SESSÃO DE CINEMA: JACQUOT DE NANTES | PLAISIR D'AMOUR EN IRAN

RETROSPETIVA AGNES VARDA
Auditório da Casa do Cinema Manoel de Oliveira
13 NOV 2022 | 17H00

Todos os filmes serão apresentados na sua língua original e legendados em português.

Por motivos de força maior o programa poderá ser alterado.


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Acesso

Bilhete (1 sessão): 3€

Estudante/Jovem, Maiores de 65 e Amigos de Serralves: 1,5€

O acesso ao Auditório da Casa do Cinema é feito pela Rua de Serralves nº 873, 30 minutos antes do início da sessão.

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13 NOV | DOM | 17H00
JACQUOT DE NANTES | PLAISIR D'AMOUR EN IRAN
FR, 1976-1971, 100 min.

PLAISIR D’AMOUR EN IRAN
FR, 1976, 6 min.

 

“Em Isfahan, no Irão, a arquitetura religiosa da Grande Mesquita do Rei é sensual, sexual até: minaretes soberbamente erguidos, cúpulas redondas e macias, arbustos cheios de sombras e odores e pórticos com mosaicos coloridos. É um cenário ideal para dois amantes: Pomme a ruiva e Ali Darius o oriental, personagens do meu filme precedente “L'une chante l'autre pas” (Uma Canta, a Outra Não).” - Agnès Varda

 

JACQUOT DE NANTES
FR, 1991, 118 min.

Jacques Demy, realizador fundamental da Nouvelle Vague francesa mais recordado pelos seus filmes musicais como Les Parapluies de Cherbourg (1964), Les Demoiselles de Rochefort (1967), foi o companheiro de vida de Agnès Varda. Casaram-se em 1962, tiveram um filho juntos (Mathieu Demy) e assim permaneceram até 1990, ano da morte dele, com apenas 59 anos, em consequência das complicações associadas ao VIH. Com consciência de que o marido não viveria muitos mais anos, Varda inicia a rodagem de um filme biográfico em que ele pudesse participar. Jacquot de Nantes assume o registo ficcional, e apresenta-se como crónica dos anos da juventude do realizador, dos jogos com o seu irmão e amigos, dos amores infantis, mas também das primeiras experiências cinematográficas. Um filme que descreve o despertar de uma vocação. Paralelamente ao registo ficcional, o filme inclui igualmente imagens de cariz documental, onde Varda dá a ver Demy na ilha de Noirmoutier, aquela que foi uma das suas praia de predileção e onde a realizadora viria a desenvolver uma instalação vídeo sobre a viuvez, Les Veuves de Noirmoutier.

A DECORRER

TERMINADAS