
Alberto Carneiro, Escultura dentro da floresta, 1968-69. Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 1991. Fotografia: Filipe Braga
Inauguração: 26 de julho às 18:00
Linhas de vento apresenta um conjunto de obras de artistas portugueses e internacionais que reequacionam o nosso vínculo com a natureza, desenvolvendo as suas práticas artísticas em estreita relação com o meio natural, com a geologia, a antropologia e a ecologia.
A exposição parte de um importante núcleo de obras de artistas associados ao movimento Land Art ou earthworks que, a partir de finais da década de 1960, procuram no território natural o lugar e a matéria para o desenvolvimento de projetos artísticos intencionalmente deslocados dos espaços tradicionais de criação e exposição. Longe de apresentar exaustivamente as investigações artísticas desenvolvidas neste enquadramento durante as décadas de 1960 e 1970 ou de definir uma genealogia rigorosa daí em diante, Linhas de vento estabelece pontos de contacto entre obras paradigmáticas deste período e trabalhos posteriores de artistas com percursos muito distintos, traçando caminhos de aproximação de índole temática, processual e material.
A exposição, com curadoria de Joana Valsassina, integra o Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves e inclui obras de Alberto Carneiro, Ana Mendieta, Catarina Braga, Fernando Lanhas, Hamish Fulton, Lothar Baumgarten, Lourdes Castro, Pedro Vaz, Richard Long e Robert Smithson.
Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto
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