ARS AD HOC

Peças de Francesco Filidei, György Kurtág, Dieter Ammann, Inés Badalo, Arturo Fuentes e Mariana Vieira

Auditório do Museu
14 JUN 2026 | 18:00

Bilhete: 7,50€

Estudante/Jovem, maiores de 64

Amigos de Serralves: 3,75€

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1406 ARS AD HOC
Sérgio Claro

Com o primeiro de um conjunto de concertos em que conta com o prestigiante apoio da Fundação Ernst von Siemens, o ars ad hoc encerra mais uma das suas mini-temporadas em Serralves interpretando um programa que equilibra a exploração de novas partituras com a revisitação de obras já antes desbravadas. Partindo do peculiar ambiente performativo de Francesco Filidei (Pisa, 1973), o ars ad hoc preenche diferentes espaços do palco do Auditório de Serralves, desenhando um percurso que passa pela expressividade concisa do centenário György Kurtág (Lugoj, 1926), o virtuosismo instrumental de Dieter Ammann (Aarau, 1962), a poética do timbre de Inés Badalo (Olivença, 1989) e a filigrana de Arturo Fuentes (Cidade do México, 1975), antes da estreia absoluta da primeira parte de residual objects #1, uma peça para quinteto pierrot encomendada pela Arte no Tempo a Mariana Vieira (Sintra, 1997).


PROGRAMA
Francesco Filidei (Pisa, 1973) Esercizio di Pazzia I [2012] ca 7‘para 4 performers
György Kurtág (Lugoj, 1926) Az hit… [1998] 3’para violoncelo solo
Dieter Ammann (Aarau, 1962)CUTE [2011] 10’para flauta e clarinete
György Kurtág Játékok III [1979] para piano solo Bogáncs ca 20’’ Novos microlúdios nº 3 Útvesztő ca 25’’
Inés Badalo (Olivença, 1989) Rust [2024] 12’para violino, violoncelo e piano
Arturo Fuentes (Cidade do México, 1975)Formantes [2008] 9’para flauta, clarinete baixo e piano
Mariana Vieira (Sintra, 1997)residual objects #1 – 1ª parte [2026] 5′ estreia absolutapara flauta, clarinete, violino, violoncelo e piano

Ricardo Carvalho > flautaHorácio Ferreira > clarineteDiogo Coelho > violinoGonçalo Lélis > violonceloJoão Casimiro Almeida > piano
Diana Ferreira > programaçãoArte no Tempo > produção



A Arte no Tempo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção Geral das Artes.O ars ad hoc é um projecto apoiado pelo Banco BPI e a Fundação “la Caixa”. A partir de 2026 conta também com um apoio da Fundação Ernst von Siemens para a sua mini-temporada de concertos na Fundação de Serralves.

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Surgido em 2018, o ars ad hoc é o projeto de música de câmara da Arte no Tempo. A partir de 2021, a música contemporânea assumiu maior proeminência no trabalho regular do grupo, que tem desenvolvido as suas residências artísticas e realizado concertos regulares na Fundação de Serralves, para além de outras apresentações em que combina a interpretação de música contemporânea com obras do grande repertório clássico/romântico/modernista. Com programação de Diana Ferreira, o ars ad hoc é formado por um corpo estável de músicos versáteis que, depois de se terem notabilizado em Portugal, complementaram os seus estudos no estrangeiro. A sua atividade central é uma mini-temporada de 3 programas exclusivamente compostos por música contemporânea, que apresenta na Fundação de Serralves (Porto) e para a qual conta com o apoio da Fundação Ernst von Siemens. Soma-se a participação nas bienais da Arte no Tempo e em diferentes festivais nacionais, bem como a interpretação de programas ‘clássicos vs contemporâneos’ em diferentes localidades, com o apoio do Banco BPI | Fundação "la Caixa". Realiza ainda audições comentadas para escolas do ensino regular na região de Aveiro, no âmbito do programa ‘crescer com a música’, da Arte no Tempo. O ars ad hoc concentra-se na interpretação de nova música para diferentes formações, com e sem eletrónica, interpretando e estreando obras de compositores nacionais e estrangeiros, trabalhando sempre que possível em contacto directo com os criadores que, por vezes, escrevem música propositadamente para este grupo. Mais do que procurar estrear muitas partituras e de diversos compositores, o ars ad hoc preocupa-se, contudo, em aprofundar a sua interpretação de diferentes obras, proporcionando-lhes diferentes leituras ao longo do tempo. A Arte no Tempo é financiada pela República Portuguesa - Cultura / Direcção-Geral das Artes.


O ars ad hoc é apoiado pelo Banco BPI | Fundação “la Caixa” e a Fundação Ernst von Siemens. Ricardo Carvalho (flauta) | Horácio Ferreira (clarinete) | Diogo Coelho e Matilde Loureiro (violino) | Ricardo Gaspar e Francisco Lourenço (viola) | Gonçalo Lélis (violoncelo) | João Casimiro Almeida (piano)

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