MATÉRIA / AÇÃO

ESCULTURA E VÍDEO DOS ANOS 1960 E 1970
Casa Branca de Gramido | Gondomar
30 MAI 2022 - 18 SET 2022
Imagem: Ângelo de Sousa, Escultura, 1970. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Fotografia: © Filipe Braga
Imagem: Ângelo de Sousa, Escultura, 1970. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Fotografia: © Filipe Braga

MATÉRIA / AÇÃO: ESCULTURA E VÍDEO DOS ANOS 1960 E 1970
ALFREDO QUEIROZ RIBEIRO, ÂNGELO DE SOUSA, BRUCE NAUMAN, CHARLOTTE POSENENSKE, JOAN JONAS, REINER RUTHENBECK, RICHARD SERRA, YVONNE RAINER e ZULMIRO DE CARVALHO

As décadas de 1960 e 1970 foram palco de desenvolvimentos determinantes no mundo da arte, marcando o início da era contemporânea. As experiências internacionais deste período vieram revolucionar o campo da escultura, rejeitando a tradição figurativa e simbólica para abraçarem questões intrínsecas à prática escultórica, como a exploração da forma e composição tridimensional e a relação com o contexto envolvente, com o espaço e com o movimento do corpo. Em paralelo, a performance e o vídeo tornam-se meios de eleição pelo seu imediatismo e frontalidade, adaptando-se à postura experimental de vários artistas que procuram novas formas de criação para além da produção de objetos artísticos e que esbatem as fronteiras entre o seu quotidiano, o seu corpo e a sua prática.

A exposição “Matéria / Ação”, desenvolvida especificamente para a Casa Branca de Gramido, reúne um conjunto de esculturas das décadas de 1960 e 1970 que permite reconhecer aspetos centrais às práticas artísticas associadas à escultura abstrata britânica, ao minimalismo norte-americano e, sobretudo, ao pós-minimalismo e à arte processual que marcaram o final dos anos 1960 e o início dos anos 1970, com profundas consequências para as gerações seguintes. As obras escultóricas são apresentadas em diálogo com trabalhos em vídeo do mesmo período, evidenciando pontos de contacto e interferências entre os dois campos de criação que se desenvolveram, em grande medida, a par e par. A exposição cruza trabalhos de figuras incontornáveis no panorama artístico internacional e obras de importantes artistas portugueses cujas práticas se desenvolveram em total sintonia com as experiências pioneiras que emergiam no contexto internacional.

Esta exposição, com curadoria de Joana Valsassina, integra o Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves que tem por objetivo tornar o acervo da Fundação acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

Produção: Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto.

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