O Museu como Performance

Museu
Museu, Auditório, Parque de Serralves e Casa do Cinema Manoel de Oliveira
12 - 13 SET 2020

Acesso: Bilhete Museu

10:00 - 20:00

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E tudo mudou, esperemos que para não ficar na mesma. A maré de incertezas não nos impede de lançar a âncora que, todos os anos, marca o segundo fim de semana de setembro: O Museu como Performance. Com a 6ª edição, reafirma-se a sua importância estruturante para a programação do Museu de Serralves. Regras de distanciamento social não podem impedir a apresentação de projetos que vivem da presença, nossa e dos outros, em determinado espaço, num tempo concreto.


Durante dois dias, Serralves questiona o lugar da performance dentro do Museu. Também se interroga sobre o seu próprio lugar, convocando para tal um conjunto de artistas e de trabalhos que oferecem uma trama de encontros e cruzamentos disciplinares onde se incluem performance, dança, música, instalação, desenho, escultura e cinema.


Os artistas participantes nesta nova edição são Máiréad Delaney, José Alberto Gomes/João Dias, David Helbich, Vanda Madureira, Sara Manente com Christophe Albertijn, Ondine Cloez e Michiel Reynaert, Dori Nigro & Paulo Pinto, Ula Sickle, Gustavo Sumpta, André Uerba, Sara Vaz & Marco Balesteros.


O Museu como Performance conta com o apoio da Morgan Phoa Family.


PROGRAMAÇÃO

SÁBADO

DAVID HELBICH

Scores for the Body, the Building and the Soul, for Serralves Museum in Porto

(em permanência) 10h00-20h00

Tours - performance (30’): 12h30 (eng.), 15h00 (port.), 16h00 (eng.), 17h00 (port.), 18h00 (eng.), 18hh30 (port.)

Museu e Parque

 

VANDA MADUREIRA

Ibi clausus thesis

Vídeo (17’): 10h00-20h00

Casa do Cinema Manoel de Oliveira

 

SARA MANENTE, ONDINE CLOEZ E MICHIEL REYNAERT

Some Performances

Vídeo (1h13’):10h00-20h00

Casa do Cinema Manoel de Oliveira


SARA VAZ & MARCO BALESTEROS

Livro: Poema-Livre

Instalação: 10h00-20h00

Galeria Contemporânea

 

SARA MANENTE & CHRISTOPHE ALBERTIJN

Spectacle #4

Projeção vídeo: 13h00, 15h30, 19h00

Casa do Cinema Manoel de Oliveira

 

VANDA MADUREIRA

14h00 Intimum vitae delineare (45’)

Hall do Museu

 

DORI NIGRO & PAULO PINTO

15h00 Pin Dor Ama Primeira Lição (3h)

Entradas de público: 15H00, 16H00 e 17H00

Biblioteca

 

ULA SICKLE

15h30 Relay (4h)

O público pode entrar/sair em qualquer momento

Hall do Museu

 

GUSTAVO SUMPTA

16h30 Levantar o Mundo (2h)

O público pode entrar/sair em qualquer momento

Ténis do Parque de Serralves

 

ANDRÉ UERBA

17h00 Burn Time (3h)

O público pode entrar/sair em qualquer momento

Auditório

 

MÁIRÉAD DELANEY [US/IR]

20h00 Breach I (40’)

Hall do Museu

 



DOMINGO

DAVID HELBICH

Scores for the Body, the Building and the Soul for Serralves Museum, Porto

(em permanência) 10h00-20h00

Tours - performance (30’): 14h00 (eng.), 15h00 (port.), 15h30 (eng.), 17h00 (port.), 18h00 (eng.), 18hh30 (port.)

Museu e Parque

 

VANDA MADUREIRA

Ibi clausus thesis

Vídeo (17’): 10h00-19h00

Casa do Cinema Manoel de Oliveira

 

SARA MANENTE, ONDINE CLOEZ E MICHIEL REYNAERT

Some Performances

Vídeo (1h13’):10h00-19h00

Casa do Cinema Manoel de Oliveira


SARA VAZ & MARCO BALESTEROS

Livro: Poema-Livre

Instalação: 10h00-20h00

Galeria Contemporânea


SARA MANENTE & CHRISTOPHE ALBERTIJN

Spectacle #4

Projeção vídeo (41’): 13h00, 15h00, 17h30

Casa do Cinema Manoel de Oliveira


DORI NIGRO & PAULO PINTO

14h00 Pin Dor Ama Primeira Lição (2h)

Entradas de público: 14H00 e 15H00

Biblioteca


JOSÉ ALBERTO GOMES & JOÃO DIAS

15h00 Auto-retrato (4h)

O público pode entrar/sair em qualquer momento

Auditório

 

ULA SICKLE

14h30, 17h00 Relay (unplugged) (1h30+1h30)

O público pode entrar/sair em qualquer momento

Parque

 

MÁIRÉAD DELANEY

16h00 Breach II (2h)

O público pode entrar/sair em qualquer momento

Hall do Museu


GUSTAVO SUMPTA

16h30 Levantar o Mundo (2h)

O público pode entrar/sair em qualquer momento

Ténis do Parque de Serralves

 

VANDA MADUREIRA

18h15 Homo-retrato (15’)

Biblioteca

 





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ANDRÉ UERBA [PT/DE]
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Burn Time

Burn Time é uma performance e instalação efémera para até 16 corpos, onde a coreografia se desdobra sobre o gesto de queimar fios. Na fronteira entre escultura e arquitetura, esta nova criação é um passeio por uma paisagem meditativa e em desaceleração, um espaço em câmara lenta de incessante

mudança e desvanecimento. Em tempos de guerra contínua entre o presente e o futuro, o ritmo desacelera, tornando-se aqui quieto, calmo.


Conceito & Direção Artística: André Uerba

Assistência Artística (em Serralves): Maurícia Barreira Neves

Performers em Serralves: Ana Caldeira, Daniel Taborda, Ivana Duarte, Lili Schulz, Mariana Barbosa, Mafalda Albuquerque, Maurícia Barreira Neves 

Esculturas & Som: André Uerba

Desenho de Luz: André Uerba, Gretchen Blegen

Apoio na apresentação da peça em Serralves: DRUMMING G.P. e Companhia Instável

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GUSTAVO SUMPTA [PT]
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Levantar o Mundo [Moving the world]

O ponto de partida é a frase de Arquimedes “Dai-me um ponto de apoio e levantarei o mundo”. Este matemático, engenheiro, físico, inventor e astrónomo grego, considerado um dos principais cientistas da Antiguidade Clássica, também é o autor de um influente princípio para a engenharia moderna conhecido como o “Princípio da Alavanca de Arquimedes”, em que Fp (Força potente) x Bp (Braço potente) = Fr (Força resistente) x Br (Braço resistente).

Ancorada neste princípio, a performance traduz-se numa ação em circuito fechado, em que o artista se equilibra em cima de um tubo que por sua vez está apoiado num gigantesco pneu. Este equilíbrio é conseguido porque o peso do performer faz oscilar a estrutura de ferro, demonstrando que intérprete e dispositivo são afinal um mesmo corpo. Levantar o mundo desdobra-se em quatro momentos, ou posições. Primeira posição: arranque. Segunda posição: equilíbrio instável. Terceira posição: horizontalidade da estrutura. Quarta posição: preparação da saída. Quinta posição: saída. No final, o performer repete os quatro momentos.

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ULA SICKLE [CA/BE]
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Relay

O projeto de Ula Sickle tem o apoio da Embaixada do Canadá em PortugalUma bandeira negra flutua em câmara lenta. O movimento da bandeira, o agitar do seu tecido transforma-se em som e coreografia. Fiel à sua visão ampla das disciplinas artísticas, Ula Sickle e um grupo diversificado de performers, acompanhados pelo artista sonoro Yann Leguay, revezam-se num fascinante teste físico de resistência. Um de cada vez, uma sucessão de performers agita uma bandeira negra. Relay, na sua anarquia, inspira-se em recentes movimentos de protesto por todo o mundo, nomeadamente as manifestações que apelam aos direitos dos negros e das mulheres.


O projeto de Ula Sickle tem o apoio da Embaixada do Canadá em Portugal


Conceção e coreografia: Ula Sickle

Criado com: Popol Amisi, Liza Baliasnaja,Sidney Barnes, Amanda Barrio Charmelo, Wei-Da Chen (DaDa Jv), Ashley Ho, Edward Lloyd, Cherish Menzo, Nathan Ooms, Ula Sickle, Mohamed Toukabri, Mavi Veloso

Performers em Serralves: Ana Isabel Castro, Jorge Gonçalves, Catarina Marcos, Buaro Popp e Ula Sickle

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DORI NIGRO AND PAULO PINTO [BR/PT]
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Pin Dor Ama Primeira Lição

A senha da dor é o amor. Um dos significados do nome Pindorama é “uma terra livre de todos os males”, começam por dizer-nos Dori Negro e Paulo Pinto. Naquilo que os autores denominam de “resistência à poeira colonial”, somos confrontados nesta performance duracional com toda a violência que “adulterou fauna e flora, as gentes e as relações com as outras gentes, com as coisas, com o tempo e o meio, com as crenças, com a história, com a vida e a morte dos povos originais e do sequestrados de outras nações”, através de “gêneses, êxodos, números, crônicas, provérbios, cânticos, sabedorias, lamentações, epístolas, atos… e apócrifos de dois companheiros que projetam passados e futuros como utopias do presente [..]. Às vezes, é preciso dançar para não esquecer, enlouquecer. A senha da dor é o amor.”


Conceção, texto e ação: Dori Nigro e Paulo Pinto

Colaboração sonora: Dj Coby

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SARA VAZ & MARCO BALESTEROS
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Livro: Poema-Livro

“Lemos demais. Os melhores textos que alguma vez foram escritos são ilegíveis. Podem enumerar-se várias razões, desde o não se poderem ler por não terem sido escritos de maneira que os possamos ler, até já estarem de tal maneira gastos e velhos que são invisíveis (total ou parcialmente), até o estarem escritos numa língua que desconhecemos, ou até o não sabermos sequer da sua existência, ou até o terem sido escritos de modo tal que não serão jamais possíveis de ler.” (PRÓ-FACIO—E.M. Melo e Castro).


Sara Vaz fez a sua formação no Conservatório Nacional de Dança de Lisboa e na École de Danse de Genève (CH). Fez parte do Núcleo de Formação da EIRA (1996). Frequentou o curso Ex.er.ce no CCM de Montpellier (2005) onde iniciou uma colaboração estreita com a coreógrafa Olga Mesa. É licenciada em teatro pela ESTC (2010). Trabalhou como intérprete em dança, teatro e cinema com Olga Mesa, Francisco Camacho, Carlota Lagido, Tânia Carvalho, Mónica Calle, Miguel Pereira, Miguel Seabra, João Botelho, entre outros. Fez parte do núcleo de artistas da produtora EIRA (2006-2009). Como coreógrafa cria e interpreta as suas peças, interessando-se pela escrita fixa ou provisória nas fronteiras entre dança, teatro, literatura e cinema, desviando e articulando linguagens. Desde 2016 colabora com Marco Balesteros. Enquanto dupla têm vindo a desenvolver um conjunto de práticas performativas que lidam com o livro-expandido, livro-multi-formato, livro-palco, estabelecendo relações fluidas entre vários campos do conhecimento, nomeadamente entre as artes performativas e a edição. No seu corpo de trabalho desenvolvem objectos tais como espectáculos, livros de artista e instalações performativas que se constituem como modelos de investigação e produção de conhecimento. Desde 2011, lecciona a disciplina de Corpo no curso de Teatro da ESAD e na ACT, tendo também leccionado noutras escolas, tais como a ESTC e Universidade Lusófona. É artista associada da Companhia Hors-Champ de Olga Mesa desde 2009.


Marco Balesteros explora o livro como território expandido e como espaço performativo. Iniciou esta investigação no programa de mestrado da Werkplaats Typografie (Arnhem/NL) e na Jan Van Eyck Academy (Maastrich/NL) onde desenvolveu a SALA LIVR(E)O. Na sua prática investiga o livro de artista, o livro ensaio e o livro como território cénico. Explora esta possibilidade através da sua colaboração com a bailarina e coreógrafa Sara Vaz no projecto LIVRO-CARACTERE. É fundador do atelier LETRA onde realiza projectos em diálogo estreito com artistas plásticos, fotógrafos, bailarinos, curadores, editores, galerias, entre outros. Desenvolve modelos pedagógicos paralelos ao espaço da academia onde explora a publicação como modelo colaborativo, como forma de acção-publica. Desenvolveu inúmeros workshops em torno das noções de Publicação Própria: Samizadt e Portable School (FBAUL, Lisboa); Mus(a)eu(m) (Serralves, Porto); LOW high (Madrid); Hard-Edit (Bucareste); Second Circulation (Darmstadt), Portable School—A lesson in Politics (Sofia), De-School-ing ENSBA Lyon, entre outros.

Marco Balesteros é professor/curador na licenciatura em Design Gráfico da Universidade Lusófona de Lisboa—DELLI, e professor adjunto convidado no Mestrado em Design Gráfico da ESAD das Caldas da Rainha.

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SARA MANENTE & CHRISTOPHE ALBERTIJN [IT/BE]
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Spectacle #4

Espetáculo #4 é um filme, um documentário, uma ficção, um ensaio. É também uma peça de dança. Questiona a maneira como vemos a arte e como podemos representar essa experiência.


Usando a forma literária da ekphrasis, a descrição de uma obra de arte imaginada ou existente, mas não fisicamente presente, o filme começa com


uma série de entrevistas com performers, espectadores, coreógrafos e, de alguma forma, com a própria dança. Sobrepomos as palavras ao movimento e forçamos o texto a um ritmo que “semiotiza e des-semiotiza” ao mesmo tempo. O que acontece no trânsito entre o momento da criação e o da interpretação? Não existe um enredo unívoco. No entanto, acompanhamos o emaranhado da dança e da linguagem enquanto personagens principais de um drama em quatro capítulos com início e fim claros.


A tecnologia DIY 3D, na verdade, dobra a imagem, criando espaço entre as superfícies e adicionando perspetivas virtuais. A obra é concebida verticalmente pelo empilhamento de imagens e vozes, mas não em consideração pela acumulação e antes com o objetivo de descascar ou deixar cair a pele.


Sem opacidade, não seríamos capazes de ver.



Imagem, som e edição de Sara Manente e Christophe Albertijn

Com: David Bernadas, Mari Matre Larsen, Jaime Llopis, Norberto Llopis Segarra, Arantxa Martinez, Béatrice Balcou, Sabine Macher, Muna Mussie, Alix Eynaudi, Alice Chauchat, Trond Reinholdtsen, Maria Teresa Polverelli, Leif Elggren, Marco Berrettini, Béatrice Collignon, Silvia Fanti, Daniele Gasparinetti, Ottavia Guarese, Pietro Bertazzo, Helena Dietrich, entre outros.

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VANDA MADUREIRA [PT]
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Intimum vitae delineare


Homo-retrato


Ibi clausus thesis

O desenho é assumidamente a alavanca-gatilho da obra de Vanda Madureira e instigador do envolvimento e cruzamento com outros campos disciplinares, estimulando imagens, acções e intervenções artístico-performativas.


A artista refere “que a relação com o desenho e a performance teria de acontecer, não só metaforicamente, mas com expressão explícita na sua prática artística e na sua reflexão sobre a arte”.


Intimum vitae delineare e Homo-retrato são performances em que Vanda Madureira usa o desenho e gestualidade para explorar conceitos sensíveis como a intimidade, a vida, a ausência e a representação.


No vídeo Ibi clausus thesis, 2020, concebido durante o confinamento em resultado dos esforços para a realização da sua tese de doutoramento, a artista usa o desenho filmado como “veículo performativo”: “Eu a tentar escrever e a tese a ser desenhada.”


Conceção, performance, Imagem: Vanda Madureira

Edição de imagem: Sérgio Gomes

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DAVID HELBICH [DE/BE]
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Scores for the Body, the Building and the Soul for Serralves Museum, Porto

"Executa as peças seguindo uma qualquer ordem, mas fá-lo sempre por forma a obteres os melhores resultados.


Não te deixes desencorajar pelas referências históricas. É tudo sobre ti e sobre a tua experiência real.


Se gostares, faz duas vezes. "


Scores for the Body, the Building and the Soul constituem uma série de trabalhos baseados em instruções e conceitos orquestrados para serem executados pelos membros do público dentro e em torno de marcos arquitetónicos.


Neste caso, Helbich propõe um conjunto de mapas de partituras de performance concebidos especialmente para o edifício do Museu de Serralves.


Cada performance envolve tanto a arquitetura do edifício quanto a história das artes performativas. O visitante ativa uma composição em várias camadas por meio de seu corpo.




Tours-performance em português: Marta Bernardes

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JOSÉ ALBERTO GOMES & JOÃO DIAS [PT]
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Auto-retrato

Trabalho que se situa no espaço indefinido entre a instalação e a performance, e em que estes dois universos se complementam numa mutação lenta e gradual. Abolindo a separação entre estrutura musical e tempo performativo, Auto-retrato explora um momento sensorial composto de intensidades extremas, em que são testados, concentrado que está em levar a cabo uma mesma tarefa, os limites do performer e a ilusão das suas fraquezas.


Composto para e com João Dias

Performer: João Dias

Composição, Eletrónica, Programação, Conceito de iluminação: José Alberto Gomes

Design de Luz: Emanuel Pereira

Encomenda de João Dias / DiRE-SoNo: "Discursos de (R)Evolução do Som No Espaço”

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MÁIRÉAD DELANEY [US/IR]
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Breach I

Breach II

A prática de Máiréad Delaney de encarnar atos de fala - uma espécie de gestos de emergência - tenta simultaneamente a contenção da violência esmagadora e a entrada afetiva na estrutura do sentir dessa violência. Delaney entende esses gestos como a aplicação de pressão à pressão, para então podermos registrar os efeitos sistémicos e contínuos de dano, injustiça e sofrimento ao longo do tempo.

Breach é uma performance de duas partes. Em Breach I, Delaney usa uma rebarbadora para fazer uma incisão numa banheira de aço invertida. As faíscas espalham-se na direção da sua pélvis e extinguem-se contra o seu corpo. À medida que o corte se prolonga, o rugido da rebarbadora torna-se o seu próprio silêncio. Em Breach II, Delaney afunda a cabeça num buraco na banheira, segurando a borda de metal com a boca. O corpo eleva-se acima da banheira num arco. O corpo sobe e desce. O rosto é aniquilado, mas não silenciado; a boca busca.

A DECORRER

TERMINADAS

Não há atividades para apresentar

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