CANÇÃO NOVA

ANDRÉ GUEDES com DIOGO ALVIM

Performance

Auditório do Museu
05 NOV | 16:00, 18:30
CANÇÃO NOVA

CANÇÃO NOVA (2023), 20’


A produção artística de André Guedes (Lisboa, 1971) divide-se entre as artes visuais e as artes performativas. As suas obras, entre instalações, performances, cenografia e projetos editoriais, constroem-se – na esteira da arte conceptual dos anos 1960-70 – a partir de um aturado trabalho de pesquisa documental. É o caso de “Canção nova”, o projeto concebido especificamente para esta edição de O Museu como Performance. Pensada para o auditório do museu, a obra joga com as expectativas dos espectadores – propondo desde logo formas inéditas de aceder ao espaço e de o ocupar –, ao mesmo tempo que propõe relações entre referências aparentemente tão díspares quanto canções de trabalho, alfaias agrícolas e imagens do ensaio de uma peça de teatro num Teatro Aberto (Lisboa) ainda por inaugurar. Aquilo que aglutina estas referências são noções de trabalho coletivo: o coro que canta as canções de trabalho rural da zona do Ribatejo, o conjunto de performers que executam ações (nomeadamente manipulando os objetos em palco e arrancando algumas cadeiras da plateia), as fotografias do ensaio de uma peça de teatro (“O Círculo de Giz Caucasiano”, de Bertolt Brecht – peça encenada por João Lourenço e escolhida para inaugurar o Teatro Aberto em 1976), falam de um esforço conjunto, em que a unidade (o indivíduo) serve o todo, um objetivo comum. Digamos que, e esta é uma característica constante na prática artística de André Guedes, esta “Canção nova” constitui-se “como uma reflexão sobre a atividade humana na conceção do espaço e das organizações sociais e políticas”.

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