SESSÃO DE CINEMA

O CREPÚSCULO DOS DEUSES

Um Filme Falado: Os Temas de Oliveira

Com Adriana Molder (artista plástica) e Patrícia Portela (escritora) e moderação de Anabela Mota Ribeiro

Casa do Cinema Manoel de Oliveira
06 JUL 2024 | 17:00

O acesso ao Auditório da Casa do Cinema é feito pela Rua de Serralves nº 873, 30 minutos antes do início da sessão.

Bilhete: 3€
Desconto de 50% para Amigos de Serralves, jovens até aos 18 anos, estudantes e maiores de 65 anos.

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0607 FilmeTemasOliveira.O CREPÚSCULO DOS DEUSES
"O Crepúsculo dos Deuses" (Billy Wilder, 1950)

Quinta sessão do ciclo de cinema e conversas Um Filme Falado: Os Temas de Oliveira, com concepção e moderação de Anabela Mota Ribeiro. Este ciclo, dedicado a vários núcleos temáticos presentes na obra de Manoel de Oliveira, prossegue com o tema A Passagem do Tempo, com a projeção do filme O Crepúsculo dos Deuses (1950) de Billy Wilder, e será seguida por uma conversa com a artista plástica Adriana Molder e a escritora Patrícia Portela, com moderação de Anabela Mota Ribeiro.


A PASSAGEM DO TEMPO

6 JUL | SÁB | 17h00

SUNSET BOULEVARD | O CREPÚSCULO DOS DEUSES

Billy Wilder | USA | 1950 | 110’

Convidados: Adriana Molder (artista plástica) e Patrícia Portela (escritora)


Um dos melhores exemplos do modo como Billy Wilder equilibra o cómico com o noir, O Crepúsculo dos Deuses explora a ligação entre Joe Gillis, um argumentista caído em desgraça, e Norma Desmond, uma antiga estrela do cinema mudo, igualmente decadente, mas demasiado presa às suas fantasias para se aperceber disso. Estando a precisar de dinheiro, Joe aceita escrever um argumento para um filme que deveria permitir a Norma um regresso em grande ao cinema, mas o processo apenas os prende a um mundo cada vez mais desligado da realidade. O tom de comédia negra acentua-se com a inesperada aparição de outras antigas figuras do mudo, nomeadamente um papel secundário de Erich von Stroheim, e participações de Cecil B. DeMille, Hedda Hopper ou Buster Keaton (interpretando-se a si mesmos). O Crepúsculo dos Deuses é uma reflexão amarga sobre o star system de Hollywood e a crueldade de uma indústria em acelerada transformação, onde a novidade depressa se torna obsoleta.

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Adriana Molder (Portugal, 1975). Vive e trabalha em Lisboa. Realizou o curso de Realização Plástica do Espetáculo da Escola Superior de Teatro e Cinema, e o curso de Desenho, Avançado de Artes Plásticas e Projeto Individual na Ar.Co (Centro de Arte & Comunicação) em Lisboa. Em 2003, recebeu o prémio revelação CELPA/Vieira da Silva e, em 2007, o Herbert Zapp Preis für Junge Kunst (Prémio Jovem Artista). O seu trabalho está representado em várias coleções públicas e privadas, tais como a coleção do Banco Espírito Santo, Fundação EDP, Banque Privée Edmond de Rothschild, C.A.V., Caixa Geral de Depósitos, Coleção António Cachola, Coleção Berardo, Union Fenosa e Kupferstichkabinett-Staatliche Museen zu Berlin. Das exposições individuais, destacamos: 2022, “Espelho”, Galeria 111, Lisboa, Portugal; 2021, “O Meu Rosto Está Aqui No Fogo-Fátuo”, Jardim de Inverno, Teatro São Luiz, Lisboa, Portugal; 2014, The Light on the Heart, Art Plural Gallery, Singapura; 2012, “A Dama Pé-de-Cabra, Paula Rego e Adriana Molder”, Casa das Histórias-Paula Rego, Cascais, Portugal; 2011, “Winter Was Hard”, Beck & Eggeling new quarters, Düsseldorf, Alemanha;2009, “We have faces!”, DSV Kunstkontor, Stuttgart, Alemanha; 2007, “Der Traumdeuter”, Künstlerhaus Bethanien, Berlim, Alemanha; 2007 “A Madrugada de Wilhelm e Leopoldine”, Fundação Carmona e Costa, Lisboa, Portugal; 2006, “Encontro Marcado”, Museu de Bellas Artes de Asturias, Oviedo, Espanha.

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