuel Guanilho / Laboratório: Tobis Portuguesa / Estreia mundial: Porto, 4 de maio de 2015.

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Duração: 61 minutos / Imagem: 35 mm, cor / Realização: Manoel de Oliveira / Consultor histórico: Pe. João Marques / Direção de fotografia: Elso Roque / Som: Joaquim Pinto e Vasco Pimentel / Assistente de realização: Júlia Buisel / Montagem: Manoel de Oliveira / Encenador de Frei Luís de Sousa: José Osório Mateus / Fado: Amália Rodrigues / Comentadores (por ordem de aparição): Eduardo Lourenço, Artur Nobre de Gusmão, A. H. de Oliveira Marques, António José Saraiva, Adriano de Gusmão, Luís Albuquerque, David Mourão-Ferreira, Maria de Lourdes Belchior, Jacinto do Prado Coelho, João de Freitas Branco, Flávio Gonçalves, Osório Mateus, José-Augusto França, Joel Serrão, João Gaspar Simões, José de Azeredo Perdigão, Eduardo Prado Coelho / Excerto de textos, poemas e peças teatrais: de Cesário Verde, D. Diniz, Fernão Lopes, Gil Vicente, Camões, Padre António Vieira, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Fernando Pessoa, ditos por Eunice Muñoz, Diogo Dória, Carlos Paulo, Teresa Madruga, Luís Lima Barreto, Alexandre de Melo, Luís Miguel Cintra, Maria Barroso, Manuela de Freitas / Produção: World Film e Suma Filmes (Manuel Guanilho) para a RádioTelevisão Italiana (RAI) / Estreia: RTP, 18 de janeiro de 1984 na série "Capitais Culturais da Europa”.

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Duração: 58 minutos / Imagem: 16mm, cor e preto e branco / Realização: Manoel de Oliveira / Fotografia: Jacques Bourguin / Som: Jean-Paul Mugel / Iluminação: Claude Pezet / Assistente de realização: François Ede / Montagem: Janine Verneau, Françoise Besnier / Iluminação: Claude Pezet / Assistente de imagem: Jacques Gaudin / Misturas: Gilles Missir / Produção: FR3/INA, para a série "Regard sur la France” / Produtor: Yves Valéro / Assistente de produção: Marie-Hélène Noquet / Estreia Mundial, FR3, 7 de outubro de 1984

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Duração: 406 minutos / Imagem: 35 mm, cor / Realização: Manoel de Oliveira / Argumento: Manoel de Oliveira, baseado na peça homónima de Paul Claudel / Conselheiro literário: Jacques Parsi / Direção de fotografia: Elso Roque / Música: João Paes / Décors: António Casimiro, Maria José Branco, José Luís Oliveira, Eduardo Filipe e Luís Monteiro / Guarda-roupa: Jasmim de Matos / Casting: Danielle Beracha / Som: Jean Paul Loublier / Assistentes de realização: Jaime Silva e Pedro Ruivo / Anotação: Júlia Buísel / Interpretação: Luís Miguel Cintra (D. Rodrigo e o Jesuíta), Patricia Barzyk (Dona Prouhèze), Anne Consigny (Dona Sept-Epées), Jean-Pierre Bernard (D. Camillo), Anne Gautier (Dona Musique), Franck Oger (D. Pélage), Jean Badin (D. Balthazar), Manuela de Freitas (Dona Isabel), Henri Serre (1.º Rei), Jean Yves Berteloot (2.º Rei), Catherine Jarret (1.ª atriz), Anny Romand (2.ª atriz), Isabelle Weingarten (O Anjo da Guarda), Denise Gence (Santiago), Marie Christine Barrault (a Lua), Maria Barroso (a Voz dos Anjos), Marthe Moudiki-Moreau (a criada preta), Bernard Alane (o Vice-Rei de Nápoles), Yann Roussel (o chinês), Diogo Dória (Almagro), Berangere Jean (a talhante), Jorge Silva Melo (1.º Chanceler e Padre Lourenço Vivas), Paulo Rocha (Frei João da Conceição), Yves Lobregart (o Irrepressível), Odete Barrois (Dona Honória), Takashi Kawahara (o japonês) / Produção: Paulo Branco para Les Filmes du Passage (França) – Metro e Tal (Portugal), em associação com Institut de la communication et de l’audiovisuel (França), W.D.R. (Alemanha), S.S.R. (Suíça) e com a participação do Instituto Português de Cinema e dos Ministérios da Cultura de França e de Portugal / Estreia mundial: Festival de Veneza, 3 de setembro de 1985 / Primeira apresentação em Portugal: Cinemateca Portuguesa, 24 de setembro de 1985 / Inédito comercialmente em Portugal.

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