HELENA
ALMEIDA

HABITAR A OBRA | EM CASTELO BRANCO
Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
22 JUN A 30 AGO 2021

Helena Almeida, Sem título, 1994-1995. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 1995. Fotografia: © Filipe Braga, Fundação de Serralves


Helena Almeida (Lisboa, 1934-2018) produziu desde a década de 1960 uma obra singular caracterizada por um marcado interesse pelo corpo, o seu lugar central — que regista, ocupa e define o espaço — e o seu encontro performativo com o mundo. As primeiras telas abstratas da artista abordavam de forma crítica os limites do espaço pictórico e as condições literais da pintura. Esse interesse estendeu-se nos anos 1970 à fotografia, onde o inconfundível espaço do ateliê da artista e o corpo feminino, fragmentado ou parcialmente obscurecido, se tornaram presenças recorrentes. A artista delineia meticulosamente esta coreografia e a composição de muitas das suas obras em estudos e desenhos preparatórios que evidenciam a sua utilização da cor e do corpo de que é exemplo a obra sem título (1994-95), especificamente produzida para a exposição da artista na Casa de Serralves em 1995.

 

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Helena Almeida, Sem título, 1994-1995. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 1995. Fotografia: © Filipe Braga, Fundação de Serralves


Helena Almeida (Lisboa, 1934-2018) produziu desde a década de 1960 uma obra singular caracterizada por um marcado interesse pelo corpo, o seu lugar central — que regista, ocupa e define o espaço — e o seu encontro performativo com o mundo. As primeiras telas abstratas da artista abordavam de forma crítica os limites do espaço pictórico e as condições literais da pintura. Esse interesse estendeu-se nos anos 1970 à fotografia, onde o inconfundível espaço do ateliê da artista e o corpo feminino, fragmentado ou parcialmente obscurecido, se tornaram presenças recorrentes. A artista delineia meticulosamente esta coreografia e a composição de muitas das suas obras em estudos e desenhos preparatórios que evidenciam a sua utilização da cor e do corpo de que é exemplo a obra sem título (1994-95), especificamente produzida para a exposição da artista na Casa de Serralves em 1995.