ALEXANDER KLUGE, A UTOPIA DO CINEMA

Auditório da Casa do Cinema Manoel de Oliveira
18 JUL - 10 NOV 2021

Em colaboração com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema

Auditório Casa do Cinema Manoel de Oliveira

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Escritor, cineasta e filósofo, Alexander Kluge (Halberstadt, 1932) produziu, ao longo de sessenta anos, uma vasta obra fílmica que é um labirinto onde se cruzam campos disciplinares muito diversos, numa síntese caleidoscópica de interrogações e perplexidades que atravessam as múltiplas frentes da sua ação política e cultural.

Próximo da Escola de Frankfurt e amigo pessoal de Theodor Adorno, foi através deste que conheceu o cineasta Fritz Lang e se aproximou do cinema. Alexander Kluge foi um dos cineastas que, em 1962, assina o Manifesto de Oberhausen, documento que inaugura o Novo Cinema Alemão. O seu percurso, fortemente marcado pela procura e reinvenção de outras formas de fazer cinema e televisão, nos antípodas dos modelos comerciais, alia a crítica do racionalismo a uma estética de resistência, gravitando em torno da ficção, das ciências sociais, da teoria do cinema e da história. Os seus filmes foram galardoados nos mais importantes festivais de cinema europeus, como Cannes, Veneza (onde recebeu o Leão de Ouro em 1968 e o prémio carreira em 1982) ou Berlim.


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Escritor, cineasta e filósofo, Alexander Kluge (Halberstadt, 1932) produziu, ao longo de sessenta anos, uma vasta obra fílmica que é um labirinto onde se cruzam campos disciplinares muito diversos, numa síntese caleidoscópica de interrogações e perplexidades que atravessam as múltiplas frentes da sua ação política e cultural.

Próximo da Escola de Frankfurt e amigo pessoal de Theodor Adorno, foi através deste que conheceu o cineasta Fritz Lang e se aproximou do cinema. Alexander Kluge foi um dos cineastas que, em 1962, assina o Manifesto de Oberhausen, documento que inaugura o Novo Cinema Alemão. O seu percurso, fortemente marcado pela procura e reinvenção de outras formas de fazer cinema e televisão, nos antípodas dos modelos comerciais, alia a crítica do racionalismo a uma estética de resistência, gravitando em torno da ficção, das ciências sociais, da teoria do cinema e da história. Os seus filmes foram galardoados nos mais importantes festivais de cinema europeus, como Cannes, Veneza (onde recebeu o Leão de Ouro em 1968 e o prémio carreira em 1982) ou Berlim.