ESPAÇO PARA O CORPO

OBRAS DA COLEÇÃO DE SERRALVES
Caves Ferreira, Sogrape, Vila Nova de Gaia
JUN - SET 2021

A exposição coletiva Espaço para o corpo apresenta um conjunto de obras de artistas portuguesas e internacionais que problematizam o corpo enquanto agente criativo e percetivo, explorando a sua relação com o espaço e com o tempo, com o movimento e com a ausência, com a arquitetura e com a intimidade.

A exposição toma como ponto de partida a natureza particular dos espaços das Caves Ferreira e o seu impacto enquanto experiência sensorial, acomodando-se à penumbra que impera no interior, ao ritmo das formas e sombras que se repetem, à expansão e contração dos espaços percorridos. Inspirada no legado da figura icónica de Dona Antónia Adelaide Ferreira, esta mostra centra-se no trabalho de mulheres artistas que contribuem para aprofundar uma reflexão em torno do espaço e do corpo e para contestar os seus limites, explorando, por um lado, os contornos formais, fenomenológicos e conceptuais desta temática, por outro as suas implicações pessoais, sociais e políticas.

Encarar o corpo enquanto situação, como mediador do mundo e agregador de experiências e memórias, abre terreno para explorar questões de identidade que permeiam o trabalho de diferentes artistas representadas na exposição. A mostra é constituída por trabalhos escultóricos e instalações sonoras que apelam aos sentidos e ao movimento do espectador pelo espaço e por obras de artistas que anulam os limites entre o seu corpo e a sua prática -uma abordagem que ganha maior expressão nas décadas de 1960 e 70. Espaço para o corpo reúne trabalhos deste período até à atualidade, abrangendo o arco temporal representativo da Coleção de Serralves.

Esta exposição integra o Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves que tem por objetivo tornar o acervo da Fundação acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

 

Curadoria: Joana Valsassina



Imagem: Ana Vieira, Sem título, 1968. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 1998. Fotografia © Filipe Braga

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OBRAS DA COLEÇÃO DE SERRALVES

A exposição coletiva Espaço para o corpo apresenta um conjunto de obras de artistas portuguesas e internacionais que problematizam o corpo enquanto agente criativo e percetivo, explorando a sua relação com o espaço e com o tempo, com o movimento e com a ausência, com a arquitetura e com a intimidade.

A exposição toma como ponto de partida a natureza particular dos espaços das Caves Ferreira e o seu impacto enquanto experiência sensorial, acomodando-se à penumbra que impera no interior, ao ritmo das formas e sombras que se repetem, à expansão e contração dos espaços percorridos. Inspirada no legado da figura icónica de Dona Antónia Adelaide Ferreira, esta mostra centra-se no trabalho de mulheres artistas que contribuem para aprofundar uma reflexão em torno do espaço e do corpo e para contestar os seus limites, explorando, por um lado, os contornos formais, fenomenológicos e conceptuais desta temática, por outro as suas implicações pessoais, sociais e políticas.

Encarar o corpo enquanto situação, como mediador do mundo e agregador de experiências e memórias, abre terreno para explorar questões de identidade que permeiam o trabalho de diferentes artistas representadas na exposição. A mostra é constituída por trabalhos escultóricos e instalações sonoras que apelam aos sentidos e ao movimento do espectador pelo espaço e por obras de artistas que anulam os limites entre o seu corpo e a sua prática -uma abordagem que ganha maior expressão nas décadas de 1960 e 70. Espaço para o corpo reúne trabalhos deste período até à atualidade, abrangendo o arco temporal representativo da Coleção de Serralves.

Esta exposição integra o Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves que tem por objetivo tornar o acervo da Fundação acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

 

Curadoria: Joana Valsassina



Imagem: Ana Vieira, Sem título, 1968. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 1998. Fotografia © Filipe Braga