Ângelo
de Sousa

QUASE TUDO O QUE SOU CAPAZ | VILA REAL
Museu da Vila Velha, Vila Real
22 JAN A 15 MAR 2021

A presente exposição reúne uma seleção de desenhos, pinturas e esculturas de Ângelo de Sousa, uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, que sublinham a importância da contaminação entre disciplinas para a evolução da sua prática artística ao longo da sua carreira.


Imagem: Ângelo de Sousa, Pintura, 1967. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2002. Foto: Filipe Braga, Fundação de Serralves



Uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, Ângelo de Sousa (Lourenço Marques, Moçambique, 1938‒2011, Porto) é também um dos artistas mais bem representados na Coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1961 e 2002, e que abarcam todos os meios artísticos a que o artista se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia.

“Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” reúne uma seleção de desenhos, pinturas e esculturas do artista que sublinham a importância da contaminação entre disciplinas para a evolução da sua prática artística ao longo da sua carreira. A presente exposição refuta a imagem dominante do pintor Ângelo, demostrando que o desenho e a escultura são não apenas facetas fundamentais da sua obra como aquelas em que porventura é mais evidente o espírito experimentalista da sua obra.

Caracterizados por uma aparente simplicidade — o artista tenta obter, nas suas palavras, "o máximo de efeitos com o mínimo de recursos, o máximo de eficácia com o mínimo de esforço, e o máximo de presença com o mínimo de gritos” —, os desenhos, pinturas e esculturas de Ângelo de Sousa não ilustram conceitos, nunca partem de ideias, mas da ânsia de fazer e pensar com as mãos. A exposição sublinha esta vontade de trabalhar com elementos simples, ao apresentar algumas das primeiras obras de Ângelo de Sousa, ainda figurativas mas apontando já para a depuração que viria a caracterizar o artista, lado a lado com os exercícios abstrato-geométricos que o impuseram como um dos maiores estudiosos da cor e da luz.

“Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” integra o Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves que tem por objetivo tornar o acervo da Fundação acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

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QUASE TUDO O QUE SOU CAPAZ | VILA REAL

A presente exposição reúne uma seleção de desenhos, pinturas e esculturas de Ângelo de Sousa, uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, que sublinham a importância da contaminação entre disciplinas para a evolução da sua prática artística ao longo da sua carreira.


Imagem: Ângelo de Sousa, Pintura, 1967. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2002. Foto: Filipe Braga, Fundação de Serralves



Uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, Ângelo de Sousa (Lourenço Marques, Moçambique, 1938‒2011, Porto) é também um dos artistas mais bem representados na Coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1961 e 2002, e que abarcam todos os meios artísticos a que o artista se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia.

“Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” reúne uma seleção de desenhos, pinturas e esculturas do artista que sublinham a importância da contaminação entre disciplinas para a evolução da sua prática artística ao longo da sua carreira. A presente exposição refuta a imagem dominante do pintor Ângelo, demostrando que o desenho e a escultura são não apenas facetas fundamentais da sua obra como aquelas em que porventura é mais evidente o espírito experimentalista da sua obra.

Caracterizados por uma aparente simplicidade — o artista tenta obter, nas suas palavras, "o máximo de efeitos com o mínimo de recursos, o máximo de eficácia com o mínimo de esforço, e o máximo de presença com o mínimo de gritos” —, os desenhos, pinturas e esculturas de Ângelo de Sousa não ilustram conceitos, nunca partem de ideias, mas da ânsia de fazer e pensar com as mãos. A exposição sublinha esta vontade de trabalhar com elementos simples, ao apresentar algumas das primeiras obras de Ângelo de Sousa, ainda figurativas mas apontando já para a depuração que viria a caracterizar o artista, lado a lado com os exercícios abstrato-geométricos que o impuseram como um dos maiores estudiosos da cor e da luz.

“Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” integra o Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves que tem por objetivo tornar o acervo da Fundação acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.