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Joan Miró

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The exhibition ‘Joan Miró: Materiality and Metamorphosis’ is based on the collection of 84 works by Miró, owned by the Portuguese State. This important exhibition is curated by Robert Lubar Messeri, a leading world expert in Miró's work. Portuguese architect Álvaro Siza Vieira will be responsible for the exhibition’s architectural design.

The exhibition covers a six-decade period in Joan Mirós's career - from 1924 to 1981. It focuses in particular on the transformation of pictorial languages that the Catalan artist first developed in the mid-1920s. The exhibition considers his artistic metamorphoses across the mediums of drawing, painting, collage and work in tapestry.

Miró’s visual thinking and the ways in which he negotiates between optical and tactile modes of sensation is examined in detail, as are the artist’s working processes.  

The exhibition comprises around 80 works by Joan Miró from the collection of 85 works, most of which have never previously been seen by the general public, including six of his paintings on masonite produced in 1936 and six "sobreteixims" (tapestries) of 1973. The exhibition is accompanied by a fully-illustrated catalogue with a lead essay by the curator.

Suzanne Cotter, Director of Serralves Museum, stated about the exhibition: "We are delighted to be able to contribute to a greater awareness and appreciation of the work of Joan Miró through what will be an authoritative and unique presentation of this singular collection”.

The exhibition ‘Joan Miró: Materiality and Metamorphosis’ is organised by the Serralves Museum of Contemporary Art and is curated by Robert Lubar Messeri, with architectural design by Álvaro Siza Vieira.

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JOAN MIRÓ E A MORTE DA PINTURA
Casa de Serralves
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JOAN MIRÓ: MATERIALIDADE E METAMORFOSE
Casa de Serralves
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JOAN MIRÓ: MATERIALIDADE E METAMORFOSE
Palácio Nacional da Ajuda
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JOAN MIRÓ: MATERIALIDADE E METAMORFOSE
Fondazione Bano, Padua, Itália
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JOAN MIRÓ AND THE LANGUAGE OF SIGNS
PAN Palazzo delle Arti Napoli, Nápoles
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JOAN MIRÓ E A MORTE DA PINTURA
Casa de Serralves

DE 12 DEZ 2018 A 03 MAR 2019


A exposição "Joan Miró e a morte da pintura” centra-se na produção artística do mestre catalão em 1973, altura em que, com oitenta anos de idade, preparava uma importante retrospetiva no Grand Palais, em Paris. Numa série de telas perfuradas de 29 de março de 1973, de relevos tecidos ("Sobreteixims” e "Sobreteixims-Sacks”) executados em 1972 e 1973 em colaboração com Josep Royo e em cinco "Toiles brûlées” (Telas queimadas) executadas entre 4 e 31 de dezembro de 1973, Miró deu largas à sua raiva estética. Precisamente no momento em que a crítica anunciava a "morte da pintura” como um facto consumado perante práticas que desafiavam as narrativas do alto modernismo — arte processual, performance, land art e instalação —, Miró colocou a pintura à prova, numa tentativa de renovar os seus recursos e procedimentos.  


Reunindo um conjunto de telas e objetos, tanto pertencentes à Coleção do Estado Português em depósito na Fundação de Serralves como provenientes de diversas coleções públicas e privadas de Espanha e de França, esta exposição propõe-se analisar as radicais práticas artísticas de Miró em 1973. 


Uma secção documental oferece ao visitante a possibilidade de observar os métodos de trabalho de Miró na execução dos "Sobreteixims”, incluindo um filme do conhecido fotógrafo catalão Francesc Català Roca que regista o processo de criação e destruição das "Toiles brûlées”.

 No catálogo que acompanha a exposição, o curador Robert Lubar Messeri, prestigiado especialista da obra de Miró, examina o conceito de assassinato estético e o envolvimento do artista catalão com as práticas daquilo a que, em 1927 e 1928, chamava "anti-pintura”, para evidenciar o modo como a tensão entre pintura e anti-pintura que perpassou a sua obra subsequente atingiu um crescendo em 1973. A publicação inclui ainda, pela primeira vez em versão inglesa e portuguesa, uma entrevista entre Joan Punyet Miró, neto do artista, e Josep Royo, com quem Miró iniciou em 1969 uma longa e altamente produtiva relação de trabalho. 


A exposição "Joan Miró e a Morte da Pintura”, organizada pela Fundação de Serralves, é comissariada por Robert Lubar Messeri, destacado especialista mundial na obra de Miró. Conta com obras da Coleção do Estado Português em depósito na Fundação de Serralves e de várias importantes coleções internacionais - Coleções Fundació Joan Miró (Barcelona), Collection Adrien Maeght (Saint Paul), Fundación Mapfre (Madrid) e Fundació Pilar i Joan Miró (Mallorca), muitas delas nunca expostas em Portugal.