ARS AD HOC

Obras de György Kurtág, José Manuel López López, Pedro Berardinelli e Chaya Czernowin

Auditório do Museu
01 FEV 2026 | 18H00

Bilhete: 7,50€

Estudante/Jovem, maiores de 64

Amigos de Serralves: 3,75€

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0102 ARS AD HOC
André Delhaye

Prosseguindo nas comemorações do centenário de György Kurtág (1926), o ars ad hoc dá a escutar duas peças para violino solo e três trios de cordas daquele compositor húngaro, que no dia 19 de fevereiro há-de cumprir 100 anos de idade.



Depois de, há um ano, ter apresentado o Trio III [2008], de José Manuel López López (1956), em estreia portuguesa, os músicos do ensemble ars ad hoc recuam agora ao seu Quarteto de cordas nº 1 [2007], obra que partilha com o trio alguma matéria musical e, sobretudo, alguma expressão.



Estreada também há um ano, a [2025] foi a resposta do português Pedro Berardinelli (1983) a uma co-encomenda da Arte no Tempo, uma obra muito viva, escrita para quinteto pierrot, com a qual o compositor homenageia figuras que assumiram particular importância no seu percurso de aprendizagem (constante no álbum de estreia do ars ad hoc, lançado em outubro passado pela neper music).



A encerrar este concerto, dedicado à memória de António Oliveira (1953 - 2025), o sexteto fast darkness III: Moonwords [2022], de Chaya Czernowin (1957), é dado a escutar pela primeira vez em Portugal.



Programa:
György Kurtag (Lugoj, 1926)

Jatekok III [1979], para piano solo

        31. Hommage a Christian Wolf

        24. Hommage a Petrovics

        26. Hommage à Farkas Ferenc (evocação de Petruska) Officium breve, in memoriam Andreae Szervánszky, Op. 28 [1989], para quarteto de cordas



José Manuel López López (Madrid, 1956)

Três peças breves para dois violinos [1997]



Pedro Berardinelli (Viseu, 1985)

a [2024] ca 10’

para quinteto pierrot



Chaya Czernowin (Haifa, 1957)

fast darkness III: Moonwords [2022] ca 15′

para flauta, clarinete, violino, viola, violoncelo e piano

[estreia nacional]



Ricardo Carvalho > flauta

Horácio Ferreira > clarinete

Diogo Coelho e Matilde Loureiro > violino

Francisco Lourenço > viola

Gonçalo Lélis > violoncelo

João Casimiro Almeida > piano

Diana Ferreira > direção artística e programação

Arte no Tempo > produção


A Arte no Tempo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção Geral das Artes.

O ars ad hoc é um projecto apoiado pelo Banco BPI e Fundação “la Caixa”.

arsadhoc.artenotempo.pt



Este concerto integra-se no projecto “Pensar a Música Hoje”, beneficiário de um apoio à internacionalização da Direcção Geral das Artes, no âmbito do qual programadores de diferentes projectos de música contemporânea europeus se encontram em Portugal para conhecer o ars ad hoc e o Ensemble DME.

Coprodução

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Apoio

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Surgido em 2018, o ars ad hoc é o projeto de música de câmara da Arte no Tempo. A partir de 2021, a música contemporânea assumiu maior proeminência no trabalho regular do grupo, que tem desenvolvido as suas residências artísticas e realizado concertos regulares na Fundação de Serralves, para além de outras apresentações em que combina a interpretação de música contemporânea com obras do grande repertório clássico/romântico/modernista. Com programação de Diana Ferreira, o ars ad hoc é formado por um corpo estável de músicos versáteis que, depois de se terem notabilizado em Portugal, complementaram os seus estudos no estrangeiro. A sua atividade central é uma mini-temporada de 3 programas exclusivamente compostos por música contemporânea, que apresenta na Fundação de Serralves (Porto) e para a qual conta com o apoio da Fundação Ernst von Siemens. Soma-se a participação nas bienais da Arte no Tempo e em diferentes festivais nacionais, bem como a interpretação de programas ‘clássicos vs contemporâneos’ em diferentes localidades, com o apoio do Banco BPI | Fundação "la Caixa". Realiza ainda audições comentadas para escolas do ensino regular na região de Aveiro, no âmbito do programa ‘crescer com a música’, da Arte no Tempo. O ars ad hoc concentra-se na interpretação de nova música para diferentes formações, com e sem eletrónica, interpretando e estreando obras de compositores nacionais e estrangeiros, trabalhando sempre que possível em contacto directo com os criadores que, por vezes, escrevem música propositadamente para este grupo. Mais do que procurar estrear muitas partituras e de diversos compositores, o ars ad hoc preocupa-se, contudo, em aprofundar a sua interpretação de diferentes obras, proporcionando-lhes diferentes leituras ao longo do tempo. A Arte no Tempo é financiada pela República Portuguesa - Cultura / Direcção-Geral das Artes.


O ars ad hoc é apoiado pelo Banco BPI | Fundação “la Caixa” e a Fundação Ernst von Siemens. Ricardo Carvalho (flauta) | Horácio Ferreira (clarinete) | Diogo Coelho e Matilde Loureiro (violino) | Ricardo Gaspar e Francisco Lourenço (viola) | Gonçalo Lélis (violoncelo) | João Casimiro Almeida (piano)

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