Viagem ao Princípio: Ida e Volta

Coleção de Serralves 1989–2019
Museu, Casa e Parque
11 JUL - 03 NOV 2019

A exposição Viagem ao Princípio: Ida e Volta. Coleção de Serralves 1989–2019 assinala o 30.º aniversário da Fundação de Serralves através da apresentação de obras da sua coleção que, de alguma forma, têm um significado e um lugar destacado na génese e na história da Coleção e do Museu. Ou porque fizeram parte do grupo do núcleo seminal de obras reunidas com vista à constituição do Museu e da Coleção, ou porque foram produzidas especificamente para Serralves (para o espaço da Casa, do Museu ou para outros espaços na cidade sob encomenda de Serralves) ou ainda porque a sua primeira apresentação pública ocorreu em Serralves ou porque aí integraram grandes exposições individuais (e recordadas como momentos fundamentais quer no percurso dos artistas quanto da história da instituição).


Álvaro Lapa, António Dacosta, Ângelo de Sousa e Joaquim Rodrigo são alguns dos artistas que estiveram ligados a Serralves desde os seus primórdios e cujas obras integraram o núcleo constituído pela então Secretaria de Estado da Cultura. Entre os artistas que apresentaram trabalhos especificamente realizados para Serralves estão Mathieu Abonnenc, André Cepeda, Hamish Fulton, Runa Islam, Albuquerque Mendes, Charlotte Moth, Maria Nordman, Lygia Pape, Augusto Alves da Silva, Mariana Silva e Simon Starling que serão apresentados ao lado de artistas que tiveram importantes exposições em Serralves, casos de, entre outros, Pedro Cabrita Reis, Luc Tuymans ou Lothar Baumgarten.



Esta é uma forma de escrever a história de Serralves e de sublinhar o seu papel fundamental nos percursos de artistas reconhecidos, traduzido numa relação suficientemente especial entre eles e o Museu para que muito frequentemente tenham sido produzidas e apresentadas (e adquiridas) obras inéditas.

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Coleção de Serralves 1989–2019

Álvaro Lapa, António Dacosta, Ângelo de Sousa e Joaquim Rodrigo são alguns dos artistas que estiveram ligados a Serralves desde os seus primórdios e cujas obras integraram o núcleo constituído pela então Secretaria de Estado da Cultura. Entre os artistas que apresentaram trabalhos especificamente realizados para Serralves estão Mathieu Abonnenc, André Cepeda, Hamish Fulton, Runa Islam, Albuquerque Mendes, Charlotte Moth, Maria Nordman, Lygia Pape, Augusto Alves da Silva, Mariana Silva e Simon Starling que serão apresentados ao lado de artistas que tiveram importantes exposições em Serralves, casos de, entre outros, Pedro Cabrita Reis, Luc Tuymans ou Lothar Baumgarten.



Esta é uma forma de escrever a história de Serralves e de sublinhar o seu papel fundamental nos percursos de artistas reconhecidos, traduzido numa relação suficientemente especial entre eles e o Museu para que muito frequentemente tenham sido produzidas e apresentadas (e adquiridas) obras inéditas.