IVAN CHENG - THE FOUNTAIN
O MUSEU COMO PERFORMANCE
Acesso:
Mediante aquisição de bilhete Serralves (15€ – residentes; 19€ – não residentes, no período entre 2 e 8 de novembro).
Bilhetes disponíveis exclusivamente na bilheteira da Receção do Museu.
Desconto de 25% na aquisição de bilhetes para os dois dias. Cumulativo com os descontos habituais (estudantes e maiores de 65 anos).
Entrada gratuita para Amigos de Serralves.

Ivan Cheng considera os computadores como prestadores de serviços. “The Fountain” é um diálogo encenado entre um computador público e um computador privado, originalmente apresentado por dois bailarinos e pontuado por canções. Para Serralves, Cheng reformula a peça como uma performance a solo, assumindo o papel central da sua interpretação num monólogo virtuosístico sobre propriedade, memória e o ato de deixar partir.
Ao percorrer a galeria, Cheng recorre amplamente à voz e ao corpo, irrompendo ocasionalmente em canto, enquanto convida continuamente o público a participar na obra, dirigindo-se tanto aos presentes como aos ausentes. A peça prolonga o seu interesse continuado pelo significado de reproduzir uma performance, uma memória ou uma persona, convidando-nos a refletir sobre aquilo que escolhemos preservar: que ficheiros nos nossos telemóveis e computadores consideramos valiosos?Nesta versão, Cheng conta com a colaboração habitual de Arvo Leo, responsável pela câmara, e veste peças de vestuário da marca Good & Bad. “The Fountain” integra uma série de obras em diálogo com “Casemates”, encomendada pelo Mudam, Luxemburgo, e pelo TEA, Tenerife, no âmbito do programa PIT – Perform, Inform, Transform.
Cofinanciado pela União Europeia. Os pontos de vista e as opiniões expressos são, no entanto, da exclusiva responsabilidade do(s) autor(es) e não refletem necessariamente os da União Europeia ou da Agência de Execução Europeia da Educação e da Cultura (EACEA). Nem a União Europeia nem a EACEA podem ser responsabilizadas por essas opiniões.




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IVAN CHENG (n. 1991, Sydney, Austrália) vive e trabalha em Amesterdão. O seu trabalho explora géneros, linguagens e as suas diferentes leituras. Interessado no que é ambiente e implícito, o seu trabalho performativo integra o local de apresentação num sistema de estruturação de texto e de referências históricas, recorrendo frequentemente à câmara de vídeo como dispositivo estruturante. Entre as suas apresentações recentes contam-se AIR, Aspen (2026), Stedelijk Museum, Amesterdão (2026), Kunsthalle Bern, Berna (2026), Vulcana, Stromboli (2026), Matta, Milão (2026) e Mudam, Luxemburgo (2026).
Créditos de imagem: Aria Ruffini
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