Museum

Park Sculptures

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Estrutura de vidro e metal em formato de prisma triangular, de grandes dimensões, situada no jardim.
Buraco forrado a pedra coberto por um painel de vidro
ALBERTO CARNEIRO
Par de espelhos verticais que formam um ângulo reto e refletem a vegetação do Parque
ANGELO DE SOUSA
Escultura em bronze de uma banhista
ARISTIDE MAILLOL
Escultura gigante e colorida, com formato de pá de jardinagem como se estivesse espetada no solo
CLAES OLDENBURG E COOSJE VAN BRUGGEN
Pavilhão espelhado de base triangular com uma porta
DAN GRAHAM
Rede feita com fios de nylon branco suportada pelas árvores do parque
FERNANDA GOMES
Monte de terra integrado na paisagem que contém um prisma trapezoidal diagonalmente atravessado por um espelho
FRANCISCO TROPA
Mesa com uma fonte, quatro bancos de ardósia situada no parque
MARIA NORDMAN
Grande painelretangulares de aço colocado entre um muro e árvores
RICHARD SERRA
Banco giratório constituído por quatro assentos dobráveis em plástico
VEIT STRATMANN
Estrutura em ferro que se assemelha a mobiliário urbano
VEIT STRATTMAN
Buraco forrado a pedra coberto por um painel de vidro
Image mobile
ALBERTO CARNEIRO

Latitude: 41.158728
Longitude: -8.655772

Alberto Carneiro
Ser árvore e arte [Being Tree and Art], 2000/02
Tree, soil, grass, stone, wood, glass
c. Ø 1600 cm
Coll. Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto

Alberto Carneiro (São Mamede do Coronado, Portugal, 1937) has been developing a remarkable relationship between art and nature.

Ser árvore e arte is characteristic of Alberto Carneiro’s oeuvre in its relationship to nature and the experience of the viewer. Seven holes around a tree lined with stones are covered with glass panels inscribed with text. Beside each hole are piles of earth displaced by the artist’s excavations. The circular arrangement refers to the mandala as geometric representation of man’s relationship to the cosmos. As viewers approach the glass panels, they are able not only to see the reflection of the branches of the tree at the centre, but also their own reflection, establishing a communion between the human body, nature, and art.

This work was commissioned for the Serralves Park and installed in 2002 as part of Porto 2001: European Capital of Culture.