Casa de Serralves

Visitar a Casa de Serralves

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Vista de corredor interior que dá ênfase à simetria do espaço. O ambiente é marcado por uma uniforme e leve tonalidade de salmão da pedra lioz.

Visitar a Casa de Serralves é fazer uma viagem no tempo: este exemplar único da arquitetura Art Déco remonta aos anos 30 do século XX. Com grande rigor decorativo e qualidade de materiais, a Casa teve a intervenção de nomes significativos da época como Marques da Silva, Charles Siclis, Jacques Émile Ruhlmann, René Lalique e Edgar Brandt.


Fique a conhecer em pormenor a história da origem da Casa que pertenceu ao Conde Carlos Alberto Cabral e a explicação dos pormenores arquitetónicos e decorativos que criam o ambiente único deste lugar.

Fachada da casa de Serralves
A Casa de Serralves e o Seu Parque
Sala interior de tecto abobadado com amplas janelas com vista para o jardim
Arquitetura de Interiores
Parede exterior da capela da Casa de Serralves
Capela
Portal de ferro forjado interior e vista para o átrio principal da Casa de Serralves
Estrutura do Interior
Vista aerea da Casa de Serralves e do Parterre Central
Exterior
Sala interior com mobiliário de época
Mobiliário
Vista do jardim e Casa de Serralves
Um exemplar único da arquitectura Art Déco
Fachada da casa de Serralves
Image mobile
A Casa de Serralves e o Seu Parque

Situada num ponto mais alto do terreno, a casa como que preside ao jardim que se lhe abre defronte e lateralmente.

Partindo do seu lugar de implantação, desenha-se um longo eixo longitudinal que se prolonga até ao lugar do tanque, no outro extremo da propriedade. Defronte da casa, o parterre central estabelece um elemento de continuidade entre as linhas geometrizadas do edifício e a sobriedade do seu próprio desenho.

Num ângulo de noventa graus com o eixo central definido pelo Parterre central, desenha-se um outro eixo, menor, marcado pela longa álea de liquidambares. Esta leva a uma clareira octogonal que abre à rua a entrada nobre da propriedade. Em sentido contrário, pode imaginar-se o trajecto do visitante, da rua até ao edifício.

Do lado oeste, a grande porta janela do salão do piso térreo abre-se ao parterre lateral, sugerindo a continuidade dos espaços interior e exterior.

Se, no piso térreo da casa, o jardim é omnipresente através das vastas janelas, já subindo as escadas, ou das janelas do piso superior, se desfruta de uma visão panorâmica do parque, que permite uma melhor apreensão dos espaços e da sua inter-relação.