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Há Vida no Parque!

O programa "Há vida no Parque!" oferece um conjunto de CONVERSAS, PERCURSOS NO PARQUE e OFICINAS que dão a conhecer a biodiversidade em Serralves. Investigadores especialistas a trabalhar em Portugal partilham as suas histórias e aventuras, desvendando pormenores fascinantes do mundo natural em momentos organizados à procura e descoberta de aves, insetos e aranhas, morcegos e micromamíferos, anfíbios, répteis e plantas (entre outros).
Um projeto realizado em parceria com o CIBIO-InBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos.

Conversas e debates
Com Cristiana Vieira e Helena Hespanhol (Investigadoras do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Devido às suas pequenas dimensões, as briófitas passam muitas vezes despercebidas, ...
Carlos Vila-Viçosa (Investigador do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)O Parque de Serralves com os seus 8 000 exemplares de árvores e arbustos, pertencentes a cerca de 230 esp&e...
Com Joana Paupério (Investigadora do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Os ratinhos e musaranhos inserem-se no grupo dos micromamíferos, que também inclui as toupeir...
Com Teresa Matos Fernandes (Investigadores do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)A paisagem é composta por mosaicos de habitats. Nos 18 hectares do Parque de Serralves &eacu...
Com Joana Vicente e Ana Sofia Vaz (Investigadoras do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Espécies invasoras são animais e plantas que são introduzidas, acidental ou deliber...
Com José Manuel Grosso-Silva (Investigador do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Borboletas, joaninhas, formigas, moscas, mosquitos, gafanhotos, grilos, abelhas, libelinhas...
Com Cristina Garcia (Investigadora do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)O mundo faz-se de interações. Não há nenhuma espécie, comunidade ou indivíduo que consiga viver...
Com João Tereso (Investigador do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Ao longo de milénios as plantas que cultivamos foram-se adaptando ao nosso clima e às nossas condiçõe...
Com Angelica Crottini (Investigadora do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)Os anfíbios e os répteis são muitas vezes estudados em conjunto, existindo até um ramo da...
Com Ricardo Lopes (Investigador do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)As mais de 10 000 espécies de aves formam um grupo caracterizado pela diversidade, tanto em tamanho, co...
Com Joana Marques (Investigadora do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos).Os líquenes são organismos que resultam da simbiose entre um fungo e uma alga ou cianobactéria.&nbs...
Mais vulgarmente conhecidas por "musgos”, as briófitas são plantas essencialmente terrestres, cujo ciclo de vida se encontra muito dependente das condições de humidade, apresentando diversas formas, texturas, cores e tamanho...
Aviso: A Conversa e o Percurso no Parque foram cancelados por motivos imprevistos - mantendo-se apenas a Oficina para famílias. Pelo facto apresentamos as nossas desculpas e agradecemos a sua compreensão.Os cogumelos são f...
Os ratinhos e musaranhos inserem-se no grupo dos micromamíferos, que inclui todos os pequenos mamíferos pertencentes ao grupo dos roedores e dos insetívoros. Apesar da opinião pública considerar estes animais como pestes e, p...
Os morcegos são essenciais para a preservação do equilíbrio dos ecossistemas, sendo grandes amigos dos agricultores e de vários sectores da economia, enquanto nos vão fornecendo uma grande ajuda no tratamento de várias doen...
O Parque de Serralves com os seus 8000 exemplares de árvores e arbustos, pertencentes a cerca de 230 espécies e variedades, desempenha um papel fundamental da estrutura verde da cidade do Porto. A sua diversidade florísti...
O mundo faz-se de interações. Não há nenhuma espécie, comunidade ou indivíduo que consiga viver de forma isolada e desligada do meio envolvente. Estas interações/relações podem ser de diferentes tipos e não se esg...
Os répteis são dos animais mais incompreendidos pelo Homem e perseguidos desde há milhares de anos, com a notável exceção das tartarugas. No entanto, a maioria das espécies são inofensivas, como acontece com as...
Os insetos representam cerca de 90% de todas as espécies animais conhecidas. Podem ser encontrados virtualmente em todos os ecossistemas e habitats do planeta e a sua importância ecológica, muitas vezes esquecida, é...
As plantas que cultivamos surgiram quase todas na Ásia. Ao longo de milénios foram-se adaptando ao nosso clima e às nossas condições locais, originando variedades tradicionais com uma imensa biodiversidade. Apesar de te...
A teoria da evolução, proposta inicialmente por Darwin, há mais de 150 anos, permitiu um aprofundamento sem precedentes na compreensão do mundo natural. A natureza que nos rodeia, e onde nos inserimos, é o resultado da ...
Os anfíbios dividem o seu ciclo de vida entre a água e o meio terrestre. São um grupo particularmente sensível às alterações ambientais pelas suas características, nomeadamente a pele nua, sem qualquer revestimento de prot...
A paisagem é composta por mosaicos de habitats. Nos 18 hectares do Parque de Serralves é possível observar uma alternância de diferentes tipos de habitats, o que o tornam num espaço muito rico, quer ao nível sens...
Existem cerca de 10000 espécies de aves, tratando-se de um grupo com grande diversidade, quer em tamanho, cores ou hábitos, possuindo uma capacidade de adaptação ambiental fascinante, marcando presença em praticamente t...
As raças autóctones caracterizam-se pela sua resistência a doenças e elevada capacidade de sobrevivência, mesmo com escassos recursos, já que resultam da adaptação a condições ambientais específicas, muitas vezes advers...
BRIÓFITAS (MUSGOS) - HÁ VIDA NO PARQUE! DE 2015-11-21 a 2015-11-22
As briófitas, mais vulgarmente designadas por musgos, são plantas essencialmente terrestres, com diversas formas, texturas e até cores. Devido às suas pequenas dimensões, as briófitas passam muitas vezes despercebidas ...
COGUMELOS - HÁ VIDA NO PARQUE! DE 2015-11-07 a 2015-11-08
O reino dos fungos, apesar de um dos maiores e mais diversos, é ainda muito pouco conhecido. Estimativas recentes apontam para 1,5 milhões de espécies, das quais apenas cerca de 55000 poderão ser produtoras de cogu...
LÍQUENES - HÁ VIDA NO PARQUE! DE 2015-10-17 a 2015-10-18
Quando um fungo encontra uma alga, pensa logo em comida. É descoberta a "agricultura”. Uma alga verde fica a secar se não for protegida. E como não há duas sem três, adensa-se a malha e monta-se a estrutura: córtex s...
MICROMAMÍFEROS - HÁ VIDA NO PARQUE! DE 2015-10-03 a 2015-10-04
Os micromamíferos incluem todos os pequenos mamíferos pertencentes ao grupo dos roedores e dos insetívoros. Apesar da opinião pública relativamente a estes pequenos animais ser geralmente pouco favorável, pois são muitas ve...
MORCEGOS - HÁ VIDA NO PARQUE! DE 2015-09-12 a 2015-09-13
Quando se fala em morcegos muitos serão os que os associam a imagens do mal e do desconhecido. Porém, ao espreitarmos para o seu mundo descobrimos uma realidade muito diferente. Os morcegos são essenciais para a preserva...
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu ou Parque.

Domingos (*)

10h00-13h00
OFICINAS 
Conceção e orientação: Mundo Científico, Lda.
Local: Lagar (Quinta de Serralves)
Público-alvo: famílias

11h00-11h30 (**)
CONVERSAS
Conceção e orientação: Investigadores do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos
Local: Sala de Formação (Quinta de Serralves)
Público-alvo: jovens e adultos

11h30-12h30 (**)
PERCURSOS NO PARQUE
Conceção e orientação: Investigadores do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos
Ponto de encontro: Quinta de Serralves
Lotação: 25 participantes**
Público-alvo: famílias e público em geral


(*) são exceção os Percursos dedicados aos Morcegos que se realizam num sábado – por favor, ver programa.
(**) são exceção as Conversas e os Percursos dedicados às Aves e aos Morcegos que apresentam horários, lotação e ponto de encontro específicos – por favor, ver programa.

O CIBIO é um Centro de Investigação da Universidade do Porto em Ciências Biológicas que desenvolve investigação básica e aplicada nas três principais componentes da biodiversidade: genes, espécies e ecossistemas.

Este Centro de Investigação visa promover o avanço do conhecimento científico nos domínios explicitados, colaborar na definição de prioridades de conservação e medidas de gestão junto das autoridades nacionais e internacionais ligadas à conservação, formar estudantes aos mais diversos níveis, e melhorar a compreensão e apreciação pública pela biodiversidade.
Albano Beja-Pereira 
Licenciado em Engenharia Zootécnica, pela Universidade dos Açores, e doutorado pela Universidade do Porto, tem desenvolvido investigação na área da genética das populações de animais domésticos e seus congéneres selvagens. É autor de vários artigos científicos sobre origem e padrões de diversidade genética de espécies domésticas. 
Presentemente é Investigador e líder do grupo de investigação de genómica de populações, genes e fenótipos do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Os seus atuais interesses centram-se na compreensão dos mecanismos moleculares (genéticos) que, por seleção, contribuíram para adaptação das espécies ao meio ambiente ou a uma determinada função. Atualmente é Investigador responsável de vários projetos que visam a re-sequenciação dos exões (exoma) dos bovinos, suínos e ovinos.

Alexandra Sá Pinto
Alexandra Sá Pinto é licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, e actualmente é investigadora no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto (CIBIO/InBio).
Desde 2001, tem vindo a estudar os processos responsáveis pela evolução e formação de novas espécies em meio marinho.
Fascinada pela evolução é sócia fundadora da Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva e integra o Núcleo de Educação e Ensino da Evolução, que visa ensinar os princípios da evolução à sociedade e dar a conhecer as suas aplicações e implicações no nosso dia a dia. A par da investigação na área da evolução, organiza e participa em projetos de divulgação científica para alunos do primeiro ciclo e para o público em geral.

Angelica Crottini
Licenciada em Biologia pela Universidade de Milão (Itália) em 2004, completou o doutoramento em Biologia Animal em 2008, pela mesma instituição. Paralelamente ao seu doutoramento desenvolveu investigação sobre a evolução de anfíbios e répteis de Madagáscar. Desde então, trabalhou em vários projetos de biogeografia, taxonomia, filogenia e filogeografia. Em 2012, incorporou-se no CIBIO / InBIO onde aplica novas metodologias ao estudo das radiações evolutivas de Madagáscar. Encontra-se envolvida em diversas atividades de conservação e é um dos investigadores responsáveis pelo plano nacional de monitorização para a deteção precoce de quitridiomicose em Madagáscar, caso esta doença mortal venha a surgir na ilha. Desde 2013 é membro do Grupo de Especialistas de Anfíbios de Madagáscar da União Internacional para a Conservação da Natureza.

Cristiana Costa Vieira
Licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto é, desde 2009, investigadora de pós-doutoramento no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Após a licenciatura aprofundou os seus conhecimentos de taxonomia e ecologia de briófitas (musgos, hepáticas e antocerotas) e colaborou em vários trabalhos na área da conservação, monitorização e gestão de espécies e habitats portugueses. Desenvolve investigação na determinação ecológica das espécies e comunidades de briófitas e na caracterização corológica das espécies das Listas Vermelhas de Briófitas de Portugal, da Península Ibérica e Europa, com o fim de contribuir com a informação precisa para os planos de gestão e conservação. Simultaneamente estuda a relação entre as comunidades de briófitas aquáticas e os impactos antrópicos na geomorfologia, qualidade da água e regime hídrico, com o objetivo de obter conhecimento especializado para planos de gestão e requalificação ecológica dos cursos de água. É autora e co-autora de publicações sobre briófitas e ecologia vegetal em revistas científicas e de artigos de divulgação para o público em geral.

Cristina Garcia
Cristina Garcia tem investigado as consequências das interações animal-planta no funcionamento dos ecossistemas, de diferentes pontos de vista. 
Durante o seu doutoramento, na Estação Biológica de Doñana, estudou a importância dos polinizadores e dos vertebrados frugívoros para as espécies de árvores. Posteriormente mudou-se para os Estados Unidos da América para trabalhar em florestas desprovidas de fauna e, em 2010, integrou-se no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Universidade do Porto), onde combina diferentes ferramentas (ecologia, genética, genómica e Sistemas de Informação Geográfica) de maneira a predizer as hipóteses de sucesso da floresta Mediterrânica, altamente fragmentada, face a um mundo em rápida alteração.

Francisco Amorim
Licenciado em Engenharia do Ambiente pela Universidade Nova de Lisboa e Mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora. Colaborou durante quatro anos com variadas empresas do ramo da biologia na monitorização e avaliação de impacto de diversas estruturas (estradas, barragens, parques eólicos, etc.). Desde 2010 é investigador do CIBIO-InBIO (Centro de investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), onde desenvolve um estudo da comunidade de morcegos no vale do Sabor e sua envolvente, com particular destaque para a espécie Tadarida teniotis, colaborando ainda em diversos projetos desta instituição. Recentemente foi também responsável pela implementação da componente de morcegos do projeto SIMBioN - Sistema de Informação e Monitorização da Biodiversidade do Norte de Portugal. Paralelamente assumiu a função de Coordenador Regional para a zona norte do Atlas dos Morcegos de Portugal continental.

Helena Hespanhol
Licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, desenvolve desde 2002 atividade no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Os principais interesses de investigação centram-se no estudo da Biodiversidade, Ecologia e Conservação da Brioflora de Portugal. Durante o doutoramento dedicou-se ao estudo das comunidades briofíticas de afloramentos rochosos expostos no Noroeste de Portugal e influência de parâmetros ecológicos e ambientais na distribuição de espécies de briófitas. Desde outubro de 2010, é investigadora de pós-doutoramento no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto. 
No âmbito deste projeto, pretende investigar as respostas de espécies e comunidades saxícolas de briófitas face a cenários de alterações climáticas através de modelação da distribuição potencial de espécies que ocorrem em afloramentos rochosos de montanha. Outros interesses resumem-se a ecologia de comunidades e monitorização ambiental. Colabora em vários projetos com o objetivo de promover a divulgação da Brioflora.

Helena Santos
Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, completou o Mestrado em Ecologia, Ambiente e Território pela mesma Faculdade, iniciando-se assim na temática dos morcegos. Graças ao trabalho desenvolvido desde 2010, foi distinguida com o prémio Luís F. Bacardi Conservation Award e uma bolsa da Bat Conservation International, tendo prosseguido com bolseira de investigação no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). 
Atualmente realiza o doutoramento neste centro de investigação, em colaboração com a Estación Biológica de Doñana (CSIC), em Sevilha, focando-se em particular na espécie Plecotus auritus (Morcego-orelhudo-castanho), na Península Ibérica. Em paralelo é membro do conselho consultivo da associação FAPAS (Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens), participando ativamente na realização de ações de educação ambiental e conservação da natureza.

Hugo Oliveira 
Licenciado em Biologia Aplicada pela Universidade do Minho (2003) interessou-se pela combinação entre biologia molecular e arqueologia. Obteve um Mestrado e um Doutoramento em Arqueologia pela Universidade de Cambridge (Reino Unido), onde estudou a difusão do cultivo do trigo na pré-História usando marcadores genéticos. Na Universidade de Linköping (Suécia) estudou a domesticação do centeio e as alterações de agro-biodiversidade associadas à agricultura industrial. É desde 2013 investigador no CIBIO-InBio, Universidade do Porto, onde colabora em projectos ligados à evolução das espécies cultivadas e à identificação de genes responsáveis pela adaptação dos cereais a diferentes condições ambientais.

Hugo Rebelo
Concluiu a licenciatura em Biologia na Universidade de Lisboa e o Doutoramento na Universidade de Bristol (Inglaterra). Trabalhou durante quatro anos no Instituto da Conservação da Natureza, exercendo atualmente funções de Investigador no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Trabalha com este grupo faunístico desde 1997, tendo realizado trabalhos em mais de 11 países. Publicou uma dezena de artigos científicos e participou em diversos projetos de conservação e gestão das populações de morcegos, pelos quais já foi galardoado com alguns prémios: Bat Conservation International award for Research Excellence, National Geographic Explorer grant e BP Conservation Award. 

Joana Marques
Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, em 2004. Desde então tem vindo a aprofundar os seus conhecimentos sobre taxonomia liquénica, tendo colaborado em projetos na área da ecologia vegetal e co-orientado alunos de mestrado nas diversas áreas de aplicação do estudo dos líquenes, incluindo Bioindicação, Monitorização e Conservação de espécies e habitats. Em 2008 iniciou os seus estudos de doutoramento no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos) em parceria com as Universidades de Vigo e Santiago de Compostela, sobre a diversidade liquénica de superfícies rochosas expostas e respetivo efeito no processo de alteração de rochas com representações artísticas. 
Os seus atuais interesses de investigação centram-se no estudo da diversidade liquénica da Península Ibérica e dos padrões de distribuição destes organismos à escala local, com vista ao desenvolvimento de ferramentas de diagnóstico e conservação preventiva do património cultural. É membro da direção da Sociedad Española de Liquenologia (SEL) e da Associação Internacional de Liquenologia (IAL).

Joana Paupério
Licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, é atualmente investigadora do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Os seus principais interesses de investigação centram-se na área da ecologia de mamíferos, filogeografia e genética da conservação. Nos últimos anos dedicou-se sobretudo ao estudo dos micromamíferos, tendo o seu doutoramento abordado a história evolutiva do rato-de-campo-de-cauda-curta. Tem participado também em vários projetos relacionados com a monitorização e gestão de populações de mamíferos, avaliação de impacto ambiental e a conservação de espécies de micromamíferos.

João Torres
É licenciado e mestre em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, versando a sua dissertação de mestrado sobre a "Evolução da paisagem na região do Cantanhez (Guiné-Bissau) e sua influência na adequabilidade do habitat para Pan troglodytes”.
É investigador no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), integrando o grupo "Biodiversidade e Ecologia da Conservação”. É (co-) autor de alguns trabalhos científicos em revistas internacionais e nacionais, nos domínios da Fitossociologia e Ecologia da Vegetação, da Ecologia da Paisagem, da Modelação Ecológica e da Biologia da Conservação.
Entre outros temas, a sua investigação debruça-se sobre os padrões espácio-temporais dos incêndios e a sua relação com a componente física, a paisagem e a socioeconómica. Tem participado também em vários projetos relacionados com a monitorização a partir de deteção remota, avaliação de impacto ambiental e a conservação de espécies e habitats.

José Carlos Brito
Doutorado em Biologia pela Universidade de Lisboa, em 2003, é atualmente Investigador Auxiliar no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). Leciona em cursos de pós-graduação da Universidade do Porto. Desde 2011 que é o Investigador responsável do grupo BIODESERTS: Biodiversity of Deserts and Arid Regions no CIBIO-InBIO, sendo responsável pelas atividades de investigação de pós-doutorandos, doutorandos e alunos de mestrado. As áreas principais em que desenvolve atividade científica são a Biogeografia e a Conservação Biológica. Neste âmbito, liderou vários projetos de investigação principalmente focados na conservação de répteis em Portugal e em diversos países africanos. Foi bolseiro da National Geographic Society por duas vezes, tendo desenvolvido mais de 20 missões científicas na Mauritânia, Mali, Marrocos, Niger, Argélia e Líbia. Até à atualidade proferiu 20 palestras e apresentou mais de 70 comunicações orais em congressos científicos. Publicou mais de 70 artigos em revistas científicas internacionais e mais de 10 capítulos em livros.

José Manuel Grosso-Silva
É licenciado em Biologia e mestre em Biodiversidade e Recursos Genéticos pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Dedica-se ao estudo da fauna de insetos de Portugal continental desde 1994, particularmente dos coleópteros e dos hemípteros, tendo realizado estudos em diversas áreas protegidas, como o Parque Natural da Serra da Estrela e o Parque Nacional da Peneda-Gerês. Publicou mais de 60 trabalhos científicos e de divulgação.

Paulo Alves
Licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. É investigador no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), desenvolvendo trabalho de investigação no domínio da Ecologia Vegetal Aplicada, Monitorização da Biodiversidade, Invasões Biológicas, Ecologia Funcional, Fitossociologia e Florística, sendo (co-) autor de aproximadamente duas dezenas de trabalhos publicados sob a forma de artigos científicos ou capítulos de livros. Participa como colaborador em outras áreas científicas, tais como a Botânica Forense, Ecologia Urbana, Flora Ornamental e Requalificação Ambiental de Habitats. Participou em vários projetos nos domínios de especialização indicados, incluindo estudos de caráter científico, projetos de ordenamento e planeamento, e estudos de avaliação de impacto ambiental relativos a diversos tipos de empreendimentos. Trabalhou no Jardim Botânico do Porto, realizando trabalho de identificação de exemplares vegetais no jardim e herbário.

Paulo Farinha Marques
Professor associado de Arquitetura Paisagista na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Formou-se em Arquitetura Paisagista no Instituto Superior de Agronomia – Universidade Técnica de Lisboa (1988) e doutorou-se na Universidade de Sheffield, Faculty of Architectural Studies (UK), também em Arquitetura Paisagista (1999). Desde 1996 tem combinado a docência com a elaboração de projetos de arquitetura paisagista a várias escalas. As suas principais áreas de interesse são o ordenamento e desenho de estruturas verdes do ponto de vista ecológico, social e estético (jardins, parques e matas de recreio) o estudo da vegetação na paisagem, o estudo da biodiversidade urbana e a avaliação do caráter da paisagem.

Ricardo Castilho
É licenciado em Biologia pela Universidade de Évora, e mestre pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em Biodiversidade, Genética e Evolução em parceria com o CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). A sua linha de investigação está profundamente relacionada com a Micologia, com particular ênfase no estudo de ectomicorrizas e macrofungos superiores. Desde 2009 que tem desenvolvido vários trabalhos em comunidades de macrofungos, na região biogeogŕfica do Mediterrâneo. 
Atualmente desenvolve a sua pesquisa em torno da genética populacional e filogeografia de macrofungos no CIBIO/InBio.

Ricardo Jorge Lopes 
Biólogo, com mestrado em Ecologia e doutoramento em Biologia pela Universidade de Coimbra. A sua atividade de investigação foi iniciada no Instituto do Mar, Universidade de Coimbra, onde estudou o papel das aves limícolas no fluxo energético dos estuários e a dinâmica da migração destas aves.
Atualmente é Investigador no CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos). A sua investigação tem-se centrado na conservação e genética de aves, nomeadamente de aves limícolas, aves da Macaronésia e aves aquáticas.
Adicionalmente tem experiência em comunicação da ciência, tendo participado e dirigido vários projetos de educação e sensibilização ambientais, nomeadamente de projetos Nónio, Ciência Viva e Biologia no Verão, desde a vertente experimental até à criação de portais na internet.
Também colabora assiduamente com a Sociedade Portuguesa de Estudos das Aves (SPEA), onde é vigilante da Important Bird Area (IBA) "Estuário do Mondego", tendo pertencido à comissão editorial do jornal científico de Ornitologia "Airo". Colaborou, na qualidade de autor, no Novo Livro Vermelho dos Vertebrados, editado pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), fazendo também parte da Direção da Associação Portuguesa de Anilhadores de Aves (APAA).

Vanessa Mata 
Licenciada em Biologia pela Universidade de Aveiro, completou o Mestrado em Biodiversidade, Genética e Evolução na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Desde 2013 é bolseira de investigação no CIBIO-InBio (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos), no qual tem contribuído para um estudo de ecologia do Morcego-rabudo (Tadarida teniotis) no vale do Sabor. Recentemente o seu foco de investigação tem-se prendido na aplicação de novas ferramentas moleculares a estudos ecológicos, nomeadamente na utilização de DNA metabarcoding para o estudo da dieta alimentar do Morcego-rabudo.


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