Performance

SOFIA KAFOL - VORACE

O MUSEU COMO PERFORMANCE

Galeria Contemporânea do Museu
07 NOV 2026 | 15:10 - 08 NOV 2026 | 14:45

Acesso:
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0711 SOFIA KAFOL - VORACE

“VORACE” (tradução italiana de voraz) é um solo para um corpo na sua arena, suportado pela capacidade pulmonar da performer e muitos pompoms, aliados da reverberação do ritmo que constrói a voracidade deste corpo.

“VORACE” é uma arena de dicotomias, um desejo de estabilidade que se consome só por o desejar. Uma tentativa de emancipação num corpo que ativa outros corpos. Uma ode à insistência que surge nas raízes e vem saboreada na boca.


«Em VORACE quero resgatar o meu corpo.

Corpo ensopado de ballet clássico. Ainda em luta com parâmetros de inatingível perfeição. Corpo de mulher de 30 anos que vem diariamente bombardeado por protocolos anti-envelhecimento.

Procuro por um lugar livre, visceralmente erótico e democrático. Como ser um corpo que realmente desejo ser e que vai além do corpo que me é permitido ocupar?

Tento abanar (me).»


Direção Artística e Interpretação: Sofia Kafol

Apoio à Dramaturgia: Carlota Lagido

Apoio ao Movimento: Tiago Martins

Desenho de Luz: Naiana Padial

Filme, Fotografia, Design: João Sanchez


Apoios e Residências: Fundação GDA; Materiais Diversos através do Programa de consultoria em produção Novos Materiais; Opart E. P. E. / Estúdios Victor Cordon, no âmbito do Programa Em Trânsito, em colaboração com a Materiais Diversos; Fundação Serralves; Espaço Parasita; Pagarrénda; Meio do Mato - Associação Cultural; Programa de Apoio a Artistas Residências no Teatro da Voz / Produções Real Pelágio; CEA - Centro de Experimentação Artística

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Sofia Kafol é bailarina e criadora luso-eslovena, original de Trieste, Itália. Formada em ballet clássico no Conservatório de Maribor, Eslovénia, expande os horizontes através da licenciatura em Línguas e Literaturas na Universidade de Trieste. Segue para o Porto para aprofundar os estudos de dança na Oficina ZERO. Enquanto intérprete, colaborou em criações de Francisco Camacho, Madalena Victorino, Daniel Matos, Davis Freeman, Ana Jezabel, João dos Santos Martins, Kensaku Shinohara, Francisco Tropa, entre outros. Vive o corpo como uma arena de desconstrução e celebração, numa busca contínua pela emancipação e pelo prazer. Em 2021, criou o solo “LADYLIKE”, apresentado em Portugal e internacionalmente. Em 2024, integrou a Mostra Nacional de Jovens Criadores. Atualmente encontra-se em digressão com “VORACE”, um solo sobre o corpo e o seu resgate.

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